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Introdução à Sexologia

Código: P610     Sigla: IS

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2020/2021 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIPSI 60 Plano Oficial 3 - 3 30 81

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Maria da Conceição de Oliveira Carvalho Nogueira Regente

Docência - Horas

Teorico-Prática: 2,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teorico-Prática Totais 2 4,00
Mariana de Lurdes Carrito 3,00
Maria da Conceição de Oliveira Carvalho Nogueira 1,00

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

 

A Unidade curricular de Introdução à Sexologia visa promover o conhecimento na área da sexologia enquanto ciência multidisciplinar da sexualidade.

 

Daremos a conhecer alguns dos mais proeminentes autores da história da sexologia e suas teorias, bem como os diversos paradigmas científicos mais globais que lhes serviram de contexto: O paradigma médico-biológico, o paradigma psicanalítico, o paradigma empírico-comportamentalista, o paradigma médico-farmacológico e o paradigma cognitivista.

 

Abordaremos ainda a resposta sexual, seus princípios psicofisiológicos e principais modelos de resposta sexual: Modelos clássicos (e.g., Ellis, Reich, Masters & Johnson e Helen Kaplan);  Modelos contemporâneos (Basson, 2000;Bancroft e Janssen, 2000).

 

Faremos também uma revisão da investigação sobre o papel de diferentes variáveis psicológicas na resposta e funcionamento sexual (e . g., personalidade, crenças, esquemas cognitivos, atribuições causais, expectativas, foco da atenção, emoções, etc.).

 

Por último abordaremos alguns temas relevantes em psicologia da sexualidade (e.g., neurociências e sexualidade, disfunções sexuais, sexualidade e incapacidade, agressão e compulsividade sexual).

 

Resultados de aprendizagem e competências

 

Os alunos deverão desenvolver competências de:

 

 

 

Conhecimento da história da sexologia

 

Conhecimento da psicofisiologia e dos modelos da resposta sexual

 

Conhecimento dos factores psicológicos da resposta e funcionamento sexual

 

Conhecimento e capacidade de reflexão sobre temas contemporâneos da psicologia da sexualidade

 

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)


NA

Programa

 

I – HISTÓRIA DA SEXOLOGIA

 

1.     A ciência do sexo                                                                                                

 

1.1. O paradigma bio-médico                                                                 

 

1.2. O paradigma psicanalítico                                                                           

 

1.3. O paradigma empírico-comportamentalista                                                

 

1.4. O paradigma médico-farmacológico                                                                       

 

1.5. O paradigma cognitivista     

 

                                                                                                             

 

II - A RESPOSTA SEXUAL

 

1.     Psicofisiologia da Resposta Sexual

 

2.     Modelos Clássicos de Resposta Sexual

 

2.1. Ellis e o modelo das duas fases

 

2.2. Reich e o modelo do controlo voluntário / contracções involuntárias

 

2.3. Masters e Johnson e o modelo das quatro fases

 

2.4. Kaplan e o modelo das três fases

 

3.     Modelos Alternativos de Resposta Sexual

 

3.1. Rosemary Basson e a circularidade da resposta sexual feminina

 

3.2. Bancroft e Janssen e o modelo de controlo dual

 

4.     Perspectivas críticas dos modelos de resposta sexual

 

4.1. Artificialidade das fases

 

4.2. Universalidade versus individualidade da resposta sexual humana

 

4.3. Exclusividade dos aspectos fisiológicos

 

4.4. Ausência de componentes psicológicos / subjectivos (cognitivo-emocionais)

 

4.5. As críticas metodológicas

 

4.6. Tiefer e a crítica feminista aos modelos do ciclo de resposta sexual

 

 

 

III – DETERMINANTES PSICOLÓGICOS DA RESPOSTA E FUNCIONAMENTO SEXUAL

 

1.     O papel das variáveis psicológicas

 

1.1.     Personalidade

 

1.2.     Afecto-traço

 

1.3.     Crenças sexuais

 

1.4. Esquemas sexuais                                                                                       

 

1.5.     Atribuições causais

 

1.6.      Expectativas de desempenho

 

1.7.     Distracção cognitiva

 

1.8.     Foco da atenção

 

1.9.     Ansiedade

 

1.10.  Humor deprimido

 

2.     Modelos psicológicos do funcionamento sexual

 

2.1.     Masters e Johnson e o modelo psicofisiológico

 

2.2.     Barlow e o modelo cognitivo-afectivo

 

2.3.     Baker e o modelo cognitivo-comportamental                                           

 

2.4.     Nobre & Pinto-Gouveia e o modelo cognitivo-emocional           

 

 

 

IV – TEMAS EM PSICOLOGIA DA SEXUALIDADE

 

1.     Neurociências e Sexualidade

 

2.   Disfunções sexuais

 

3.     Agressão sexual

 

4.     Sexualidade e incapacidade

 

Bibliografia Obrigatória

Bancroft, J.; Bancroft, J. (2008). Human sexuality and its problems (3ª ed.). Edinburgh, Scotland: Churchill Livingstone.
Bullough, V.; Bullough, V. (1994). Science in the Bedroom: A history of sex research. New York: Basic Books
Fonseca, L., Soares, C., & Vaz, M. ; Fonseca, L., Soares, C., & Vaz, M. (2003), A sexologia: Perspectiva multidisciplinar. Coimbra: Quarteto Editora.
Nobre P. J.; Nobre P. J. (2006). Disfunções Sexuais: Teoria, investigação e tratamento. Lisboa: Climepsi

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

 

A componente teórica da unidade curricular é orientada maioritariamente para a exposição das principais temáticas que constituem o programa. De entre os métodos de ensino prático, salientam-se: 1) leitura e discussão de textos em pequenos grupos, 2) discussão e debate de temas no espaço-turma, 3) visualização de material audiovisual (e.g., filmes: A vida de Alfred Kinsey), 4) pesquisa de material bibliográfico usando bases de dados científicas (b-on, PsychInfo, EBSCO, Google Scholar, etc.), 5) Apresentação de trabalhos de grupo em sala de aula.

 

Palavras Chave

Ciências Sociais > Ciências psicológicas > Psicologia

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Teste 65,00
Trabalho escrito 35,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Apresentação/discussão de um trabalho científico 1,00
Estudo autónomo 23,00
Frequência das aulas 27,00
Trabalho de investigação 0,00
Trabalho escrito 30,00
Total: 81,00

Obtenção de frequência

 

A avaliação incluirá uma componente prática (CP) e uma componente teórica (CT).

 

A componente prática (CP) valerá 35% da nota final na UC e será avaliada através da realização de trabalhos práticos de grupo realizados ao longo do semestre

 

A componente teórica (CT) valerá 65% da nota final na UC e será avaliada através de uma prova escrita.

 

Para obter aprovação à disciplina, os alunos deverão respeitar cada um dos seguintes critérios:

 

1. Obter uma nota final igual ou superior a 9,5 valores;

 

2. Obter as seguintes notas mínimas em cada componente de avaliação:

 

a. Nota mínima de 8 valores na componente prática

 

b. Nota mínima de 8 valores no teste final escrito

 

3. Realizar todos os componentes de avaliação propostos.

 

Fórmula de cálculo da classificação final

 

NOTA FINAL = (Componente Prática * 0.35) + (Componente Teórica * 0.65)

 

Provas e trabalhos especiais


NA

Trabalho de estágio/projeto


NA

Avaliação especial (TE, DA, ...)


NA

Melhoria de classificação

 

Os alunos podem melhorar a classificação final na prova da época de recurso. Neste caso a classificação final  corresponderá a 65% da nota de exame e 35% da nota do trabalho.

 

Observações

 

Bibliografia específica

 

 

 

Baker, C. D. (1993). A cognitive-behavioural model for the formulation and treatment of sexual dysfunction. In J. M. Ussher and C. D. Baker (Eds.), Psychological perspectives on sexual problems (pp. 110-128). London: Routledge.

 

Basson, R. (2000). The female sexual response: A different model. Journal of Sex and Marital Therapy. 26, 51-65.

 

Kaplan, H. S. (1979). Disorders of sexual desire. New York: Brunner/Mazel.

 

Kinsey, A. C., Pomeroy, W. B., & Martin, C. E. (1948). Sexual behavior in the human male. Philadelphia: Saunders

 

Kinsey, A. C., Pomeroy, W. B., Martin, C. E., & Gebhard, P. H. (1953). Sexual behavior in the human female. Philadelphia: Saunders

 

Masters, W. H., & Johnson, V. E. (1966). Human sexual response. Boston: Little, Brown.

 

Masters, W. H., & Johnson, V. E. (1970). Human sexual inadequacy. Boston: Little, Brown.

 

Sbrocco, T., & Barlow, D. H. (1996). Conceptualizing the cognitive component of sexual arousal: Implications for sexuality research and treatment. In P. M. Salkovskis (Ed.), Frontiers of cognitive therapy (pp. 419-449). New York: Guilford Press.

 

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