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Currículo, Gestão e Avaliação Educacional

Código: DE303     Sigla: CGAE

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Ciências da Educação

Ocorrência: 2008/2009 - 2S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Ciências da Educação
Curso/CE Responsável: Mestrado em Ciências da Educação

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MCED 11 Plano Oficial 1 - 12 -

Língua de trabalho

Português

Objetivos

APRESENTAÇÃO
Esta unidade curricular visa criar condições que permitam aos estudantes do mestrado em Ciências da Educação, que frequentam o domínio “Currículo, Gestão e Avaliação Educacional”, um aprofundamento teórico dos campos que o atravessam e que seja mobilizável no desenvolvimento de competências de análise de quadros normativos de referência e de situações e contextos concretos, tais como o recente quadro normativo de gestão educacional e de autonomia das escolas, as orientações curriculares para os ensinos básico e secundário e a avaliação das escolas destes níveis de ensino.
No quadro do perfil de formação definido para os estudantes do 2º ciclo de Ciências da Educação, é intenção desta unidade curricular criar condições que permitam o desenvolvimento de competências de problematização e de reflexividade sobre o sistema educacional em geral e sobre processos de governação das escolas e de organização e desenvolvimento do currículo, em particular, susceptíveis de gerarem novas leituras dessas situações, em si configuradoras de propostas alternativas. Assim, pretende-se com esta unidade curricular construir instrumentos analíticos, teoricamente sustentados, que apoiem a compreensão destas situações educacionais.

OBJECTIVOS
- Aprofundar conhecimentos teóricos relacionados com o currículo, a gestão e a avaliação educacional;

- Caracterizar discursos legais, discursos académicos e discursos da instituição escolar que orientam e configuram o currículo, a gestão e a avaliação educacional nos ensinos básico e secundário;

- Caracterizar, nas perspectivas política, sociológica e organizacional, processos de governação democrática das escolas em Portugal;

- Identificar as implicações de uma liderança responsável e ao serviço da comunidade na mediação e nos resultados organizacionais, na articulação com os Stakeholders e na percepção do risco e dos limites da tomada de decisão;

- Desenvolver pequenas pesquisas que tenham como focos de estudo situações relacionadas com o currículo, gestão e avaliação educacional.

COMPETÊNCIAS
- Capacidade de leitura/estudo de situações relacionadas com o currículo, a gestão e avaliação educacional e o governo das escolas, fundamentadas em quadros teóricos de referência

- Capacidade de assegurar a concretização de intervenções nos domínios do currículo, da gestão e da avaliação educacional e do governo das escolas ajustadas à diversidade e complexidade das situações
- Capacidade de configurar mediações em processos de organização e desenvolvimento do currículo, de gestão e avaliação educacional que favoreçam a qualidade educativa e o sucesso escolar.



Programa

I – O CURRÍCULO NO SISTEMA EDUCATIVO PORTUGUÊS
- Princípios, organização e percursos do Sistema Educativo Português
- A territorialização na educação escolar
* A emergência do conceito de territorialização da educação;
* Medidas de territorialização no Sistema Educativo Português
* A escola como espaço de decisão curricular;
* Concepções curriculares que suportam o sentido de escola como espaço de decisão
* Os projectos Curriculares de Escola/Agrupamento e os Projectos Curriculares de Turma como dispositivos de construção da gestão curricular local
II- GESTÃO EDUCACIONAL
II.1 Teorias Organizacionais e Abordagens Relacionais e Comunicacionais em Administração e Gestão Educacional
* A escola pública como organização;
* Modelos organizacionais de escola;
* A escola como organização comunicativa.
II.2. Políticas Educativas e Governação das Escolas
* A gestão educacional e os processos de autonomia e liderança;
* As autonomias decretadas (regime jurídico da autonomia, administração e gestão das escolas e agrupamentos de escolas);
* Diálogos sobre autonomias.

III - A AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS NA CONSTRUÇÃO DE PROCESSOS DE AUTONOMIA EDUCACIONAL

- Modelos e tipos de avaliação (modelos de avaliação objectivista, subjectivista e crítica e avaliação de tipos interno e externo)
- Avaliação das escolas no Sistema Educativo Português
*A avaliação externa no quadro da Inspecção-geral de Educação (IGE): fundamentos e procedimentos
* A auto-avaliação como dispositivo de construção da autonomia escola

Bibliografia Obrigatória

ALAIZ, Vítor, GÓIS, Eunice, GONÇALVES, Conceição (2003). ; Auto-avaliação de escolas. Pensar e praticar. , Porto: Edições ASA., 2003
AZEVEDO, José Mª ; “Avaliação das escolas: fundamentar modelos e operacionalizar processos”, in CNE, Avaliação das escolas. Modelos e processos. , Lisboa: Conselho Nacional de Educação, pp. 13-95, (2005).
-COLÁS BRAVO, Pilar ; Evaluación de Programas. , Sevilha: Kronos, p. 113 e p. 231., (1993)
-ESTÊVÃO, Carlos ; Educação, Justiça e Autonomia – Os Lugares da Escola e o Bem Educativo. , Porto: Edições ASA. , (2004)
FERNANDES, António S. ; “Descentralização, desconcentração e autonomia dos sistemas educativos: uma panorâmica europeia”, in FORMOSINHO, João et al. Administração da Educação. Lógicas burocráticas e lógicas de mediação. , Porto: Edições Asa, pp. 53-89., (2005).
FERNANDES, Preciosa ; "Perspectivas curriculares de suporte ao Ensino Básico no Sistema Educativo Português (1989-2005)". In Políticas Educativas e Dinâmicas Curriculares em Portugal e no Brasil ., Porto: LIVPSIC, pp. 35-53., (2007).
FERREIRA, Elisabete ; “A Autonomia da Escola Pública: A Lenda da Estátua com Pés de Barro”., Educação, Sociedade & Culturas, 22, 133-152., (2004).
FERREIRA, Elisabete ; (D)Enunciar a Autonomia – Contributos para a Compreensão da Génese e da Construção da Autonomia na Escola Secundária. , Porto: FPCE – Universidade do Porto. Tese de Doutoramento, doc. policopiado., (2007).
- LEITE, Carlinda; “O lugar da escola e do currículo na construção de uma educação intercultural”, in AAVV Ênfases e omissões no currículo. , S. Paulo: Papirus Editora, pp. 45-64, (2001).
-LEITE, Carlinda ; “A territorialização das políticas e das práticas educativas”. In Leite, C. (org.). Mudanças Curriculares em Portugal. Transição para o século XXI., Porto: Porto Editora, pp. 15-32., (2006).
LEITE, Carlinda e FERNANDES, Preciosa ; “A organização das escolas por Agrupamentos – de uma autonomia prometida a uma prática comprometida”, in Leite, Carlinda e Lopes Mª Amélia (org.). Escola, Currículo e Formação de Identidades. , Porto: Edições Asa., (2007).
LIMA, Licínio ; Compreender a Escola – Perspectivas de Análise Organizacional. , Porto: Edições Asa., (2006).

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Exposição
Debate
Trabalho de grupo
Configuração de uma pesquisa
Trabalho de campo orientado
Orientação tutorial
Divulgação das pesquisas
Avaliação da aprendizagem

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Peso (%) Data Conclusão
Participação presencial (estimativa) Participação presencial 104,00
pesquisa bibilográfica Teste 5,00
trabalho de grupo Trabalho laboratorial 10,00
anaálise e interpretação dos dados Defesa pública de dissertação, de relatório de projeto ou estágio, ou de tese 20,00
divulgação dos resultados da pesquisa realizada Participação presencial 8,00
Total: - 0,00

Componentes de Ocupação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Data Conclusão
recolha de dados para realização da pesquisa Estudo autónomo 15
Total: 15,00

Obtenção de frequência

-Obtenção de frequência com classificação mínima de 8 valores exigida pelo regulamento
(cf. art.º 9) nos vários momentos de avaliação
No caso de algum estudante não obter frequência, poderá, desde que atempadamente tenha negociado com o/a docente :
- realizar os trabalhos previstos para avaliação, com as devidas ponderações e adequações nas formas de os apresentar;
- realizar um exame final escrito com ponderação final de 100%.

Fórmula de cálculo da classificação final

- envolvimento individual na realização de uma pesquisa (30%)
- relatório do estudo empírico, com um máximo de 20 páginas, (40%);
- apresentação, em seminário alargado, do estudo realizado, máximo 15 minutos ao (30%).

Provas e trabalhos especiais

Em casos específicos, devidamente comprovados e acordados na Coordenação de ano, as provas escritas podem ser substituídas por provas orais;

Melhoria de classificação

A melhoria da classificação final é possível mediante a realização de um novo exame para
melhoria de nota.
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