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Patologia e Controlo Sanitário de Animais Aquáticos

Código: CMRM12     Sigla: CMRM12

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Aquacultura e Pescas

Ocorrência: 2012/2013 - 2S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Microscopia
Curso/CE Responsável: Mestrado em Ciências do Mar - Recursos Marinhos

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MCMRM 8 Espec. em Aquacultura e Pescas 2008 1 - 5 50 135
Mais informaçõesA ficha foi alterada no dia 2013-07-29.

Campos alterados: Fórmula de cálculo da classificação final, Componentes de Avaliação e Ocupação, Tipo de avaliação, Obtenção de frequência

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

1. Introduzir os estudantes aos conceitos de base dos processos patológicos gerais e como eles se podem manifestar nos vários órgãos e sistemas, mormente em vertebrados e em peixes em particular.

2. Introduzir os estudantes à sanidade e salubridade de animais aquáticos, sobretudo de interesse comercial, com particular ênfase em patologias e controlo sanitário de peixes, bivalves e crustáceos.

Resultados de aprendizagem e competências

1. Aprender e utilizar linguagem apropriada no contexto de patologia e controlo sanitário.
2. Identificar e compreender os principais mecanismos subjacentes a processos patológicos básicos.
3. Reconhecer as principais características morfológicas das lesões elementares em patologia.
4. Conseguir estabelecer pontes entre aspetos patológicos e sinais e sintomas de doença.
5. Saberem os conceitos e procedimentos comuns em sanidade e salubridade de animais aquáticos.
6. Saberem identificar os agentes etiológicos e as patologias mais comuns em animais de aquacultura.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA GERAL E DE SISTEMAS (IPGS)

1. Princípios de processos patológicos básicos
1.1. Respostas celulares à agressão
1.2. Inflamação aguda, reparação e regeneração
1.3. Inflamação crónica
1.4. Desregulação de crescimento
1.5. Displasia e neoplasia
1.6. Necrose e enfarte

2. Princípios de patologia e toxicopatologia sistémica
2.1. Sistema tegumentar
2.2. Sistema respiratório
2.3. Sistema digestivo
2.4. Sistema excretor
2.5. Sistema nervoso
2.6. Sistema musculo-esquelético
2.7. Sistema reprodutor

CONTROLO SANITÁRIO DE ANIMAIS AQUÁTICOS (CSAQ)
INTRODUÇÃO À SANIDADE E SALUBRIDADE DOS ANIMAIS AQUÁTICOS

1. Sanidade - Causas da doença; principais factores patogénicos; factores predisponentes da doença; as consequências da doença; impacto da doença sobre a actividade reprodutiva; tecnologias de produção e implicações sobre a sanidade; profilaxia; política sanitária.
2. Salubridade - Principais factores promotores da insalubridade em espécies aquáticas marinhas. Antropogénicos naturais. A importância da espécie.
3. Higiene e Saúde Pública - Qualidade de águas conquícolas. Doenças e patologias transmissíveis através do consumo de peixe e invertebrados provenientes da pesca ou da aquacultura. Controlo de salubridade (bivalves).

PATOLOGIA E SANIDADE DE INVERTEBRADOS MARINHOS

1 Introdução - Noções gerais; a importância da higiene e da sanidade na produção animal; factores perturbadores do estado de equilíbrio higio-sanitário; importância económica para o sector.
2. Sanidade dos moluscos bivalves - A doença; ecologia das espécies; interrelações da sanidade com o meio; as causas da doença; factores intercorrentes.
3. Mecanismos de defesa em invertebrados marinhos – físicos; humorais; celulares.
4. Os agentes patogénicos - Agentes poluidores; agentes físicos; agentes biológicos – parasitários e microbianos; outros agentes agressores.
5. Acções de controlo – em sistemas de cultura intensiva e extensiva.
6. Patologia de crustáceos.

PATOLOGIA E SANIDADE DE PEIXES
1. Introdução – Introdução ao conceito de aquacultura/piscicultura e a relação entre a industrialização do processo produtivo e a eclosão de doenças de peixes com carácter epizoótico. Agentes patogénicos responsáveis por doenças com carácter infeccioso. Viroses e micoses com relevância em piscicultura. Parasitas dos peixes com maior relevância em piscicultura. Método de controlo das doenças. Conceitos de profilaxia sanitária aplicáveis em piscicultura.
2. Colheita e envio de material para o laboratório para pesquisa de doenças de peixes – Abordagem à forma correcta de colher e enviar amostras ao laboratório e informação com interesse para a elaboração da história pregressa.
3. Zoonoses transmitidas pelo consumo de pescado – Medidas de profilaxia/tratamento a implementar com vista à protecção da saúde pública.
4. Noções teóricas de terapêutica em aquacultura – Sumário legislativo de utilização de substâncias medicamentosas em aquacultura; interpretação dos resultados e recomendações terapêuticas.

Bibliografia Obrigatória

Ronald J. Roberts; Fish Pathology (4rd Edition), Wiley-Blackwell; 4 edition, 2012. ISBN: 1444332821

Bibliografia Complementar

Hugh Ferguson, Ellen Bjerkas, Oystein Evensen; Systemic Pathology of Fish: A Text and Atlas of Normal Tissue Responses in Teleosts, and Their Responses in Disease , Scotian Press; 2nd edition, 2006. ISBN: 0955303702
Edward J. Noga; Fish Disease: Diagnosis and Treatment, Wiley-Blackwell; 2 edition , 2010. ISBN: 0813806976
Barbara Young, William Stewart and Geraldine O'Dowd; Wheater's Basic Pathology: A Text, Atlas and Review of Histopathology, Churchill Livingstone, 5th Edition, 2011. ISBN: 044306797X

Observações Bibliográficas

Além de consulta a artigos científicos, serão disponibilizados apontamentos complementares elaborados pelos docentes.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Aulas teóricas expositivas, aulas práticas e aulas de intervenções dos estudantes com discussão dos temas.

Tipo de avaliação

Avaliação por exame final

Componentes de Avaliação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Peso (%) Data Conclusão
Exame Final Teste 100,00
Total: - 100,00

Componentes de Ocupação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Data Conclusão
Frequência das aulas 50
Estudo autónomo 85
Total: 135,00

Obtenção de frequência

Participação em 3/4 das aulas efetivadas.

Fórmula de cálculo da classificação final

Nota do exame final.

Melhoria de classificação

Melhoria a exames - por repetição após aprovação à unidade curricular

Melhoria em componentes de avaliação contínua - por repetição de participação nas aulas.

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