| Código: | BIOL1005 | Sigla: | BIOL1005 | Nível: | 100 |
| Áreas Científicas | |
|---|---|
| Classificação | Área Científica |
| OFICIAL | Biologia |
| Ativa? | Sim |
| Unidade Responsável: | Departamento de Biologia |
| Curso/CE Responsável: | Licenciatura em Biologia |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Anos Curriculares | Créditos UCN | Créditos ECTS | Horas de Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| L:B | 157 | Plano de Estudos Oficial | 2 | - | 6 | 48 | 162 |
| L:CC | 0 | Plano estudos a partir do ano letivo 2021/22 | 2 | - | 6 | 48 | 162 |
| 3 | |||||||
| L:F | 0 | Plano de Estudos Oficial | 2 | - | 6 | 48 | 162 |
| 3 | |||||||
| L:G | 4 | Plano estudos a partir do ano letivo 2017/18 | 2 | - | 6 | 48 | 162 |
| 3 | |||||||
| L:M | 8 | Plano de Estudos Oficial | 2 | - | 6 | 48 | 162 |
| 3 | |||||||
| L:Q | 3 | Plano estudos a partir do ano letivo 2016/17 | 3 | - | 6 | 48 | 162 |
| Docente | Responsabilidade |
|---|---|
| Armando Jorge Gomes Teixeira | Regente |
| Teórica: | 1,85 |
| Práticas Laboratoriais: | 1,85 |
| Tipo | Docente | Turmas | Horas |
|---|---|---|---|
| Teórica | Totais | 1 | 1,85 |
| Armando Jorge Gomes Teixeira | 1,462 | ||
| Paula Maria Vieira de Melo Gomes | 0,385 | ||
| Práticas Laboratoriais | Totais | 8 | 14,80 |
| Herlander Azevedo | 5,23 | ||
| Paula Maria Vieira de Melo Gomes | 3,08 | ||
| Cristiano Fortuna Soares | 2,77 | ||
| Armando Jorge Gomes Teixeira | 3,692 |
A Unidade Curricular (UC) Fisiologia Vegetal tem como principais objetivos:
A frequência da UC deverá permitir aos estudantes terem competência e capacidade para:
Não há pré-requisitos
- Equilíbrio hídrico nas plantas. Conceito de potencial hídrico e comportamento osmótico das células. Água no contínuo solo-planta-atmosfera. Mecanismo de controlo do funcionamento dos estomas e sinais ambientais de regulação. Translocação no floema: teoria do fluxo em massa.
- Fotomorfogénese mediada pela luz vermelha e azul. Fitocromo: propriedades e funções ecológicas. Adaptação das plantas a alterações na qualidade da luz e influência na germinação de sementes. Respostas e fotorrecetores à luz azul.
- Fisiologia da floração. Conceito e influência dos fatores ambientais.
- Nutrientes minerais. Critérios de essencialidade. Elementos essenciais e sua classificação. Culturas sem solo. Sintomatologia de carência nutricional. Métodos histoquímicos e bioquímicos para diagnose de carências nutricionais. Disponibilidade e movimento dos nutrientes no solo. Absorção e transporte de nutrientes na raiz e na planta. Micorrizas e sua importância na nutrição das plantas.
- Crescimento e desenvolvimento das plantas e sinais internos e ambientais. As hormonas como sinais integradores do desenvolvimento: auxinas, citocininas, giberelinas, etileno, ácido abscísico, brassinoesteróides e estrigolactonas.
- Respostas das plantas a vários stresses abióticos e fatores que determinam essas respostas.
- Culturas in vitro de células vegetais e principais aplicações da biotecnologia vegetal.
- Metodologias mais comuns na transformação genética de plantas superiores.
- Germinação de sementes e mobilização das reservas armazenadas. Dormência das sementes.
- Fisiologia da senescência foliar.
Programa prático:
- Avaliação do potencial hídrico do tubérculo da batata pelo método do Chardakov
- Envolvimento do fitocromo na síntese de antocianinas em resposta à luz
- Efeito das auxinas e etileno na abcisão foliar
- Estudo da nutrição mineral, sintomatologias e marcadores bioquímicos
- Efeito das auxinas na rizogénese
- Regulação da produção de α-amilase em sementes de cevada pelo ácido giberélico
- Regulação hormonal da senescência foliar
- Localização histoquímica do H2O2 formado em resposta ao ferimento
Aulas teóricas de natureza expositiva-interrogativa apoiadas em projeções do tipo PowerPoint.
Aulas práticas que proporcionam a aquisição de competências específicas, designadamente as que resultam da execução de trabalhos práticos laboratoriais.
A calendarização das aulas práticas, bem como o conjunto de procedimentos para cada trabalho laboratorial, estão disponíveis para os estudantes na página web da UC.
Relativamente às aulas práticas, os estudantes irão organizar-se em grupos de trabalho, sendo um nomeado responsável do grupo, para fazer uma apresentação oral final baseada nos resultados obtidos no trabalho prático que lhes foi atribuído no início das aulas práticas.
| Designação | Peso (%) |
|---|---|
| Exame | 93,00 |
| Apresentação/discussão de um trabalho científico | 7,00 |
| Total: | 100,00 |
| Designação | Tempo (Horas) |
|---|---|
| Estudo autónomo | 112,00 |
| Frequência das aulas | 48,00 |
| Apresentação/discussão de um trabalho científico | 2,00 |
| Total: | 162,00 |
Aulas práticas são de frequência obrigatória (presença mínima em 75% das aulas).
Para obtenção da frequência é obrigatória a apresentação e discussão dos resultados de um trabalho laboratorial realizado durante as aulas práticas (ver fórmula de cálculo da classificação final), obtendo a nota mínima definida abaixo.
Estudantes trabalhadores: realização de 2/3 dos trabalhos práticos.
Os estudantes trabalhadores, no caso de não frequentarem as aulas práticas, terão de realizar um exame complementar de índole prática com o objetivo de demonstrar que possuem os conhecimentos e competências exigidas na UC (Ver Avaliação Especial).
Os estudantes têm de optar por uma modalidade de avaliação de conhecimentos:
I. Exame final OU II. Avaliação distribuída (frequências)
I. Exame final escrito (componente teórica e componente teórico-prática)
- Exame teórico (T), 20 valores
- Exame teórico-prático (TP), 16 valores
- Apresentação e discussão dos resultados de um trabalho laboratorial realizado durante as aulas práticas (AP), 4 valores
Notas Mínimas: exame T - 8 valores
exame TP - 6,5 valores
apresentação oral - 1,6 valores
Nota Final – [2T+(TP+AP)]/3
II. Avaliação distribuída (frequências)
A aprovação é obtida com nota final na UC de 9,5/20 valores
Os estudantes trabalhadores, no caso de não frequentarem as aulas práticas, terão de realizar um exame complementar de índole prática com o objetivo de demonstrar que possuem os conhecimentos e competências exigidas na UC.
É possível fazer melhoria à nota obtida no exame final (teórico e teórico-prático). Não é possível melhorar a apresentação oral.
Para melhoria de nota final o estudante necessita de requerer nova prova de exame, de acordo com a legislação vigente relativa ao assunto.
Regente - Jorge Teixeira
Júri da Unidade Curricular - Jorge Teixeira e Paula Melo