| Código: | P742 | Sigla: | PBDH |
| Áreas Científicas | |
|---|---|
| Classificação | Área Científica |
| OFICIAL | Psicologia |
| Ativa? | Sim |
| Unidade Responsável: | Psicologia |
| Curso/CE Responsável: | Mestrado Integrado em Psicologia |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Anos Curriculares | Créditos UCN | Créditos ECTS | Horas de Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| MIPSI | 35 | Plano Oficial | 3 | - | 3 | 30 | 81 |
Conhecer constructos teóricos orientadores de práticas no domínio de abordagens sistémicas Compreender a mudança de paradigma em trajectórias desenvolvimentais alteradas - de abordagens diagnósticas à perspectiva biopsicossocial Adoptar uma visão integradora aplicando princípios do contínuo diagnóstico-funcionalidade positiva Compreender o contributo do modelo biopsicossocial na adopção de um pensamento sistémico Conhecer procedimentos conducentes à co-construção de narrativas transdisciplinares em processos de avaliação-intervenção Analisar situações reais de avaliação-intervenção com base em princípios da avaliação autêntica e de intervenções com validade eco-cultural Compreender a estrutura e a utilidade da Classificação Internacional da Funcionalidade Incapacidade e Saúde (CIF; WHO, 2001) Compreender as implicações da abordagem das capacidades na compreensão do desenvolvimento atípico Identificar questões de investigação e metodologias numa perspectiva biopsicossocial
No final da unidade curricular, os mestrandos deverão estar aptos a criar condições de construção do conhecimento científico e pedagógico que lhes permitam vir a ser profissionais competentes e a desenvolverem-se como pessoas capazes de gerir a sua investigação formativa.
Nesse sentido, as competências adquiridas nesta unidade curricular deverão, acima de tudo, constituir-se como recurso educativo. A formação deverá, assim, proporcionar uma adequada integração deste quadro concetual no estudo do desenvolvimento humano.
Nãso se aplica
O paradigma biopsicossocial: enquadramento histórico e conceptual; definições, constructos orientadores e perspectivas. O contributo de G. Engel A teoria dos sistemas e modelos de desenvolvimento humano: mudanças epistemológicas e teóricas Questões de classificação: das classificações da doença às classificações da funcionalidade – A Classificação Internacional da Funcionalidade Incapacidade e Saúde (CIF; WHO, 2001) As perspectivas sistémicas no processo de avaliação-intervenção: de abordagens diagnósticas à perspectiva da funcionalidade positiva Abordagem biopsicossocial no enquadramento de métodos e técnicas – construção de narrativas transdisciplinares A abordagem das capacidades – relações com o modelo biopsicossocial Avaliação-intervenção multinível com o objectivo de promover validade ecológica Fundamentos da avaliação autêntica do desenvolvimento típico e atípico Investigação desenvolvida com base no modelo biopsicossocial no estudo de fenómenos de incapacidade
1. Expositivo; 2. Tutorial; 3. Experiencial
| Designação | Peso (%) |
|---|---|
| Participação presencial | 20,00 |
| Trabalho escrito | 80,00 |
| Total: | 100,00 |
| Designação | Tempo (Horas) |
|---|---|
| Elaboração de relatório/dissertação/tese | 0,00 |
| Estudo autónomo | 0,00 |
| Frequência das aulas | 0,00 |
| Trabalho de campo | 0,00 |
| Total: | 0,00 |
Avaliação formativa sem exame final. O aluno terá que ter estado presente em, pelo menos, 75% das aulas leccionadas.
20% + 80%= 100%
A avaliação final baseia-se em dois trabalhos de pequeno grupo: (1) na apresentação oral de um módulo de revisão de literatura (20%); (2) num trabalho escrito, sob formato de artigo científico segundo normas da APA (80 %).
Não se aplica.
Não se aplica.
Nos casos em que o estatuto do estudante lhe permita não frequentar as aulas (TE, AAC...), o estudante poderá usufruir desse direito em relação à participação presencial nas aulas. Contudo, tendo em consideração as características das componentes de avaliação desta unidade curricular, o estudante terá de participar nas aulas (em pelo menos em 75%) e realizar as actividades que estão sujeitas a avaliação. Outras situações que impliquem uma avaliação especial serão analisadas em conjunto com o docente no início do semestre.
Está contemplada a melhoria da classificação na época de recurso.