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TESTEMUNHOS


O que pode levar um estudante a querer enriquecer os seus estudos noutra instituição /país?

 

O espírito de aventura?
A vontade de conhecer outras culturas e outras universidades?
Alargar os seus horizontes?
Conhecer outros sistemas de ensino ou outros métodos de investigação e trabalho?
Alargar os seus horizontes?

Sara Pestana

Estudante do MIPSI da FPCEUP, na Mykolas Romeris University, Lituânia

Aqui ficam mais alguns testemunhos de estudantes de mobilidade que decidiram partilhar com todos as suas experiências:



Pedro Fadigas

“Quando decidi realizar um estágio profissional através do programa Erasmus+, não tive dúvidas em escolher a Noruega como destino. Já conhecia o país e um pouco da sua cultura, por o ter visitado em 2012. Quem pensar em vir para a Noruega tem de fazer algum planeamento prévio e estudar bem o país. Para encontrar um local de estágio foram necessários muitos meses de pesquisa e contactos. No final, desloquei-me por iniciativa própria ao país para entrevistas presenciais. Além disso, a Noruega é um país muito dispendioso, o que torna indispensável um bom pé-de-meia para suportar as despesas.

A minha experiência de mobilidade na Noruega foi muito positiva e fui muito bem acolhido na entidade de estágio. Penso que para isto contribuiu muito o facto de já ter experiência profissional na área e conhecimentos prévios da língua norueguesa.

Os noruegueses são pessoas alegres, generosas e com uma mente aberta. No entanto, isso não se verifica logo à primeira vista e é necessário conquistar a sua confiança. É um país maravilhoso, seguro e desenvolvido. A natureza envolvente é espectacular e as pessoas adoram actividades ao ar livre. Os noruegueses têm um ditado: Não existe mau tempo, só roupa desadequada. Por isso, não deixam de andar na rua faça sol, chuva ou neve. É um país com uma ligação muito grande ao mar e muito orgulhosos da sua cultura e identidade.

Estou muito satisfeito com este programa de mobilidade, tanto que decidi ficar por cá, a viver e a trabalhar. A Noruega é um país com boas condições de vida e onde se trabalha com qualidade. Porém, não é fácil entrar no mercado de trabalho e o conhecimento da língua é essencial.

Qualquer que seja o destino, realizar um programa de mobilidade fora do país é um oportunidade de crescimento e abertura de novos horizontes. Recomendo vivamente esta experiência mas de forma bem planeada.”

Noruega, 2015


Carla Cardoso


 
Estudante de Licenciatura em Ciências da Educação da FPCEUP
Universidade Universidad Autónoma del Estado de Hidalgo, México
2010/2011





Joana Bárbara Assunção Silva


 
"Descrever a minha experiência em Paris em algumas palavras é uma tarefa, para mim difícil embora já tenha sido há 6 meses. Os meses vividos foram intensos com algumas dificuldades, muitos desafios e coisas novas e boas para experimentar. Esse período foi muito enriquecedor tanto a nível pessoal como intelectual. Aconselho vivamente a todos/as jovens para se “irem experimentar” no mundo pois há tanto para descobrir fora deste país…"

Estudante de Mestrado em Ciências da Educação da FPCEUP
Universidade Paris V, França
24/12/2008

 


Kelly da Silva

“Sei que há léguas a nos separar, tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso pá navegar, navegar”
Foi com esta música de Chico Buarque em meu pensamento que entrei nas terras portuguesas. Tudo era novo e belo. Como uma criança que vê as coisas pela primeira vez e se encanta com o mundo que vai se revelando, assim me senti. Na Faculdade de Psicologia e Ciências da educação a recepção não poderia ser melhor. Cresci muito com as discussões e análises críticas das teorias em Educação, com o saber-fazer da disciplina Expressões, Criatividade e Educação e com as aulas de Ciências Sociais. Fiz grandes amigos neste período, certamente os levarei para sempre. Juntos conhecemos vários países Europeus e eu percebi que é a diversidade cultural que colore este mundo, este vasto mundo. Visitei museus importantes e o que vi foi a alma do mundo retratada por diversos gênios. E como me emocionei! Com o passar do tempo as saudades aumentavam muito, afinal era tanto mar a me separar da minha terra, mas o regresso chegou rápido, afinal:
“Ausência tão cruel, Saudade tão fatal, Saudades do Brasil em Portugal”.
Agora fica a saudade dos amigos que ficaram, as lembranças do cotidiano e as experiências vividas neste intercâmbio.
Estudante da Universidade de S. Paulo, Brasil
06/05/2008


Agnieszka Rozanska

"My Erasmus experience was in general one of the best experiences in my life. Starting from the faculty with its modern equipment, very good teachers and helpful students. The library had lots of literature in English which was very important for me. I had lots of practical classes so I was able to learn a lot even if my Portuguese language was poor. It is really hard to describe everything. I didn’t really have any problems or hard times after arriving to Porto. It is a very beautiful city, with great architecture, culture of life. There are so many places that you can visit and so many various activities that you are able to try, that it is not possible to get bored or frustrated. I’ve met so many wonderful people. All of them were always willing to help. Starting from Mrs Emilia Martins, Isabel Neves, Rita Sinde and all the teachers. It may sound unreal and cheesy but everything was just perfect to me and I fell in love with Portugal and its culture so much that now I try to improve my Portuguese and come back one day to stay forever."
Estudante da Wroclaw University, Polónia
26/05/2008


Raquel Zanelatto

"Sem dúvida, minha experiência de intercâmbio na Universidade do Porto foi muito significativa tanto em minha trajetória pessoal quanto acadêmica. Hoje, já de volta ao Brasil, quando meus amigos me perguntam sobre como foi a minha viagem, sempre respondo que foi ótima em todos os sentidos. Digo “em todos os sentidos”, porque considero que consegui aproveitar esta experiência de diversas formas.
Foi a primeira vez em que saí da casa de meus pais para morar sozinha. No Porto, dividi um apartamento com outros quatro brasileiros. Dessa forma, aprendi muito sobre o que é ter mais independência e conseqüentemente mais responsabilidades. Outro aspecto que considero bastante importante foi o fato de ter conhecido pessoas de diversos lugares e culturas. Conheci portugueses de diferentes cidades de Portugal e pude ver quantas diferenças existem entre as populações de cada uma das regiões de um país tão pequenino quando comparado, por exemplo, com o Brasil. Por sinal, conheci muitos brasileiros, vindos das mais diferentes partes do Brasil, cada um também com sua cultura. Vi que meu país é bem maior do que eu pensava, vi que o mundo é bem maior do que eu pensava!"
Estudante da Universidade de S. Paulo, Brasil
29/05/2008
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