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Música na Cidade | Concerto de piano

22 junho 2020 | 18.30

Música na Cidade | Concerto de piano Concerto de piano por Constantin Sandu |

ESGOTADO |

Casa Comum - Reitoria da Universidade do Porto |

AVISO IMPORTANTE:

A ENTRADA É LIVRE. LOTAÇÃO LIMITADA AOS LUGARES CONDICIONADOS PELAS DIRETIVAS DA DGS (25 LUGARES)

É OBRIGATÓRIA A RESERVA DE LUGAR AQUI ( https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-musica-na-cidade-109606792868 ), E A APRESENTAÇÃO DO BILHETE NO TELEMÓVEL NO DIA DO ESPETÁCULO.


Em 2020 celebram-se os 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven, talvez o maior entre os grandes compositores de todos os tempos. Ele conseguiu sintetizar tudo o que se fez antes dele e abriu os horizontes para a música romântica; e encontramos na sua música também elementos específicos de algumas das linguagens musicais do século XX, incluindo jazz.

As Sonatas para piano representam o livro de cabeceira dos pianistas. Hans von Bϋlow, que foi o primeiro pianista a interpretar de cor em público a integral de Sonatas para piano de Beethoven, afirmou que as 32 Sonatas eram o Novo Testamento da música para piano, enquanto o Cravo Bem Temperado de Bach seria o Antigo Testamento.

A Sonata op. 31 nº 2 foi composta entre 1801 e 1802. O título A Tempestade não foi dado pelo compositor, mas provém da afirmação do seu amigo e aluno Anton Schindler de que a obra terá sido inspirada na peça homónima de Shakespeare.

A Sonata op. 53, publicada em 1805, foi dedicada ao seu amigo e mecenas, o conde Ferdinand von Waldstein e é conhecida também por L'Aurore, devido às sonoridades do início do 3º andamento, que evocam o amanhecer de um novo dia e o triunfo vagaroso mas certo do sol. Nesta lógica, o 1º andamento poderá evocar a agitação e a alegria do dia e o 2º a calma e o sossego nocturnos.


A arte interpretativa de Constantin Sandu desenvolveu-se sob a influência dos seus mestres romenos como Sonia Ratescu e Constantin Ionescu-Vovu e de várias outras individualidades marcantes como Sequeira Costa ou Helena Sá e Costa. A sua distinta personalidade artística alia o rigor e o respeito pelo texto musical a uma sensibilidade poética e a uma imaginação sonora cativantes. Detentor de vários prémios internacionais, Constantin Sandu tocou com importantes orquestras europeias e conceituados maestros. Em 2006, doutorou-se em música na Universidade Nacional de Música de Bucareste, com a tese A música portuguesa para piano. Vive em Portugal desde 1991 e é professor de piano na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto.

www.constantinsandu.com


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Contacto: cultura@reit.up.pt

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