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Sociologia da Saúde e da Doença

Código: MSOCI026     Sigla: SOCSD

Ocorrência: 2009/2010 - 1S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Sociologia
Curso/CE Responsável: Mestrado em Sociologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MSOCI 15 MSOCI - Plano de Estudos 1 - 6 52 162

Língua de trabalho

Português

Objetivos

Esta cadeira pretende dinamizar um contacto de carácter geral com a problemática da saúde, da doença e da medicina no âmbito da análise sociológica, tomando como referência a realidade portuguesa. A primeira parte da disciplina tem como objectivo familiarizar os alunos com os contributos teóricos e metodológicos da sociologia da Saúde e da Doença no âmbito da produção sociológica geral, bem como com os problemas que marcaram a sua emergência e o seu desenvolvimento. A segunda parte da disciplina tem como objectivo promover uma reflexão detalhada sobre as determinantes sociais da saúde e da doença, com particular ênfase na questão das desigualdades no acesso à saúde e na distribuição da doença. A terceira e última parte da disciplina tem como objectivo familiarizar os alunos com as configurações estruturais do sistema de saúde português, promovendo alguma reflexão numa lógica comparativa de âmbito internacional.
No final do semestre espera-se que os alunos apresentem competências: no domínio da problematização teórica da saúde e da doença; no domínio da análise dos factores sócio-económicos com impacto na saúde e na doença; no domínio da análise de sistemas de saúde.

Programa

1. O desenvolvimento conceptual da Sociologia da Saúde e da Doença

2. As determinantes sociais da saúde e da doença

3. As políticas de saúde e a organização dos sistemas de prestação de cuidados

Bibliografia Obrigatória

BLANE D., BRUNNER E. e WILKINSON R.; Health and Social Organization. Towards a Health Policy for the 21st Century, Routledge, 1996
BLOOR M. ; The Sociology of HIV Transmission, Sage, 1995
BUNTON R. e PETERSEN A.; Foucault, Health and Medicine, Routledge, 1997
FERREIRA F.A. ; História da Saúde e dos Serviços de Saúde em Portugal, Fundação Calouste Gulbenkian, 1990
PRIOR L. ; The Social Organization of Mental Illness, Sage, 1993
SILVERMAN D. ; Communication and Medical Practice. Social Relations in the Clinic, Sage, 1987
SONTAG S. ; AIDS and its Metaphors, The Penguin Books, 1989
PAQUET G. ; Santé et Inégalités Sociales, Institut Québécois de Recherche sur la Culture, 1990
FITZPATRICK M. ; The Tyranny of Health. Doctors and the Regulation of Lifestyle, Routledge, 2001
PAYNE S. ; Women, Health and Poverty: an introduction, Harvester Wheatsheaf, 1991
CALNAN M. ; Health and Illness. The Lay Perspective, Tavistock, 1987
PETERSON A. e LUPTON D.; The New Public Health. Health and Self in the Age of Risk, Sage, 1996
BURY M. ; Health and Illness in a Changing Society, Routledge, 1997
POWELL F.D. e WESSWN A.(eds.); Health Care Systems in Transition, Sage, 1998
HOGG C. ; Patients, Power and Politics, Sage, 1999
HUGMAN R. ; Power in Caring Professions, Macmillan, 1991
TURNER B.S; Regulating Bodies. Essays in Medical Sociology, Routledge, 1992
CARAPINHEIRO G. (org.); Sociologia da Saúde: Estudos e Perspectivas, Editores Pé de Página, 2006
ALBRECHT G.L., FITZPATRICK R., SCRIMSHAW S. (eds.); The Handbook of Social Studies in Health and Medicine, Londres, Sage, 1999
LUPTON D. ; Medicine as Culture. Illness, disease and the body in western societies, Sage, 1994
SHARMA U. ; Complementary Medicine Today. Practitioners and Patients, Routledge, 1995
CANGUILHEM G. ; Le Normal et le Pathologique, PUF, 1991
AGGLETON P. ; Health, Routledge, 1990
AUGÉ M. e HERZLICH C. ; Le Sens du Mal. Anthropologie, Histoire, Sociologie de la Maladie, des Archives Contemporaines, 1984
GABE J., KEÇÇEHER D. e WILLIAMS G. (eds.) ; Challenging Medicine, Routledge, 1994
MILES J.A. ; Women, Health and Medicine, Open University Press, 1991

Observações Bibliográficas

No início das aulas se~rá distribuída uma listagem com um sumário dos conteúdos das referências bibliográficas fundamentais, para orientação dos estudantes.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Aulas teórico-práticas (TP)

As aulas compreenderão um registo expositivo da parte da docente no momento da introdução dos temas do programa. Paralelamente, será dinamizado um registo de debate/reflexão colectivo a partir da discussão de casos/situações propostas pela docente e pelos alunos

Aulas de orientação tutorial (OT)

As aulas serão dedicadas ao trabalho de preparação dos debates e dos portfolios de aprendizagem.

Palavras Chave

Ciências Sociais > Sociologia
Ciências Sociais > Sociologia > Comportamento societal

Tipo de avaliação

Componentes de Avaliação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Peso (%) Data Conclusão
Participação presencial (estimativa) Participação presencial 56,00
Organização dos portfolios de aprendizagem Trabalho escrito 50,00
Exame Exame 2,00
Total: - 0,00

Componentes de Ocupação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Data Conclusão
Preparação de materiais para acompanhamento das aulas Estudo autónomo 54
Total: 54,00

Obtenção de frequência

A avaliação compreenderá os seguintes elementos: um exame escrito e oral, se necessário; preparação e participação em debates previstos ao longo do semestre e elaboração do respectivo portfolio de aprendizagem.
A aprovação à unidade curricular implica a realização de todas as componentes de avaliação.

Fórmula de cálculo da classificação final

A classificação final na disciplina resultará das seguintes ponderações: 60% para o teste escrito (ou oral, se necessário); 30% para a participação nos debates e respectivo portfolio individual de aprendizagem; 10% para a assiduidade.

Os alunos que, nos termos da lei, estejam dispensados da obrigatoriedade de assistência às aulas, verão ponderada em 40% a participação nos debates e respectivo portfolio de aprendizagem.

Todas as provas são de realização obrigatória, independentemente do estatuto do estudante.

Provas e trabalhos especiais

Os alunos que não concretizarem a sua participação nos debates e respectivo portfolio de aprendizagem, ou que para o mesmo elemento de avaliação obtiverem classificação negativa, deverão sujeitar-se a exame na época de recurso. Nessa data, será distribuído um enunciado, relativo a um tema abordado ao longo do semestre, sobre o qual o aluno deverá construir um conjunto de argumentos que evidenciam capacidade de problematização crítica e de procura de informação secundária. No enunciado será indicada a data prevista para a entrega do trabalho, o qual será valorizado em 30% ou 40%, consoante o aluno esteja ou não sujeito a assiduidade, respectivamente.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os alunos que, nos termos da lei, estejam dispensados da assiduidade às aulas ficam obrigados a contactar com o docente, no início do período de funcionamento da disciplina, para efeitos do estabelecimento dos respectivos procedimentos de avaliação de conhecimentos.

Melhoria de classificação

O estudante poderá requerer melhoria da classificação. A melhoria poderá ocorrer nas épocas normal e de recurso de avaliação final, até à época de recurso (inclusive) do ano lectivo seguinte ao da aprovação da disciplina. Os alunos que desejem realizar a melhoria da classificação no ano seguinte àquele em que obtiveram aprovação nas unidades curriculares respectivas têm de se cingir aos programas e métodos de avaliação vigentes nesse ano lectivo.
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