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Dinâmica de Grupo

Código: P306     Sigla: DG

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2020/2021 - 2S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIPSI 149 Plano Oficial 2 - 3 30 81

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Sandra Cristina da Silva Reis Torres Regente

Docência - Horas

Teórica: 1,00
Outra: 2,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teórica Totais 1 1,00
Sandra Cristina da Silva Reis Torres 1,00
Outra Totais 4 8,00
Sandra Cristina da Silva Reis Torres 8,00

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

Esta unidade curricular (UC) assume-se como uma introdução à Psicoterapia de Grupos. Os estudantes têm a experiência de integrar um grupo de desenvolvimento enquanto membros participantes, permitindo que as noções teóricas necessárias sejam assimiladas pela prática. Genericamente pretende-se que os estudantes desenvolvam competências ao nível da intervenção psicológica em grupos. Para tal, são abordados os critérios subjacentes à formação de um grupo, bem como os principais fenómenos grupais decorrentes do seu funcionamento, interligando a exposição teórica com a análise de situações práticas que se geram na sala de aula.

Resultados de aprendizagem e competências

A experiência enquanto membros participantes permite que os estudantes desenvolvam competências de comunicação, essenciais na condução de um grupo psicoterapêutico. Adicionalmente, esta UC permite que os estudantes adquiram outras competências práticas, tais como saber selecionar e implementar dinâmicas adequadas às fases de desenvolvimento do grupo e aos objetivos específicos de intervenção.

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)

Não tem pré-requisitos

Programa

Esta UC aborda os seguintes tópicos:

. As potencialidades da intervenção em grupo

. Análise dos diferentes tipos de grupos com base na distinção entre “Grupos terapêuticos vs. não-terapêuticos”

. Como planear uma intervenção em grupo

. Especificidades na utilização de técnicas de dinamização grupal 

. A importância do feedback na mudança pessoal e grupal

. As fases previsíveis no desenvolvimento do grupo

. Competências de liderança na condução de um grupo

. Coesão (impacto positivo e negativo da coesão no grupo)

. Aprendizagem de técnicas de dinâmica de grupos

Bibliografia Obrigatória

Guerra Marina Prista; Intervir em grupos na saúde. ISBN: 978-972-796-339-3
López-Yarto Luis Elizalde; Dinámica de grupos cincuenta anos después. ISBN: ISBN 84-330-1254-1
Corey Gerald; Theory and practice of counseling and psychotherapy. ISBN: 978-0-8400-2854-9
Corey Gerald; Theory and practice of group counseling. ISBN: 978-1-305-08801-6
Yalom Irvin D.; The^theory and practice of group psychotherapy. ISBN: 978-0-465-09284-0
DeLucia-Waack, J, Kalodner, C. R., & Riva, M. T.; Handbook of Group Counseling and Psychotherapy , Sage Publications, Inc , 2014. ISBN: 9781452217611
Jacobs, E., Schimmel, C. J., Masson, R. L., & Harvill, R. L. ; Group Counseling: Strategies and Skills, Thomson Brooks/ Cole , 2016. ISBN: 1305087305

Bibliografia Complementar

Burlingame, G. M., Fuhriman, A., & Johnson, J. E.; Cohesion in group psychotherapy, Psychotherapy Theory Research Practice Training, 38, pp. 373-379., 2001
Vopel Klaus W.; Juegos de interacción. ISBN: 84-7043-851-4

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

As aulas são teórico-práticas. É privilegiada a metodologia de participação ativa. Os estudantes integram, enquanto membros participantes, um grupo de desenvolvimento. A vivência prática constitui o ponto de partida para a aquisição de conhecimentos sobre os principais fenómenos grupais (e.g. feedback, comunicação, coesão, liderança). A partir da experiência de participação nas técnicas, os estudantes são estimulados a analisar, em grande grupo, o impacto das atividades realizadas tanto ao nível pessoal como grupal. Esta discussão permite gerar novos conhecimentos sobre a intervenção psicológica em grupos. Estes conhecimentos são teoricamente contextualizados pelo docente na aula, à luz das mais recentes perspetivas neste domínio. Em paralelo, esta metodologia de participação ativa estimula o desenvolvimento pessoal dos estudantes e, sobretudo, o treino de competências de comunicação centrais na condução dos grupos.

Palavras Chave

Ciências Sociais > Ciências psicológicas > Psicologia > Psicoterapia

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Participação presencial 25,00
Trabalho escrito 75,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Estudo autónomo 21,00
Frequência das aulas 30,00
Trabalho escrito 30,00
Total: 81,00

Obtenção de frequência

As aulas são de frequência obrigatória. Obrigatória a presença em 75% das aulas lecionadas.

Fórmula de cálculo da classificação final

A classificação final resulta da nota obtida nas seguintes componentes:

1) Postura participativa nas aulas (25%);

2) Realização de um trabalho que focam os conteúdos das aulas (75%)

(25% + 75% = 100%)

 

A avaliação da postura participativa requer a presença assídua nas aulas. A classificação obtida resulta da observação do docente em torno dos seguintes critérios:

. Facilidade em comunicar em grupo

. Participação espontânea em momentos de discussão aberta (e.g. tomar iniciativa para dar opinião, voluntariar-se para as técnicas)

. Demonstração de capacidade reflexiva nas aulas

. Cumprimento dos horários (inicio e final da aula)

No final do semestre será também solicitado ao estudante o preenchimento de uma ficha de autoavaliação relativamente a estes critérios.

As classificações de ambas as componentes de avaliação, bem como a classificação final, são expressas na escala de 0 a 20 valores.

Para obter a aprovação na UC os estudantes terão de ter uma classificação mínima de 10 valores em cada uma das componentes de avaliação (escala 0-20).

 

Provas e trabalhos especiais

Os estudantes que frequentaram a UC em anos anteriores e sem aproveitamento poderão frequentar de novo a UC, aplicando-se o regime de avaliação em vigor. Caso os estudantes optem por pedir dispensa de presença nas aulas (apenas concedida se houver registo anterior de presença em pelo menos 75% das aulas dadas nesse ano), a avaliação para obtenção de aproveitamento é composta pelas seguintes componentes:

1) Trabalho em vigor, com a ponderação de 75%, realizado individualmente;

2) A restante ponderação de 25% será atribuída à componente prática avaliada no ano em que o estudante frequentou as aulas.

(75% + 25% = 100%)

 

As classificações de ambas as componentes de avaliação são expressas na escala de 0 a 20 valores, bem como a classificação final.

Para obter a aprovação na UC os estudantes terão de ter uma classificação mínima de 10 valores em cada uma das componentes de avaliação (escala 0-20).

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os estudantes com estatuto especial que optem pelo regime de não frequência realizarão (individualmente) o trabalho em vigor com a ponderação de 75% na nota final. Os restantes 25% serão avaliados através de um trabalho individual escrito em torno dos principais conteúdos lecionados nas aulas.

(75% + 25% = 100%)

As classificações de ambas as componentes de avaliação, bem como a classificação final, são expressas na escala de 0 a 20 valores.

Para obter a aprovação na UC os estudantes terão de ter uma classificação mínima de 10 valores em cada uma das componentes (escala 0-20).

Melhoria de classificação

Apenas é possível fazer melhoria de nota do trabalho escrito em vigor que tem a ponderação de 75% na nota final. 
Não é possível fazer melhoria da componente prática relativa à postura participativa nas aulas (25% da nota final) 

(75% + 25% = 100%)


A melhoria de nota tem lugar uma única vez, até à época de recurso do ano em que a UC é realizada.

As classificações de ambas as componentes de avaliação, bem como a classificação final, são expressas na escala de 0 a 20 valores.

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