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Filipa Cruz

Fotografia de Filipa Sofia Correia Carvalho e Cruz
Nome: Filipa Sofia Correia Carvalho e Cruz Ligação à página pessoal de Filipa Sofia Correia Carvalho e Cruz
Sigla: FSCCC
Estado: Ativo
http://orcid.org/0000-0001-9447-5581

Funções

Categoria: Professor Auxiliar Convidado
Grupo profissional: Docente
Vínculo: (57,1%)
Departamento: Artes Plásticas

Apresentação Pessoal

Filipa Cruz é artista (www.filipacruz.com), investigadora integrada no Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade e professora nas Belas Artes do Porto (FBAUP) e em Paris (PCA). Possui Doutoramento em Arte e Design pela FBAUP, Mestrado em Belas Artes pela École Nationale Supérieure de Beaux-Arts de Paris (ENSBA), Pós-graduação em Estética pela Sorbonne.

Foi premiada com: Bolsa de Criação Artística concedida pelo Governo Regional dos Açores (2016); Bolsa de Cientista Convidado Herberto Helder – Artes 2016/2017 (2019) pela FCT/Universidade da Madeira; Bolsa da Fundação Medeiros e Almeida para criação artística no âmbito do doutoramento (2016); exposição dos Felicitados (ENSBA, 2016).

Fez curadoria das exposições La Figure e Air de Chine (Espace des Arts Sans Frontières, Paris).

Desenvolve proposta plástica na filigrana do plano da imagem e do plano da palavra, relacionando artes plásticas e literatura. Um terreno fértil, pantanoso e dúctil. Na sentida atomização do tempo, sublinha-se o lugar da narrativa impressa em objetos escultóricos, em espaços, em matérias, em instalações e em livros de artista. Propõe objetos limiarmente poéticos na filigrana do mundo. Na época do imediato, aciona-se a potencialidade da Linguagem e propõem-se uma “epoché” onde os objetos narrativos espacializam e expressam o inacessível, o ilegível, o invisível, o impossível, o insuficiente, o interdito. Por isso, formas espacializam-se e evocam pó, cor, tato, olfato, buscando o descentrado, o indefinível, o indecifrável. Imagens escultóricas começam com a vontade de contar uma história. Tal como a voz se dissipa no ar, os objetos eternos, difusos e efémeros, dissipam-se e expandem-se para lá da página branca. Sumariamente os projetos desenvolvidos exploram a [i]materialidade e ausência em espaços corporizados em objetos narrativos.

Tendo exposto em Portugal e em França, tem como exposições individuais: Porque os desalinhados também têm coração (Museu de Alberto Sampaio, Guimarães); Até os tempos não mais serem interditos: Herberto Helder – Por sobre as águas (Museu Frederico de Freitas, Funchal); Nimium ne crede colori (Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende, Gondomar); Mas se te desse o tudo dos cantos, ficaríamos sem chão (Museu da FBAUP); Parce que les mots ont aussi un dos (ENSBA, Paris).

Exposições colectivas: na XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira; Brut(e)s! (Galerie Charlotte Norberg, Paris); Felicità (Palais des Beaux-arts, Paris); Watch Out! (Fondation des États-Unis, Paris); Galeria Extéril (Porto); Je suis (Maison des Ensembles, Paris); O Lugar dos Afectos (Estabelecimento Prisional do Funchal); Tecidos são de luz e são a noite (Fábrica da Cerveja, Faro); [os amantes] Prostituí as palavras para te amar uma vez mais (International Light Festival of Algarve, Loulé); Poetry in Visual (Museu de Aveiro e Capitania, Aveiro); Da impressão ao Livro de Artista (Museu da FBAUP).

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