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Manuel Graça Dias

Fotografia de Manuel Carlos Sanches da Graça Dias
Nome: Manuel Carlos Sanches da Graça Dias Ligação à página pessoal de Manuel Carlos Sanches da Graça Dias
Sigla: MGD
Estado: Ativo
ORCID http://orcid.org/0000-0001-8310-4515
Email Institucional: mdias@arq.up.pt
Extensão Telefónica: 5482
Telf.Alt.: 220425482/213841250
Salas: TF1.9

Funções

Categoria: Professor Associado
Carreira: Pessoal Docente de Universidades
Grupo profissional: Docente
Área Científica: Arquitectura (A)
Interrupção: Licença sabática
Início da Interrupção: 01-09-2018
Fim da Interrupção: 31-08-2019
Grupo profissional: Investigação Científica
Vínculo: Outras Colabs. -> Investigador externo
Unidade: Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU)

Apresentação Pessoal

Manuel Graça Dias nasceu em Lisboa, em 1953.

É arquitecto (ESBAL, 1977) e iniciou a profissão em Macau, como colaborador do Arqtº Manuel Vicente (1978-1981).

Foi assistente da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (1985-1996) e Professor Auxiliar da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1997-2015), onde se doutorou com a Tese Depois da cidade viária (2009), sendo, actualmente, Professor Associado da mesma Faculdade 
(desde 2015). É, ainda, Professor Catedrático Convidado do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa (desde 1998), que também dirigiu (entre 2000 e 2004).

Vive e trabalha em Lisboa onde criou, em 1990, o atelier CONTEMPORÂNEA, com Egas José Vieira. A casa que recuperou em 1979, na Graça, em Lisboa, em associação com António Marques Miguel, recebeu a Menção Honrosa Valmôr (1983); obteve, ainda, o 1º lugar no concurso para o Pavilhão de Portugal na Expo'92, Sevilha (1989), bem como 1º lugar no concurso para a construção da nova sede da A.A.P./Banhos de S. Paulo (actualmente, Ordem dos Arquitectos), em Lisboa (1991), ambos em associação com Egas José Vieira.

Tem escritos variadíssimos artigos de crítica e divulgação de arquitectura em jornais e revistas da especialidade (desde 1978), sendo solicitado para um vasto número de conferências, quer em Portugal quer no estrangeiro. Foi autor de um programa quinzenal (VER ARTES/ARQUITECTURA), na TV2 (1992/1996), colaborador da rádio TSF, assinando várias séries de programas de divulgação de arquitectura (1995/1999), bem como colaborador regular do semanário Expresso na área da crítica de arquitectura (2001/2006). Foi director do Jornal Arquitectos (2009/2012), orgão da Ordem dos Arquitectos (cuja direcção também assumiu em 2000/2004); Comissário da representação portuguesa à VIII Bienal de Arquitectura de São Paulo (2009); Comissário (com Ana Vaz Milheiro), da Exposição Sul África/Brasil, para a Trienal de Lisboa 2010, tendo sido, ainda, Presidente da Secção Portuguesa da Association Internacional des Critiques d'Art, SP/AICA (2008-2012).

É autor de vários livros de crítica ou divulgação de temas de arquitectura: Macau Glória: A glória do vulgar (com Manuel Vicente e Helena Rezende, 1991); Vida Moderna (1992); Graça Dias + Egas Vieira, projectos/projects 1985-1995 (com Egas José Vieira, 1996); Ao volante pela cidade: 10 entrevistas de arquitectura (1999); O homem que gostava de cidades (2001); Passado, Lisboa, presente, Lisboa, futuro (2001); 30 exemplos: Arquitectura portuguesa no virar do século XX (2004); Manual das cidades (2006); 11 Cidades/Cities, projectos/projects 1995-2005 (com Egas José Vieira, 2006); Arte, arquitectura e Cidade: A propósito de “Lisboa Monumental” de Fialho de Almeida (2011); 10x10 Pizza a pezzi/15x15 Incubadora de empresas (com Egas José Vieira, 2011); Ao volante pela cidade: Paulo Mendes da Rocha (2014); Aldeia da Estrela: Sociologia e arquitectura ao serviço de uma população (com Rodrigo Rosa e Egas José Vieira, 2015)

Manuel Graça Dias tem trabalhos construídos em Almada, Braga, Chaves, Guimarães, Lisboa, Porto, Vila Real, Macau, Madrid, Sevilha e Frankfurt que têm sido objecto de publicação na imprensa especializada e têm vindo a ser mostrados (desde 1978) em exposições colectivas ou individuais.

Co-autor do polémico Estudo de Reconversão Urbana do Estaleiro da Lisnave, em Almada, Manuel Graça Dias ocupa-se, actualmente, com Egas José Vieira, de vários projectos: a recuperação de um edifício pombalino destinado a habitação na zona do Cais do Sodré, em Lisboa, a recuperação do Teatro Luis de Camões, também em Lisboa, da musealização do Museu da Oliveira e do Azeite, em Mirandela (2004-2014), edifício de que também foram autores, e de uma Escola Básica (EB1+ JI), no Parque das Nações, em Lisboa.

O Teatro Municipal de Almada (Teatro Azul, 1998-2005), que projectou com Egas José Vieira e Gonçalo Afonso Dias, foi nomeado (pelos respectivos Júris) para o Prémio Secil, 2007, para o Prémio Mies van der Rohe, 2007 e para o Prémio Aga Khan, 2008/2010.

Manuel Graça Dias e Egas José Vieira ganharam o Prémio AICA/Ministério da Cultura (Arquitectura), relativo a 1999, pelo conjunto da sua obra construída.

 Em 2006, Manuel Graça Dias foi agraciado, por S. Exª o Presidente da República Portuguesa, Dr. Jorge Sampaio, com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

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