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Tradições Académicas

O Porto, tal como outras cidades académicas portuguesas, tem bem vincado um conjunto de tradições que acompanham o crescimento da Academia.

Desde o traje académico até à implementação da tão conhecida praxe e do festejo da Queima das Fitas, os estudantes universitários da Invicta vivem as suas tradições com um grande orgulho e entusiasmo.

Queima das Fitas

A tradição académica da Queima das Fitas é uma semana festiva que acontece todos os anos durante o mês de maio. É organizada pela Federação Académica do Porto (FAP) tendo como um dos principais objetivos proporcionar bons concertos a preços mais acessíveis a todos os estudantes.Grupos internacionais como os MGMT, Gabriel o Pensador e Franz Ferdinand já passaram pela nossa Queima das Fitas.

Apenas em 1979 a Queima das Fitas do Porto começou a tomar os moldes que atualmente conhecemos, com inúmeras atividades desde a Serenata, ao Cortejo, passando pelas Noites, concerto Promenade, Festival Ibérico de Tunas Académicas, Sarau Cultural, etc. Esta evolução fez com que a Queima das Fitas deixasse de ser uma festa restrita aos estudantes para passar a ser o maior evento da cidade do Porto e a maior festa Académica do País.

Cortejo académico do Porto

O Cortejo Académico é um dos pontos altos da semana da Queima das Fitas é tem-se tornado também uma verdadeira atração turística. Os finalistas de cartola, bengala e pasta com as fitas da cor do seu curso desfilam pelas ruas da cidade, juntamente com os restantes colegas que vão trajados ou com as t-shirts de curso. Todos os cursos contam com o seu carro alegórico decorado a rigor com as cores dos cursos.

Traje Académico

A sua tradição remonta à Universidade de Coimbra, a mais antiga de Portugal, e com o tempo estendeu-se a todas as Universidades do país. O objetivo sempre foi o de uniformizar e distinguir a comunidade académica.

Tradicionalmente compostos por capa e batina, até 1937 apenas os homens vestiam o traje, sendo que foram as mulheres da Universidade do Porto as primeiras a adotar esta tradição.

Apesar de ser utilizado sobretudo em cerimónias académicas, durante a época de praxe ou noutras ocasiões especiais para os estudantes, é relativamente comum ver estudantes trajados na cidade do Porto ou na FEUP.

Traje Académico Masculino

  • Capa preta;
  • Batina preta de formato não eclesiástico;
  • Calças pretas;
  • Colete preto;
  • Gravata preta;
  • Camisa branca com colarinhos normais;
  • Meias pretas;
  • Sapatos pretos de formato simples;
  • Gorro preto (facultativo), sem borla e sem terminar em bico.

A batina deve ter um botão na parte de trás da lapela direita (e a casa correspondente na outra), para fechar em caso de luto.

Há uma versão de gala, com colarinhos de bico e laço preto em vez de gravata. Sendo-se Cartolado, em gala não se usa capa nem pasta obviamente. O uso do colete é opcional.

Traje Académico Feminino

  • Capa preta;
  • Casaco preto;
  • Saia preta travada;
  • Gravata preta;
  • Camisa branca;
  • Meias pretas;
  • Sapatos pretos de formato simples;
  • É tradicional as orfeonistas usarem meias cor de pele;
  • Não existe versão de gala.

Praxe

A praxe académica, ou simplesmente praxe, é um conjunto de práticas que visa a receção e integração dos novos estudantes nas instituições de ensino superior em que ingressam. Estas regem-se, de acordo com os seus promotores, por códigos aprovados por grupos restritos da comunidade estudantil. Quando bem aplicada, esta pode ser uma boa forma de integração, já que, através dela, os novos estudantes (caloiros) conhecem os estudantes mais velhos que os podem ajudar ao longo da sua vida académica, e os colegas do seu próprio ano, contribuindo para novas amizades.

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