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Intervenção Psicológica em Contextos Educativos

Código: P700     Sigla: IPCE

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2016/2017 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIPSI 18 Plano Oficial 4 - 6 54 162
MTP 5 Plano Oficial 1 - 6 54 162

Língua de trabalho

Português

Objetivos

Conhecer e analisar criticamente conceitos e modelos teóricos que enquadram a intervenção psicológica nos contextos educativos.
Conhecer o sistema educativo  e os principais desafios para os vários envolvidos, bem como documentos legais que enquadram a prática da psicologia em contextos educativos.
Elaborar planos de atividades na área da psicologia escolar.
Identificar boas práticas e dimensões de qualidade dos sistemas educativos
Conhecer e utilizar instrumentos de avaliação psicológica em contextos educativos formais e informais para recolher informação relevante em termos psico-educacionais, respeitando os princípios éticos subjacentes.
Identificar diferentes alvos e objetivos da intervenção psico-educacional.
Planear intervenções psico-educacionais em diferentes níveis e contextos.
Desenvolver competências de cariz pessoal, social e ético adequadas à prática da Intervenção psicológica em contextos educacionais.


Resultados de aprendizagem e competências

 

Os estudantes deverão ser capazes de

Demonstrar conhecimento de conceitos e modelos teóricos que enquadram a intervenção psicológica nos contextos educativos.

Identificar investigação relevante no domínio.

Analisar criticamente o sistema educativo e sua organização,   identificando os principais objetivos e desafios para a prática da psicologia

Identificar as tarefas e desafios do psicólogo educacional nos diferentes contextos educativos e nos diferentes niveis de ensino
 
Elaborar, de forma escrita, um plano de actividades completo adequado a um contexto educacional específico, planeando intervenções psico-educacionais ao nível do indivíduo, escola e família adequadas às necessidades identificadas.

Apresentar e justificar adequadamente o referido plano de atividades

Avaliar uma criança em idade pré-escolar utilizando um teste de despiste, e elaborar o respectivo relatório demonstrando respeito pelos princípios éticos subjacentes.

Realizar uma entrevista de avaliação a uma família no contexto de casa demonstrando conhecimento de im instrumento de avaliação do ambiente em casa e usando adequadamente as competências de entrevista e recolha de informação.

 

Modo de trabalho

Presencial

Programa

1. Teorias e modelos que fundamentam a intervenção psicológica nos contextos educativos.
Psicologia educacional e escolar - perspectiva histórica. Contextos educativos formais e informais. Escola, familia e comunidade - vértices do triangulo cujo centro é a criança.
A escola - contexto ecológico e social de desenvolvimento.
2. O psicólogo escolar e as suas atribuições no sistema de ensino. Desafios presentes e futuros.
3. Educação pré-escolar. Modelos de intervenção e curriculos. Promoção da qualidade em educação de infância.
4. Avaliação. Introdução ao despiste pré-escolar: porquê, quando, como. Estudo e aplicação de um instrumento de despiste. O relatório de avaliação: forma e conteúdos.
5. Anos escolares. Trabalho com professores. Gestão da sala e gestão do processo instructivo. Parceria com professores
6. Família como contexto educativo. A qualidade do ambiente familiar em crianças e adolescentes – modelos, conceitos, instrumentos. Relevância da parentalidade positiva. Como a implementar junto dos pais.
7. Intervenção Psicológica em contexto universitário. 

Bibliografia Obrigatória

Damon William 340; Handbook of child psychology. ISBN: 978-0-471-27287-8
Meece Judith L. 340; Handbook of research on schools, schooling, and human development. ISBN: 978-0-8058-5948-5
ULL; Journal of educational psychology
Meece Judith L. 340; Handbook of research on schools, schooling, and human development. ISBN: 978-0-8058-5948-5
Gupta Rajinder M. ed. lit.; Intervention with children. ISBN: ISBN 0-415-00791-7
Berliner David C.; Handbook of educational psychology. ISBN: ISBN 0-02-897089-6
ULL; Early childhood research quarterly. ISBN: 0885-2006

Observações Bibliográficas

Bibliografia adicional será fornecida a par e passo pelo professor, estando referida nos slides de cada aula/Aditional bibliographic references will be given by teacher along the semester, referred in the slides provided for each class.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Exposições teóricas com debate final de ideias Trabalho em pequeno grupo para leitura, análise e discussão de textos, preparar o trabalho de campo e para contacto com instrumentos de avaliação. Orientação/supervisão na preparação de actividades práticas no terreno (entrevista a psicólogos, aplicação de teste de despiste pré-escolar, avaliação do ambiente familiar). Análise e planeamento de intervenções através de simulações. Sínteses, reflexões e resumos escritos sobre temas ou textos propostos pela docente. Vídeos. Formação e treino na cotação de instrumentos para avaliação e sua utilização orientada em contexto educativo e familiar. Apresentações feitas pelos estudantes

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 40,00
Participação presencial 10,00
Trabalho escrito 50,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Elaboração de projeto 0,00
Elaboração de relatório/dissertação/tese 24,00
Estudo autónomo 74,00
Frequência das aulas 56,00
Trabalho de campo 8,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

A obtenção de frequência implica participação dos estudantes em 3/4 das aulas efectivamente leccionadas e a realização dos dois trabalhos solicitados ao longo do semestre. Relativamente a cada trabalho de grupo é solicitado um relatório. Podera solicitada aos estudantes a avaliação pessoal do seu próprio trabalho, a nivel individual e grupal.

Fórmula de cálculo da classificação final

A classificação final será calculada com base na avaliação obtida nos trabalhos solicitados ao longo do semestre, que inclui a participação presencial (ponderação de 60%), bem como na nota obtida no exame final (ponderação de 40%). A participação presencial inclui presença física e envolvimento ativo do estudante podendo ainda implicar a entrega de pequenas sínteses no final das aulas
As notas serão sempre atribuídas numa escala de 1 a 20. 
Nenhuma das notas parciais obtidas nos trabalhos e na participação presencial poderão ser inferiores a 8 valores. Já no exame final, se a nota obtida for inferior a 9 valores, o estudante será reprovado. Para realizar a UC, o estudante deverá obter uma nota mínima de 10 valores.

Provas e trabalhos especiais

Poderão ser solicitadas aos estudantes pequenas sinteses no final das aulas.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os trabalhadores estudantes e outros estudantes em circunstâncias especiais serão avaliados da mesma forma que os estudantes em situação normal, devendo apresentar os relatórios e os trabalhos escritos solicitados. A ponderação de cada componente de avaliação será definida pelo docente no inicio do ano letivo com cada estudante em função do seu perfil. Os estudantes com estatutos especiais deverão contactar a docente na primeira aula, para definirem os parâmetros de avaliação e sua exequibilidade. Poderá haver lugar para uma avaliação diversificada no caso de estudantes Erasmus.

Melhoria de classificação

A melhoria de nota só poderá fazer-se por exame escrito, mantendo-se contudo as notas obtidas nos trabalhos escritos e a mesma formula de ponderação. A obtenção de melhoria relativamente à nota em qualquer um dos trabalhos escritos ao longo do semestre pressupõe reinscrição num outro ano lectivo, havendo lugar a repetição das actividades constantes dos mesmos.

Observações

A UC inclui atividades para as quais a licenciatura em Psicologia é pre-requisito. Nao será permitida a realização de algumas das atividades previstas a estudantes de outros dominios. Os estudantes que não dominem a lingua portuguesa poderão ter algumas restrições nas tarefas práticas.
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