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“Solteiras, mas não solteironas...”: perceções, significações e vivências de mulheres solteiras mais velhas

Título
“Solteiras, mas não solteironas...”: perceções, significações e vivências de mulheres solteiras mais velhas
Tipo
Tese
Ano
2020-12-10
Autores
Maria José Lopes Rola
(Autor)
FPCEUP
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Classificação Científica
FOS: Ciências sociais > Psicologia
Outras Informações
Resumo (PT): São esporádicas as investigações que se centram no grupo de pessoas solteiras e especificamente em mulheres solteiras. A sociedade confere uma suprema importância às relações heterossexuais românticas e assume que estas são as mais significativas na vida de uma mulher. As normas e expetativas culturais sociais normativas associadas aquilo que é percecionado como sendo o papel da mulher pressionam a mulher solteira para a ideologia do casamento e da família. Pretendeu-se, com esta dissertação, perceber como é compreendida, significada e vivenciada a solteirice em mulheres solteiras e idosas e explorar os possíveis estereótipos/rótulos, representações sociais e discriminação associados à identidade de mulher solteira e mulher idosa. Para o efeito foram conduzidas entrevistas semiestruturadas a oito mulheres idosas solteiras com idades compreendidas entre os 65 e os 78 anos de idade. Os discursos das entrevistadas foram submetidos a análise temática (Braun & Clarke, 2006). Emergiram desta análise quatro temas principais, identificados por frases discursivas das entrevistadas: 1) “Foi uma escolha que eu fiz”, 2) “Digo que sou Mãe, Mãe Solteira”, 3) “Na minha terra chamam-se Solteironas”, e 4) “Ser velha é ser triste”. O organizador central dos temas é o Estatuto de Solteira, que marca todos os elementos da análise. Entre as principais conclusões do trabalho, destaca-se que a permanência no estatuto de solteira é uma decisão voluntária desejada e uma identidade legítima. A ausência de uma parceira romântica deve ser encarada com naturalidade e como uma opção/estilo de vida. À mulher solteira ainda são atribuídos rótulos/estereótipos que a definem socialmente e que moldam a sua identidade pessoal. O estatuto de solteira impacta a trajetória de vida da mulher no que concerne também ao seu processo de envelhecimento.
Idioma: Português
Nº de páginas: 76
Documentos
Nome do Ficheiro Descrição Tamanho
Maria Rola_Tese1 “Solteiras, mas não solteironas...”: perceções, significações e vivências de mulheres solteiras mais velhas 685.20 KB
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