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Intervenção em Agressores

Código: P712     Sigla: IA

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2014/2015 - 2S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIPSI 28 Plano Oficial 4 - 6 54 162
Plano Oficial 2012-4 (Plano apenas para estudantes que vão inscrever-se no 5º. ano em 2013) 4 - 6 54 162
Mais informaçõesA ficha foi alterada no dia 2015-03-20.

Campos alterados: Métodos de ensino e atividades de aprendizagem, Fórmula de cálculo da classificação final, Avaliação especial, Melhoria de classificação, Obtenção de frequência, Componentes de Avaliação e Ocupação, Métodos de ensino e atividades de aprendizagem, Componentes de Avaliação e Ocupação, Fórmula de cálculo da classificação final, Avaliação especial, Obtenção de frequência, Obtenção de frequência, Componentes de Avaliação e Ocupação

Língua de trabalho

Português

Objetivos

No final do semestre, o/a estudante deverá:

- Conhecer as principais teorias explicativas, as dimensões interacionais, as causas, dinâmicas e consequências da violência e da vitimação que lhe permitam compreender, avaliar e intervir junto de agressores (jovens e adultos), seja ao nível da intervenção psicoeducacional e psicossocial, seja ao nível da psicoterapia.

- Compreender as dinâmicas específicas da violência intra-familiar.

- Dominar alguns conhecimentos em áreas conexas (e.g., Direito, Medicina Legal).

- Dominar os conhecimentos e estratégias básicos necessários à intervenção psicológica e psicossocial junto de agressores de violência física, psicológica e sexual. Aplicá-los quer em casos de violência intra-familiar quer em casos de violência extra-familiar.

- Compreender a inter-relação entre a intervenção em agressores e a intervenção em vítimas.

Resultados de aprendizagem e competências

No final do semestre, o/a estudante deverá:

- Dominar as as principais teorias explicativas e modelos de intervenção que lhe permitam avaliar e intervir junto de agressores (jovens e adultos), seja ao nível da intervenção psicoeducacional e psicossocial, seja ao nível da psicoterapia.

- Ter desenvolvido as competências básicas de intervenção em contextos profissionais diversos, como os serviços prisionais, as instituições de reeducação de menores, serviços de consulta psicológica, instituições policiais ou projetos comunitários, assim como competências de integração em equipas multidisciplinares.

- Saber elaborar relatórios periciais e intervir em processos judiciais que envolvam perpetradores de violência/agressão.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

- Violência, agressão e vitimação.

- Principais correntes teóricas psicológicas, psicossociais e criminológicas explicativas da violência e da agressão.

- Tipos de violência, de crime e de vitimação; contextos e formas de vitimação.

- Violência doméstica e conjugal.

- Maus tratos a crianças e jovens (e.g., negligência, maus tratos físicos e psicológicos, abuso sexual).

- Crimes sexuais - violação e abuso sexual. Abuso sexual vs pedofilia.

- Modelos e estratégias de avaliação e de intervenção psicológica, psicoeducacional e psicossocial em agressores (jovens e adultos)– realidade internacional e nacional.

- Especificidades da intervenção em agressores de violência doméstica/conjugal e em agressores sexuais.

- Especificidades da intervenção junto de jovens que cometeram crimes sexuais.

- Punição, psicoterapia e reinserção social.

Bibliografia Obrigatória

Berry, D.B.; The Domestic Violence Sourcebook., Los Angeles: Lowell House (3ª Edição), 2000
Budrionis Rita; The^sexual abuse victim and sexual offender treatment planner. ISBN: 0-471-21979-7
Furniss, T. ; The Multiprofessional Handbook of Child Sexual Abuse: Integrated Management, Therapy and Legal Intervention., London: Routledge., 1991
Hampton Robert L. ed. lit.; Substance abuse family violence and child welfare. ISBN: ISBN 0-7619-1458-7
Wolfe David A.; Child abuse. ISBN: ISBN 0-8039-2833-5
Geffner, R.A & Rosenbaum, A. (Eds.); Domestic Violence Offenders. Current Interventions, Research, and Implications for Policies and Standards, New York: The Haworth Press., 2001
Pryor, D.W.; Unspeakable acts. Why men sexually abuse children, New York: New York University Press., 1996
Sousela, L.; Machado, C. & Manita, C.; Violência íntima no feminino: contextos, motivos e significados., Revista do CEJ, 7, 165-190., 2007
Paymar, M.; Violent No More. Helping Men End Domestic Violence, Alameda: Hunter House., 2000
Lee, M.Y; Sebold, J. & Uken, A.; Solution-focused treatment of domestic violence offenders, New York: Oxford University Press, 2003
Manita, Celina; A intervenção em agressores no contexto da violência doméstica em Portugal : estudo preliminar de caracterização, Lisboa : Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, 2005. ISBN: 972-597-269-4
Finkelman Byrgen ed.; Child abuse. ISBN: ISBN 0-8153-1818-9
Hasselt Vincent B. Van ed. lit.; Handbook of family violence. ISBN: ISBN 0-306-42648-X
Hersov L.A.; Aggression and anti-social behaviour in childhood and adolescence. ISBN: ISBN 0-08-021810-5

Bibliografia Complementar

Knutson John F.; The control of aggression. ISBN: ISBN 0-202-25077-6
Wiehe Vernon R.; Understanding family violence. ISBN: ISBN 0-7619-1645-8
Pallone, N.J.; Young Victims, Young Offenders. Current Issues in Policy and Treatment, New York: The Haworth Press., 1994
Cicchetti Dante ed. lit.; Child maltreatment. ISBN: ISBN 0-521-37969-5
Salter, Anna C; Treating child sex offenders and victims : a practical guide., London : Sage Publications, 1988. ISBN: 0-8039-3182-4
Salter, A.C.; Pedofilia e outras agressões sexuais, Lisboa: Ed. Presença, 2003
Lee-Chai Annette Y.; The use and abuse of power. ISBN: ISBN 1-84169-023-6
Briggs David; Managing men who sexuality abuse. ISBN: 1-85302-807-X
Bloomquist Michael L.; Helping children with aggression and conduct problems. ISBN: 1-57230-748-X

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

- Aulas teóricas, de caráter expositivo.

- Aulas teóricas de caráter expositivo.

- Aulas teórico-práticas com participação ativa dos/das estudantes, individualmente e em grupos.

- Discussão de casos práticos.

- Visionamento e discussão de vídeos (ou outros materiais) com conteúdos relativos aos comportamentos violentos e à intervenção em agressores.

- Elaboração de um trabalho pelos/as estudantes que envolve a elaboração de uma proposta de intervenção junto de um agressor, o que exige análise e partilha de conteúdos bibliográficos e reflexão crítica sobre conhecimentos e práticas.

- Orientação tutorial dos trabalhos teórico-práticos a desenvolver pelos/as estudantes e criação das condições para que estes realizem estudo/trabalho autónomo, incluindo pesquisa e revisões de literatura e assimilação de conhecimentos.

Palavras Chave

Ciências Sociais > Criminologia
Ciências Sociais > Ciências psicológicas > Psicologia

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 75,00
Trabalho de campo 25,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Estudo autónomo 40,00
Frequência das aulas 52,00
Trabalho de campo 30,00
Total: 122,00

Obtenção de frequência

A realização do trabalho prático e a respetiva aprovação são condições de acesso ao exame.

Fórmula de cálculo da classificação final

Todas as classificações serão expressas numa escala de 0 a 20.

 

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Em casos excecionais, previstos na lei, ou em casos devidamente justificados e aceites como válidos pelos órgãos de gestão da Faculdade competentes para o efeito, poderá ser realizada uma avaliação fora do contexto habitual e do calendário previsto, através da realização de um trabalho escrito de teor similar ao que os restantes estudantes efetuaram para avaliação da componente prática (valendo 25% da nota final) e da realização de uma prova oral ou escrita, versando sobre conteúdos lecionados na disciplina ao longo do semestre (valendo 75% da nota final).

Nestes casos, o/a estudante deverá contactar o docente responsável pela disciplina no início do semestre para definição das regras e metodologias de avaliação alternativa.

Melhoria de classificação

Possibilidade de realização de um novo exame final escrito, para melhoria de nota, em uma das duas épocas subsequentes de exame, não havendo lugar a repetição da avaliação da componente prática/melhoria do trabalho prático.

"Os estudantes podem requerer uma prova de melhoria de classificação uma única vez por disciplina, numa das duas épocas, normal ou de recurso, imediatamente subsequentes àquela em que obtiveram aprovação e em que a disciplina tenha prova de avaliação prevista" (Artigo 11.°, ponto 1. do “Regulamento dos princípios a observar na avaliação dos discentes da Universidade do Porto e normas específicas a aplicar nos cursos da FPCE”).

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