Saltar para:
Logótipo
Comuta visibilidade da coluna esquerda
Logótipo
Você está em: Início > LPSI211

Psicologia da Saúde Reprodutiva

Código: LPSI211     Sigla: PSR

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2021/2022 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Licenciatura em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
LPSIC 60 Plano Oficial do ano letivo 2021 2 - 3 27 81

Língua de trabalho

Português
Obs.: Reproductive Health Psychology - suitable for English speakers

Objetivos

Ao obter aprovação nesta UC o estudante será capaz de:

  1. Nomear e descrever os tópicos e problemáticas associados à Psicologia da Saúde Reprodutiva
  2. Ter uma visão multidisciplinar e global acerca da Saúde Reprodutiva no que diz respeito às áreas de promoção do conhecimento, adesão e prevenção
  3. Demonstrar conhecimento acerca da investigação e estado da arte da Psicologia da Saúde Reprodutiva, e saber avaliar criticamente as diferentes perspetivas científicas, bem como afirmações populares e dos media e rede sociais
  4. Descrever as principais teorias de Psicologia da Saúde que suportam a Intervenção Psicológica na Saúde Reprodutiva
Aplicar o conhecimento obtido conceptual e empírico em questões associadas à Saúde Reprodutiva

Resultados de aprendizagem e competências

Ao obter aprovação nesta UC o estudante será capaz de:

1.     Nomear e descrever os tópicos e problemáticas associados à Psicologia da Saúde Reprodutiva


2.     Ter uma visão multidisciplinar e global acerca da Saúde Reprodutiva no que diz respeito às áreas de promoção do conhecimento, adesão e prevenção


3.     Demonstrar conhecimento acerca da investigação e estado da arte da Psicologia da Saúde Reprodutiva, e saber avaliar criticamente as diferentes perspetivas científicas, bem como afirmações populares e dos media e rede sociais


4.     Descrever as principais teorias de Psicologia da Saúde que suportam a Intervenção Psicológica na Saúde Reprodutiva


5.     Aplicar o conhecimento obtido conceptual e empírico em questões associadas à Saúde Reprodutiva

Modo de trabalho

Presencial

Programa


  1. Saúde reprodutiva: perspectivas clínicas, social, antropológica e psicológica

  2. Principais teorias ligadas à Psicologia da Saúde Reprodutiva e validação empírica

  3. Educação sexual ao longo do ciclo vital

  4. Planeamento familiar e plano de vida reprodutivo

  5. Interrupção da gravidez e perda gestacional

  6. Gravidez e transição para a parentalidade

  7. Reprodução medicamente assistida

  8. Menopausa e andropausa


Papel do psicólogo na formação de profissionais de saúde e outros

Bibliografia Obrigatória

Linda Hammer Burns; Infertility counseling. ISBN: 1-84214-065-5
Olga B. A. Van den Akker; Reproductive health psychology. ISBN: 978-0-470-68337-8
Greil, A. L., Slauson‐Blevins, K., & McQuillan, J. (2010); The experience of infertility: a review of recent literature. Sociology of health & illness, 32(1), 140-162.
Kirkman-Brown, J. C., & Martins, M. V. (2020). ; ‘Genes versus children’: if the goal is parenthood, are we using the optimal approach?. Human Reproduction, 35(1), 5-11. (https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/125322/2/374806.pdf)
Martins M.V., Peterson B, Almeida V, Mesquita-Guimarães J and Costa M (2014); Dyadic dynamics of perceived social support in couples facing infertility. Human Reproduction 2014; 29:83-89. (https://www.researchgate.net/publication/258445854_Dyadic_Dynamics_of_Perceived_Social_Support_in_Couples_Facing_Infertility)
Martins, M. V., Basto-Pereira, M., Pedro, J., Peterson, B., Almeida, V., Schmidt, L., & Costa, M. E. (2016). ; Male psychological adaptation to unsuccessful medically assisted reproduction treatments: a systematic review. Human reproduction update, 22(4), 466-478. (https://www.researchgate.net/publication/299394210_Male_Psychological_Adaptation_to_Unsuccessful_Medically_Assisted_Reproduction_Treatments_A_Systematic_Review)
Pedro, J., Brandão, T., Schmidt, L., Costa, M. E., & Martins, M. V. (2018). ; What do people know about fertility? A systematic review on fertility awareness and its associated factors. Upsala journal of medical sciences, 123(2), 71-81 (https://www.researchgate.net/publication/325871761_What_do_people_know_about_fertility_A_systematic_review_on_fertility_awareness_and_its_associated_factors)
Women’s emotional adjustment to IVF: a systematic review of 25 years of research. Human Reproduction Update,13(1): p. 27-36.; Verhaak, C.M., et al.(2007)

Bibliografia Complementar

da Silva, A. D., Costa, M. E., & Martins, M. ; A vivência do luto por perda gestacional na perspectiva do casal: revisão de escopo. Revista Brasileira de Sociologia da Emoção,18(54), 77-86. (https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/124109)
Martins, M. V., Peterson, B. D., Almeida, V. M., & Costa, M. E. (2011).; Direct and indirect effects of perceived social support on women's infertility-related stress. Human Reproduction, 26(8), 2113-2121. (https://www.researchgate.net/publication/51150558_Direct_and_indirect_effects_of_perceived_social_support_on_women%27s_infertility-related_stress)
Schmidt, L. (2009); Social and psychological consequences of infertility and assisted reproduction-what are the research priorities? Human Fertility, 12(1): p. 14-20.
World Health Organization, United Nations Population Fund, & Key Centre for Women's Health in Society. (2009). ; Mental health aspects of women's reproductive health: a global review of the literature.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Sendo de vertente teórico-prática, para além da exposição oral dos temas programáticos privilegia-se a criação de oportunidades de discussão alargada a partir dos contributos do docente e dos estudantes, bem como a aquisição de soft skills através de situações de role-play e exercícios de resolução de problemas, e ainda a visualização e discussão de vídeos de avaliação e intervenção.

 

A avaliação é contínua através da realização de:

(A) dois testes de avaliação (total da modalidade = 35%)

(B) Apresentação de trabalho prático (40%)

(C) Participação, demonstrada ativamente ao longo do semestre e especificamente através do comentário de uma apresentação selecionada de outro grupo de colegas ou temática (25%)    

Classificação final = (A)*0,35+(B)*0,40+ (C)*0,25

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Participação presencial 25,00
Teste 35,00
Trabalho prático ou de projeto 40,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Apresentação/discussão de um trabalho científico 1,00
Elaboração de projeto 40,00
Estudo autónomo
Frequência das aulas 30,00
Trabalho de investigação 10,00
Total: 81,00

Obtenção de frequência

A obtenção de frequência envolve a participação dos alunos em 75% das aulas lecionadas. Para a obtenção de aprovação na UC, o estudante deverá obter uma classificação mínima de 9 valores na componente de projeto e 7 na componente testes.

Fórmula de cálculo da classificação final

Classificação final = (A)*0,35+(B)*0,40+ (C)*0,25

Trabalho de estágio/projeto

A aprovação do Código Ético de Conduta Académica da U.Porto (Despacho nº GR.06/12/2017) implementa a obrigatoriedade da comunidade discente em declarar a autenticidade na totalidade dos trabalhos produzidos [alínea a) do artigo 14º], nos termos da seguinte “Declaração de honra”:
«Declaro que o presente projeto é da nossa autoria e não foi utilizado previamente noutro curso ou unidade curricular, desta ou de outra instituição. As referências a outros autores (afirmações, ideias, pensamentos) respeitam escrupulosamente as regras da atribuição, e encontram-se devidamente indicadas no texto e nas referências bibliográficas, de acordo com as normas de referenciação. Tenho consciência de que a prática de plágio e auto-plágio constitui um ilícito académico.»

Avaliação especial (TE, DA, ...)

A avaliação dos estudantes abrangidos por regimes especiais obedece ao disposto nas normas da FPCEUP (cf. art. 11).

Melhoria de classificação

É possível realizar melhoria às componentes de a) projeto, sob a forma de projeto revisto e de b) testes, sob a forma de exame em época de recurso.

A classificação final da componente na unidade curricular é a mais elevada, entre aquela que havia sido obtida inicialmente e a que resultar da melhoria de classificação efetuada.

A melhoria de classificação do exame final pode ser efetuada uma única vez, até à época de recurso do ano letivo subsequente àquele em que foi obtida aprovação (nos termos do Regulamento para avaliação da UP)
Recomendar Página Voltar ao Topo
Copyright 1996-2025 © Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto  I Termos e Condições  I Acessibilidade  I Índice A-Z
Página gerada em: 2025-11-30 às 12:08:49 | Política de Privacidade | Política de Proteção de Dados Pessoais | Denúncias | Livro Amarelo Eletrónico