| Nome: | Luísa Maria Correia Lopes Lobato |
| Sigla: | LMCLL |
| Estado: | Ativo |
| R-000-N1C |
| Email Institucional: | lmlobato |
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Luísa Lobato é assistente graduada sénior de Nefrologia no Serviço de Nefrologia do Centro Hospitalar Universitário de Santo António, Unidade Local de Saúde de Santo António (ULS de Santo António/ULSSA).
luisalobato@ulssa.min-saude.pt
lmlobato@icbas.up.pt
Posição atual: diretora do Serviço de Nefrologia, ULS de Santo António.
Obteve a Graduação em Medicina pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), Universidade do Porto, Portugal. Em 2004 concluiu o Doutoramento em Ciências Médicas pelo ICBAS com o desenvolvimento de estudos na doença renal na amiloidose ATTR.
Luísa Lobato realizou a Especialização em Nefrologia no Hospital de Santo António, Porto. Coordena, desde 1994, a consulta de Nefrologia na Unidade Corino de Andrade, Unidade da ULS de Santo António dedicada às amiloidoses hereditárias. O trabalho desenvolvido na ULSSA envolve doenças glomerulares complexas, amiloidoses e patologia genética https://www.ulssa.pt/v0C0J0D0O/servico-de-nefrologia.
Dirigiu, desde 2013 a 2023, o Departamento de Ensino, Formação e Investigação o Serviço de Investigação Clínica Hospitalar, incluindo a sua Unidade de Ensaios Clínicos. Em 2022, assumiu a direção do Serviço de Nefrologia da ULSSA.
É Presidente da Comissão Científica da Sociedade Portuguesa de Nefrologia desde 2022 e Membro desta Comissão desde 2015.
No ICBAS, é Professora Catedrática Convidada de Nefrologia e coordenadora académica dos programas de mobilidade de Medicina. Integrou o Conselho de Representantes do ICBAS entre 2014 e 2022.
Luísa Lobato é Vice-coordenadora da UMIB - Unit for Multidisciplinary Research in Biomedicine/ ICBAS e investigadora do grupo Nephrology, Dialysis and Transplantation da mesma Unidade de Investigação. Desde 2021 que integra o laboratório Associado ITR - Laboratory for Integrative and Translational Research in Population Health, University of Porto.
Área de investigação: amiloidoses sistémicas hereditárias, especialmente as associadas à transtirretina (ATTR) e ao fibrinogénio (AFib); epidemiologia, correlações genótipo-fenótipo, histopatologia e efeitos da terapêutica da ATTR na doença renal.