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Maquetização e Múltiplos

Código: MM500     Sigla: MM

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Artes Plásticas

Ocorrência: 2015/2016 - 1S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Artes Plásticas
Curso/CE Responsável: Artes Plásticas

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
AP 5 Plano de estudos oficial 2011 3 - 4,5 64 121,5
4

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Fernando Manuel Amaral da Cunha Regente

Docência - Horas

Teorico-Prática: 4,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teorico-Prática Totais 1 4,00
Volker Schnuttgen 4,00

Língua de trabalho

Português

Objetivos

Promover numa perspectiva pluridisciplinar o envolvimento dos alunos em projectos de produção devidamente articulados com metodologias que favoreçam o estudo objectivo dos fenómenos relativos às práticas contemporâneas de produção de múltiplos através de conhecimentos susceptíveis de serem adquiridos pela experiência prática e pela formação teórica.

Resultados de aprendizagem e competências

Como resultado da aprendizagem, o estudante deve ser capaz de desenvolver projectos tridimensionais codificados em formato de maquete e em formato de modelo, bem como eleborar a reprodutibilidade de Ambos. Também saberá distinguir a dimensão de modelo e maquete como meio de trabalho e como fim, tirando partido criativo dos meios e dos processos das tipologias em causa.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

A controvérsia pública havida nos EUA a propósito da exposição «Rodin Rediscovered» que teve lugar na National Gallery of Art em Washington, no verão de 1981, pode muito bem servir como ancora inicial para a problematização crítica da originalidade em matéria artística e para os conceitos de matriz e múltiplo e respectivos ambientes tecnológicos. A questão encontra-se de algum modo esclarecida no ensaio The Originality of the Avant-gard and Other Modernist Myths, de 1985, redigido pela historiadora norte americana Rosalind Krauss, pelo que desde já se aconselha a conveniente leitura.
A disciplina de Maquetização e Múltiplos orienta-se naturalmente para a realização de projectos de investigação autónomos de pequena escala que respeitem os princípios consignados sob aqueles conceitos, pelo que se espera ou aguarda produção de protótipo e uma qualquer natureza de edição. Os ambientes tecnológicos serão de escolha livre embora o aluno se responsabilize por inteiro relativamente a saberes tecnológicos que escapem às competências dos nossos técnicos. No sentido de melhorar o acompanhamento dos projectos nas vertentes tecnológicas não especificadas nos nossos planos de estudo, e a favorecer/estimular a experimentação de novas tecnologias, sem prejuízo da utilização e optimização dos nossos próprios recursos, a presente proposta de programa para a disciplina prevê a possibilidade de articulação com diferentes estruturas (académicas ou outras), que objectivamente se constituam como lugares de formação, lugares que, objectivamente, favoreçam o envolvimento técnico e o ganho de experiência potencialmente objecto da preferência dos nossos alunos, com respectivo enquadramento pedagógico. Tal metodologia, consagra abertura com a envolvente social através de convénios, numa perspectiva de formação alargada dos nossos alunos nas vertentes conceptual e prática. Deste modo, numa primeira fase, o aluno(a) apresenta, nos prazos designados, proposta esclarecedora da prática artística que deseja desenvolver ao longo do semestre, obrigatoriamente em regime de avaliação contínua. Caso exista pretensão de desenvolvimento do trabalho curricular em lugar diferente da FBAUP, o aluno(a) deve, nos mesmos prazos, apresentar relatório de candidatura devidamente organizado, no qual fundamente as necessidade de aprendizagem tendo em vista a prossecução do enunciado artístico que se propõe realizar. O acompanhamento/orientação do projecto, decorrerá preferencialmente no horário definido para a disciplina, acrescido de outros tempos normalmente atribuídos para acompanhamento dos alunos. Ao docente compete coordenar e regular metodologias que respeitem e melhor interpretem as ideias inerentes a cada um dos diferentes projectos, orientando para bibliografia e experiências artísticas específicas.

Bibliografia Obrigatória

Benjamin Walter; The^work of art in the age of mechanical reproduction. ISBN: 978-0-141-03619-9

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Organizado e orientado conforme o estipulado no Regulamento do Regime de Estudos e de Avaliação da FBAUP.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Participação presencial 30,00
Trabalho laboratorial 70,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Trabalho laboratorial 121,50
Total: 121,50

Obtenção de frequência

Classificação final igual ou superior a 10 valores.

Fórmula de cálculo da classificação final

Tratando-se de uma disciplina semestral, a classificação final concordará com os resultados obtidos no termo do respectivo semestre.

Provas e trabalhos especiais

Exercícios
Os alunos podem optar por uma das modalidades, exercendo por isso livre escolha relativamente ao trabalho de maquetização e múltiplos. Se a opção recair sobre a primeira modalidade, o aluno deve desenvolver, pelo menos, três esboços em escala reduzida relativamente a eventual projecto de obra a conceber para o espaço público, de galeria ou de museu, acompanhado de respectiva descrição ou memória descritiva suficientemente esclarecedora para que se possa aclarar do objecto a produzir em verdadeira grandeza, não descurando estudo morfológico do lugar e circunstâncias da sua implantação. Se a opção recair sobre múltiplos, o aluno está obrigado a apresentar um mínimo de cinco exercícios, incluindo protótipo ou matriz original. Para uma ou outra modalidade, os alunos elegem os ambientes tecnológicos que melhor se adaptem à natureza e sensibilidade dos objectos a produzir. Cabe no entanto referir, que esta última modalidade é de algum modo flexível se porventura não fixarmos o múltiplo como cópia natural do original, mas antes como algo que participa de uma mesma ideia, ou natureza, de um corpo ou matriz ideal, por isso parte de um todo que configura diferentes elementos, ou estados, de uma mesma coisa. Em todo o caso, para uma ou outra modalidade, os exercícios devem perscrutar a pequena escala, e eleger sempre a ruptura dos meios tradicionais (dos hábitos, mas também das matérias) como factor imprescindível na prossecução da originalidade.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Conforme o estipulado no Regulamento do regime de Estudos e de Avaliação da FBAUP, a avaliação às disciplinas teórico-práticas é contínua, sem prejuízo de combinação com outras modalidades de avaliação. Embora sem registo de faltas, a presença assídua às aulas deve assegurar informação qualitativa e quantitativa a qualquer momento, independentemente dos períodos fixados para a avaliação. A informação referida é assegurada através do desenvolvimento regular de trabalhos práticos e respectivo enquadramento de reflexão teórica. Dadas as características da modalidade de avaliação contínua (avaliação distribuída sem exame final), são factores de ponderação para a avaliação/classificação final, a participação efectiva/presencial do aluno(a) nos espaços de oficina, o desempenho e capacidade de produção, natureza e originalidade do projecto e consequente leitura dos procedimentos e estratégias de consumação.

Melhoria de classificação

Com frequência do curso no ano letivo seguinte.

Observações

AA.VV. (1990). AlbertoGiacometti. Madrid: Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia/ Ministério da Cultura.
AA.VV. (1997). Las casas del alma: Maquetas arquitectónicas de la antigüedad.
Barcelona: Fundación Caja de Arquitectos.
AA.VV. (2008?). Aplicação de materiais de última geração à fundição escultórica com a utlização de molde químico. Emprego de Poliestireno Expandido como molde gaseificável. Lisboa: FBAUL.
AA.VV. (2008?). Ensaios sobre reprodutibilidade. Lisboa: FBAUL.
AA.VV. (2006). Rodin y la revolución de la escultura. De Camille Claudel a Giacometti. Barcelona: Fundació “La Caxia”.
AA.VV. (1999). Siah Armajani. Madrid: MNCARS.
BENJAMIN, W. (1992). Sobre arte, técnica, linguagem e política. Lisboa: Relógio d'gua, 1992. (Antropos). (COTA: 1 BENJ 8 - ISBN 972-708-1770 na Biblioteca da FBAUP).
BENJAMIM, W. (2008). Work of art in the age of mechanical reproduction. London: Penguin Boocks. (COTA: 1 BENJ 8 ISBN 978-0-141-03619-9. na Biblioteca da FBAUP).
CALVINO, I. (1993). As Cidades Invisíveis. Lisboa: Editorial Teorema.
FOSTER, H. (2005). Mestre Construtor. Intervalo. Lisboa: Vendaval-Diatribe. Nº 1.
HIGUCHI, T. (1988). The Visual and Spatial Structure of Landscapes. MIT Press.
HUGHES, A. & ERICH 1974). The Language of Sculpture. London: Thames and Hudson.
KRAUSS, R. E. (1998). Caminhos da Escultura Moderna. São Paulo: Martins Fontes.
KRAUSS, R. E. (1996). La originalidade de la vanguarda y otros mitos modernos. Madrid: Alianza Editorial.
MALRAUX, A. (S/ data). As Vozes do Silêncio. Lisboa: Livros do Brasil. 1º Vol.
TUCKER, W. (, R. (ed.). (1997). Sculpture and its reproductions. London: Reakion Books Ltd.
ZEVI, B. (1996). Saber ver a arquitectura. São Paulo: Martins Fontes. (Colecção a).

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