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Modalidades Diretas e Indiretas de Intervenção Psicológica Vocacional

Código: P841     Sigla: MDIIPV

Ocorrência: 2011/2012 - 2S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIPSI 22 Plano Oficial 2007/2008 4 - 3 30 81

Língua de trabalho

Português

Objetivos

O objectivo geral é promover a integração de experiências e a modos centrados no agir, no domínio da intervenção psicológica vocacional, nomeadamente no âmbito das diferentes dimensões das relações do sujeito com a aprendizagem e o trabalho.

Objectivos específicos:

• A concepção da Intervenção Psicológica enquanto exercício profissional da Psicologia que envolve uma diversidade de objectivos, alvos e estratégias, centrada numa multiplicidade de modalidades de intervenção possíveis em face de diferentes temáticas e populações-alvo, num enfoque desenvolvimental ao longo da vida;

• Exposição a módulos que se consubstanciam na conceptualização do agir, reflectindo diferentes dimensões em diversos contextos de intervenção psicológica: ensino superior, ensino básico e secundário, centros de formação, centros comunitários, entre outros.

• Promoção do desenvolvimento da capacidade de integração e reflexão crítica das temáticas subjacentes à Unidade Curricular, através da experienciação de intervenção em contexto.

• Apresentação e discussão de investigação sobre a intervenção psicológica.
ceptualização do agir, reflectindo diferentes dimensões (de avaliação, de intervenção e da avaliação da intervenção);

• Promoção do desenvolvimento da capacidade de integração e reflexão crítica das temáticas subjacentes à Unidade Curricular, através da leitura de obras e através da experienciação de intervenção em contexto.

• Apresentação e discussão de investigação sobre a intervenção psicológica.


Programa


Estes consistem na apresentação de diferentes módulos com as seguintes temáticas que reflectem a diversidade de modalidades de intervenção psicológica proporcionados pelos contextos de servirão de palco às experiências de acompanhamento, identificando modelos de orientação, objectivos gerais e específicos:

Intervenção psicológica no ensino superior
Intervenção em contexto escolar
Intervenção em contexto de formação
Intervenção em contexto comunitário

Seguidos de um período de acompanhamento de experiência nos diferentes contextos de estágio (3 semanas). Assim que termina este período, as aulas consistem na apresentação crítica, por parte dos estudantes, sobre a sua experiência e o confronto, como integração do primeiro momento (módulos acima referidos) e do segundo (acompanhamento da experiência), como preparação do produto para avaliação.

Bibliografia essencial:

Campos, B.P. Consulta Psicológica e projectos de desenvolvimento humano. Cadernos de Consulta Psicológica,1985, Vol. I, 5-8.

Campos, B.P. (2002). Políticas de formação de profissionais de ensino em escolas autónomas. Porto: Edições Afrontamento.

Coimbra, J.L., Campos, B.P., & Imaginário,L. (1994). Career Intervention from a Psychological Perspective: Definition of the Main Ingredients of an Ecological developmental Methodology. Paper presented at the 23rd International Congress of Applied Psychology, Madrid (17-22 July , l994) in the Symposium on "Recent Evolutions and Contributions of/for the Practices of Career Psychological Intervention".

Tebes, J. K. (2005). Community science, philosophy of science, and the practice of research. American Journal of Community Psychology, 35, ¾, 213-230.
Trickett, E. J. (2009). Community psychology: Individuals and interventions in community contexts. Annual Review of Psychology, 60, 395-419.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

O pressuposto básico é o de que a prossecução dos objectivos da disciplina reside na quantidade e qualidade do trabalho dos estudantes, ainda que orientados e apoiados pelos docentes. Assim, para além de procurar favorecer a aquisição e apropriação de conhecimentos teórico-conceptuais específicos (finalidade para a qual certas actividades estão mais vocacionadas), procura criar condições para que os futuros psicólogos se capacitem no domínio dos principais meios e modalidades de intervenção para o desenvolvimento vocacional através de oportunidades concretas de acção e de exploração directa e indirecta dos mesmos. Além disso, estas experiências de formação são objecto de discussão e reflexão pelos estudantes com vista a fomentar a respectiva integração (cognitiva, emocional e comportamental) na sua competência profissional, a construir e a desenvolver progressivamente ao longo da sua carreira como psicólogos no domínio da Consulta Psicológica de Orientação Vocacional.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Obtenção de frequência


A obtenção de frequência (e aprovação) pressupõe que o estudante satisfaça os requisitos mínimos ao nível da
assiduidade, da qualidade de participação nas aulas e de sucesso na totalidade das actividades de prendizagem previstas.

O sistema de aprendizagem/avaliação adoptado contempla duas componentes:
1. Assiduidade e grau de motivação, envolvimento e competência manifestados pelo estudante nas várias
oportunidades de aprendizagem;

2. Apresentação e discussão com o grupo de pares e professores da experiência de intervenção psicológica em contexto, com entrega posterior do relatório descritivo e integrativo da experiência

Contextos de intervenção: (Provisório)
Faculdade de Direito da UP - Gabinete de Inserção na Vida Activa (GIVA): Dra Marianela Oliveira Santos Silva.
Faculdade de Economia da UP. Serviço de Relações Externas e Integração Académica (SEREIA): Dra Sofia Veiga;
Universidade Católica do Porto (Pólo da Foz): Estudantes e Empregabilidade: Dra Lara Pacheco
Casa da Juventude de Satã Cruz do Bispo: Dra Bebiana Cunha;
CICCOPN: Dra Mariana Paterna
Centro de Dia de Lordelo: Dra Joana Roncón
Centro de Reabilitação Profissional de Gaia (CRPG)- Dra Bárbara Veloso
Cidade Das Profissões: Dra Carolina Ferreira
Centro Comunitário de Vila D’Este: Dra Sofia Rodrigues
Escola Secundária Rocha Peixoto – Póvoa de Varzim: Dra Manuela Prisco.


Fórmula de cálculo da classificação final

A classificação final resultará do somatório das classificações ponderadas de cada uma das componentes de
avaliação, como se segue:
1. Assiduidade, motivação, envolvimento e competência nas várias oportunidades de aprendizagem.
NOTA: O cumprimento da assiduidade é um pré-requisito para a aprovação na disciplina (apenas são admissíveis 3 faltas)
2. Apresentação oral integrativa da experiência de acompanhamento de intervenção psicológica
3. Relatório integrativo final.


Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os estudantes nesta condição (i.e., que beneficiam de dispensa das aulas), estão sujeitos ao mesmo plano de actividades, regime de avaliação e sistema de recurso/melhoria de nota dos restantes estudantes.

Melhoria de classificação

Apenas será possível efectuar recurso/melhoria relativamente à classificação final já que a melhoria da
classificação distribuída pressuporia a reinscrição na disciplina num outro ano lectivo para a repetição das
actividades lectivas.
Sempre que se justifique o recurso ou a melhoria de nota o estudante será solicitado a realizar um trabalho escrito (sob a forma de ensaio ou projecto de intervenção) acerca de um tema ou problema específico relacionado com os conteúdos programáticos da disciplina através do qual deverá demonstrar as aprendizagens realizadas na disciplina.

Observações

Todos os documentos de apoio às actividades lectivas serão disponibilizados na página da disciplina existente no Sigarra.

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