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Diálogos entre Arquitectura e Cidade. Por um Campo Multidimensional operativo

Título
Diálogos entre Arquitectura e Cidade. Por um Campo Multidimensional operativo
Tipo
Tese
Ano
2015-05-27
Autores
Luís Sebastião da Costa Viegas
(Autor)
FAUP
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Classificação Científica
FOS: Humanidades > Artes
Outras Informações
Resumo (PT): A tese Diálogos entre Arquitetura e Cidade, problematizada entre A Cidade como Contexto e o Objeto como Arquitetura, organiza-se em quatro capítulos nucleares: o primeiro, Sobre o Problema Epistemológico, o segundo, Da Reflexão em Arquitetura, o terceiro, Sobre o Domínio da Problemática Disciplinar, e, o quarto, Do Método ao Campo Multidimensional Operativo. Como integradora premissa, consideramos que, se no território do problema epistemológico se precipita a fragmentação do próprio conhecimento por hegemonia valorativa das competências, é no domínio da problemática disciplinar que importam, como cenários-problema, quer os cenários de relevância, quer os problemas uteis, implicáveis. No ‘estaleiro’ fenoménico da transformação da cidade contemporânea, resultante de realidades políticas, económicas e sociais, não poderão deixar de ser qualificadoras as próprias rotinas produtivas. Já à endurance dos processos da atualização da Arquitetura, que, pela teoria, poiesis ou praxis, visem a transformação material da “organização do espaço”, não pode ser prescindível a qualidade das ruturas criativas. Se nesta implícita endurance na transformação da cidade, é nuclear a prática (aplicada) do Projeto, a sofisticação do próprio conhecimento não poderá deixar de ser complementada pelas (não aplicadas) da História, da Teoria e da Crítica. Nesta ‘razão’ histórica, conceptual e material, o Desenho, como o ‘maestro’ da “representação” e “linguagem” sobre as “práticas” e as “coisas”, será o veículo produtor dos próprios “objetos culturais”, quer como obras arquitetónicas, quer como “tecnologias de intervenção”. Assim, a tensão disciplinar subjacente é entre produção e criação, rotinas e ruturas, regras e exceção, isto é, as práticas urbanísticas e as práticas arquitetónicas da Arquitetura. Como tese, e para o ‘privilégio’ do hipotético e circunstancial discernimento, propomos a pré e configuração de um Campo Multidimensional Operativo, como enunciado, integrador de constantes e variáveis, de cruzamento do tendencialmente ‘instável’ e ‘vibrante’ território do problema epistemológico com o potencialmente ‘desfocado’ e ‘nebuloso’ domínio da problemática disciplinar. Neste jogo aberto do pensamento e do risco da ação, os diálogos são relações construtivas, concretas, perspetivadas por cenários de relevância e adequados níveis de objetivação que, entre leituras interpretativas, construção de argumentos ou eventuais consideramos revelável a potência e a estratégico-operativa intermodalidade (da visão panorâmica à manipulação incidente) do corte vertical em Arquitetura. Assim, as passagens e iterações, conceptuais e materiais, das evidências às transformações, da Arquitetura à Cidade, mais do que pressupor, objetivam a essencialidade da rua, como espaço público de excelência e notável atmosfera dialógica: o que, na verdade, reposiciona a ‘sua edificação’ na identidade, caráter, composição e desígnio da transformação da “cidade emergente”, aditando, assim, mesmo que por retroação ou vocação ‘conservadora’, a radicalidade do desenho do urbano como o desenho do ‘chão’. demonstrações, se desdobram em circunstância/projeto, contexto/objeto ou envolvente/construção. Nas qualidades “diferenciais” da “materialidade urbana” consideramos ser a consciência crítica, ‘eivada’ pela experiência físico-percetiva espacial (entre o “visível” e o “visual”), que qualifica a inversão do sentido das transformações às evidências. É na hipótese disciplinar de uma ‘didática’ explicação da evidência pela representação do invisível, que
Abstract (EN): The thesis Dialogues between Architecture and the City coalesces between City-as-Context and Object-as-Architecture, and is tabulated by four nuclear chapters: firstly, On the Territory of the Epistemological Problem; secondly, Towards a Reflection in Architecture; thirdly, On the Domain of the Disciplinary Problematicsi; and lastly, From the Method to the Operative Multidimensional Field. As underlying premise, we consider that, inasmuch as knowledge sees itself fragmented in the territory of the epistemological problem due to an assaying hegemony of expertise, it is in the domain of the disciplinary problematics that its engendered settings of relevancy and useful problems become of consequence as problem-settings. Within the phenomenic foundry to the contemporary city’s transformation, its own productive routines must continue to be perceived as qualifying guidelines; likewise, the endurance of Architecture’s updating processes – which through teoria, poiesis or praxis, aim at the material transformation of “spatial organization” – must not dispense with the quality if its creative ruptures. Conceding that this in-built endurance and the city’s transformation, both hail as paramount the practice of the Architectural Project, the sophistication of knowledge is thus complemented by the sophistication of History, Theory and Criticismii. According to this historical ‘rationale’ – conceptual and material – Drawing, as ‘maestro’ of “representation” and “language”, on “practices” as well as “things”, becomes the productive vehicle of “cultural objects” – be they architectural works, or “intervention technologies”. Under these terms, the disciplinal tension, subjacent to this reflection, establishes itself between production and creation, routines and ruptures, rules and exception, i.e., the urbanistic and architectural practices of Architecture. As precept for this thesis – and to the ‘privilege’ of hypothetic and circumstantial discernment – we proffer the ‘configuration’ of an Operative Multidimensional Field, one that allows for constants and variables, and for the intersection of the seemingly ‘unstable’ and ‘vibrant’ territory of the epistemological problem, with the potentially ‘unfocused’ and ‘nebulous’ domain of the disciplinary problematics. Throughout this ‘open game’iii of thought and etching of action, dialogues happen as definite constructive relations, addressed per settings of relevancy and suitable objectivation levels which, through interpretative readings, argument building, and ensuing demonstrations, unfold into circumstance/project, context/object, and environs/construction. Among the “differential” qualities of “urban materiality”, we believe that critical awareness, veined by physical-perceptual experience of space (between the “visible” and the “visual”), is indeed that which qualifies the sequential turnabout from transformations, back to their own evidences. It is in a disciplinal hypothesis of a ‘didactic’ explanation of the evidence, through representation of the invisible, that we believe revealable the potency and strategic-operative intermodalism (from panoramic views to incidental manipulations) of the vertical section in Architecture. Hence do enactments and iterations, conceptual and material, from evidence to transformation, from Architecture to the City, go beyond presupposing to actively objectivising the essentiality of the street as quintessential public space, and noteworthy dialogical atmosphere: which, in fact, relocates ‘its edification’ into the identity, character, composition and design of the “emergent city” ’s transformation, thus making it additamentary – even if retroactively, or per ‘conservative’ vocation – to the radicalism of urban design as delineation of ‘ground’.
Idioma: Português
Documentos
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