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Questões Aprofundadas em Psicologia II

Código: PDPSI25     Sigla: QAPSI II

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2016/2017 - 2S (de 06-02-2017 a 26-05-2017)

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Programa Doutoral em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
PDPSI 17 Plano Oficial - 2015 1 - 6 36 162

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Félix Fernando Monteiro Neto Regente

Docência - Horas

Seminário: 3,00
Tipo Docente Turmas Horas
Seminário Totais 1 3,00
Anne Marie Germaine Victorine Fontaine 0,75
Maria Selene Henriques da Graça Vicente 0,75
Teresa Maria Pinto da Cruz Barreiros Leal 0,75
Paula Mena Matos 0,75
Mais informaçõesA ficha foi alterada no dia 2017-02-14.

Campos alterados: Componentes de Avaliação e Ocupação

Língua de trabalho

Português

Objetivos


  1. Promover colaborações com investigadores de outras áreas científicas do PDP (que não a sua), numa lógica de cruzamento de eixos conceptuais e de procedimentos metodológicos;

  2. Explorar possíveis intersecções de interesses de investigação com os investigadores de outras áreas científicas do PDP (que não a sua);

  3. Estimular o desenvolvimento de uma ”cultura de investigação”, no sentido de refletir acerca de como várias perspectivas conceptuais e metodológicas podem ser integrada de forma complementar.

Resultados de aprendizagem e competências

Espera-se que no final do semestre, os estudantes revelem maior capacidade de reflexão sobre o seu próprio trabalho de investigação, sobre o seu enquadramento em referenciais mais amplos e sobre as intersecções com outros projectos de investigação.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

Área 1: Neurociências Cognitivas e Afetivas

Módulo: Funções Executivas: Construto, trajetórias desenvolvimentais, défices e implicações para a clínica e investigação.

Docente: Selene Vicente (com a colaboração na Aula 3 da Pós Doc Marisa Gomes Filipe)

1ª e 2ª aulas

Objetivo

Dar a conhecer um conjunto de investigação recente sobre as funções executivas, com implicações ao nível da avaliação e intervenção neuropsicológica, de modo a sensibilizar os estudantes e a orientar a reflexão/discussão em torno dos tópicos que se identificam nos conteúdos programáticos.

 

Conteúdos programáticos

  1. O que são as funções executivas?
  2. Substratos neurais das funções executivas.
  3. Modelos teóricos do funcionamento executivo.
  4. Trajetórias desenvolvimentais das funções executivas.
  5. Envelhecimento e funções executivas.
  6. Défices executivos em populações clínicas.
  7. Implicações para a clínica e investigação
  8. Avaliação e reabilitação neuropsicológica das funções executivas.
  9. Projetos de investigação em curso.

 

Referências

Anderson, V., Jacobs, R., & Anderson, P. J. (Eds.). (2008). Executive Functions and the Frontal Lobes: A Lifespan Perspective. New York: Taylor & Francis Group.

Goldstein, S., & Naglieri, J. A. (Eds.). (2014). Handbook of Executive Functionning. New York: Springer.

Moreira, H., Lima, C. F., & Vicente, S. G. (2014). Examining executive dysfunction with the Institute of Cognitive Neurology (INECO) Frontal Screening (IFS): Normative values in a healthy sample and clinical utility in Alzheimer’s disease. Journal of Alzheimer’s Disease, 42, 261-273. doi: 10.3233/JAD-132348

 

3ª aula

Tema: Alterações do Neurodesenvolvimento: Perturbações do Espectro do Autismo, Perturbação de Hiperatividade / Défice de Atenção, e Perturbação da Aprendizagem Específica.

 

Objetivo

- Compreender  a vulnerabilidade neuropsicológica em três quadros clínicos: Perturbações do Espectro do Autismo, Perturbação de Hiperatividade / Défice de Atenção, e Perturbação da Aprendizagem Específica;

- Aplicar os conhecimentos a casos práticos.

Conteúdos programáticos

  1. Introdução ao Neurodesenvolvimento
  2. Perfis Neuropsicológicos
  3. Perturbações do Espectro do Autismo,
  4. Perturbação de Hiperatividade e Défice de atenção,
  5. Perturbação da Aprendizagem Específica
  6. Apresentação de casos práticos

 

Referências

Yeates, K. O., Ris, M. D., Taylor H. G., & Pennington B. F. (2009). Pediatric neuropsychology: Research, theory, and practice (2nd Ed.). Hillsdale, NJ: Erlbaum.

Semrud-Clikeman, M., Teeter Ellison, P. A. (2009). Child Neuropsychology: Assessment and Interventions for Neurodevelopmental Disorders (2nd Ed.). New York: Springer.

 

Área 2: Educação e Desenvolvimento

Módulo: VULNERABILIDADE E RESILIÊNCIA

Docente: Teresa Leal (com colaboração de Joana Cadima)

  1. Modelos teóricos

. modelo ecológico do risco (Garbarino & Ganzel, 2000)

. modelo cumulativo do risco (Gutman et al., 2003; Sameroff & Fiese, 2000)

. modelo da susceptibilidade diferencial (Pluess & Belsky, 2009, 2010)

. resiliência e modelo em cascata (Masten et al., 2005; Masten & Cicchetti, 2010)

  1. Investigação aplicada

. efeitos do risco cumulativo em competencias cognitivas, socioemocionais e de autorregulação (Cadima et al., 2010; Cadima et al., 2015a)

. efeitos diferenciais do risco e qualidade das interações (Cadima et al., 2015b)

. modelos em cascata, modelos de moderação e de mediação

 

Referências

Cadima, J., McWilliam, R., & Leal, T. (2010). Environmental risk factors and children’s literacy skills during the transition to elementary school. International Journal of Behavioral Development, 34, 24– 33. doi: 10.1177/0165025409345045.

Cadima, J., Gamelas, A. M., McClelland, M., & Peixoto, C. (2015). Associations between early family risk, children's behavioral regulation, and academic achievement in Portugal. Early Education & Development, DOI: 10.1080/10409289.2015.1005729

Cadima, J., Verschueren, K., Leal, T., & Guedes, C. (2015). Clasrroom interactions, dyadic teacher–child relationships, and self-regulation. Journal of Abnormal Child Psychology, DOI 10.1007/s10802-015-0060-5

Garbarino, J., & Ganzel, B. (2000). The human ecology of early risk. In J.P. Shonkoff & S.J. Meisels (Eds.), Handbook of early childhood intervention (2nd ed., pp. 76–93). New York: Cambridge University Press.

Gutman, L.M., Sameroff, A.J., & Cole, R. (2003). Academic growth curve trajectories from 1st grade to 12th grade: Effects of multiple social risk factors and preschool child factors. Developmental Psychology, 39, 777–790.

Masten, A. S., & Cicchetti, D. (2010). Developmental cascades. Development and Psychopathology, 22, 491-495, doi:10.1017/S0954579410000222

Masten, A. S., Roisman, G. I., Long, J. D., Burt, K. B., Obradović, J., Riley, J. R., ... & Tellegen, A. (2005). Developmental cascades: linking academic achievement and externalizing and internalizing symptoms over 20 years.Developmental psychology41(5), 733.

Pluess, M., & Belsky, J. (2009). Differential susceptibility to rearing experience: The case of childcare. The Journal of Child Psychology and Psychiatry, 50, 396–404.

Pluess, M., & Belsky, J. (2010). Differential susceptibility to parenting and quality child care. Developmental Psychology, 46, 379–390.

Sameroff, A.J., & Fiese, B.H. (2000). Transactional regulation: The developmen- tal ecology in early intervention. In J.P. Shonkoff & S.J. Meisels (Eds.), Handbook of early childhood intervention (2nd ed., pp. 135–159). Cambridge: Cambridge University Press.

 

Área 3: Relações, Saúde e Bem-estar

Módulo: resiliência, DESENVOLVIMENTO e adaptação psicossocial

Docente: Paula Mena Matos

  1. Da vulnerabilidade e resiliência no desenvolvimento humano: para um (re)enquadramento e discussão concetual e cultural; desafios metodológicos na análise de questões atuais.
  2. Histórias desenvolvimentais, transições de vida e resiliência: o papel da organização de vinculação e da regulação emocional na saúde mental, no confronto com a doença e na adaptação psicossocial de grupos vulneráveis.
  3. A resposta a demandas societais: a negociação entre oportunidades e constrangimentos de adultos emergentes; a articulação entre múltiplos papéis de casais com duplo emprego.
  4. Apresentação de diversos estudos realizados em Portugal que aplicam estes conceitos em domínios diversos, tais como a adaptação psicossocial de adolescentes em acolhimento residencial, a adaptação de mulheres com cancro da mama, o desenvolvimento de adultos emergentes e a articulação trabalho-família em casais com crianças em idade pré-escolar.

 

Bibliografia

Brandão, T., Schulz, M. S., & Matos, P. M. (2016). Psychological adaptation after breast cancer: A systematic review of longitudinal studies. Psycho-oncology, Advance online publication 12 AUG 2016 | DOI: 10.1002/pon.4230doi: 10.1002/pon.4230

Carr, D. D., & Springer, K. W. (2010). Families and health research in the 21st century. Journal of Marriage and Family, 72, 743 – 761

Cassidy, J., & Shaver, P. R. (2010) (Eds.). Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications. Second Edition. New York: The Guilford Press.

Cicchetti, D. (2013). Annual research review: Resilient functioning in maltreated children – past, present, and future perspectives. Journal of Child Psychology and Psychiatry, 54, 402-422. doi: 10.1111/j.1469-7610.2012.02608.x

Davydov, D. M., Stewart, R., Ritchie, K. & Chaudieu, I. (2010). Resilience and mental health. Clinical Psychology Review, 30, 479-495. doi:10.1016/j.cpr.2010.03.003

Lerner, R. M. (2006). Developmental science, developmental systems, and contemporary theories of human development. In R. M. Lerner (Ed.). Theoretical models of human development (Vol. 1) Handbook of Child Psychology (6th ed.) (pp. 1-17). Hoboken, NJ: Wiley.

Luthar, S. S. (2006). Resilience in development: A synthesis of research across five decades. In D. Cicchetti & D. J. Cohen (Eds.), Developmental psychopathology: Risk, disorder, and adaptation (pp. 740-795). New York: Wiley.

Mota, C. P. & Matos, P. M. (2015). Adolescents in institutional care: Significant adults, resilience and well-being. Child and Youth Care Forum, 44, 209-224. doi:10.1007/s10566-014-9278-6.

Saraiva, L. M., & Matos, P.M. (2016). Becoming an adult in Portugal: Negotiating pathways between opportunities and constraints. In R. Zausaskienne (Ed.), Emerging adulthood in a European context (pp. 117-137). New York: Routledge.

Vieira, J., Matias, M., Ferreira, T., Lopez, F., & Matos, P. M. (2016). Work-family experiences and children’s problem behaviors: The mediating role of the parent-child relationship. Journal of Family Psychology, 30, 419-430. http://dx.doi.org/10.1037/fam0000189

 

Área 4: Inclusão, Exclusão e Diversidade Cultural

MÓDULO: Resiliência perante a discriminação

Docente: Anne Marie Fontaine (com a colaboração de Jorge Gato, Daniela Freitas e de Mercè Falguera, Universidade de Barcelona)

  1. Resiliência: modelos teóricos e métodos de investigação
  2. Vulnerabilidade diferencial para a discriminação

2.1. Jovens em contexto escolar

2.2. Famílias formadas por pessoas LGBT

  1. Pistas para Intervenção

 

Bibliografia

Bucchianeri, M. M., Gower, A. L., McMorris, B. J., & Eisenberg, M. E. (2016). Youth experiences with multiple types of prejudice-based harassment. Journal of Adolescence, 51, 68–75. https://doi.org/10.1016/j.adolescence.2016.05.012

Coimbra, S., & Fontaine, A. M. (2015). Resiliência e habilidades sociais: Reflexões conceituais e práticas para uma nova geração [Resilience and social skills: conceptual and practical considerations for a new generation]. In Z. A. P. Del Prette, A. B. Soares, C. de S. Pereira-Guizzo, M. F. Wagner, & V. B. R. Leme (Eds.), Habilidades sociais: diálogos e intercâmbios sobre pesquisa e prática [Social skills: dialogues and exchanges on research and practice] (pp. 186–220). Novo Hamburgo: Synopsys.

Dessel, A. (2010). Prejudice in schools: Promotion of an inclusive culture and climate. Education and Urban Society, 42(4), 407–429. https://doi.org/10.1177/0013124510361852

Freitas, D. F. (2016). Resiliência perante a violência social: Perfis de ajustamento e mecanismos de proteção [Resilience in the face of social violence: Patterns of adjustment and protection mechanisms]. (Dissertação de doutoramento não publicada). Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, Porto.

Gato, J. (2014). Homoparentalidades: Perspetivas Psicológicas. Coimbra Almedina.

Gato, J., & Fontaine, A.M. (2016). Predicting Attitudes Toward Lesbian and Gay Parent Families Among Portuguese Students from Helping Professions. International Journal of Sexual Health. Advance online publication. doi: 10.1080/19317611.2016.1268232

Gato, J., Santos, S., & Fontaine, A.M. (2016). To Have or Not to Have Children? That Is the Question. Factors Influencing Parental Decisions Among Lesbians and Gay Men. Sexuality Research and Social Policy. Advance online publication. doi: 10.1007/s13178-016-0268-3

Goldberg, A. E., & Allen, K. R. (2013). LGBT-Parent Families: Innovations in Research and Implications for Practice. New York: Springer.

Golombok, S. (2015). Modern Families: Parents and Children in New Family Forms. Cambridge: Cambridge University Press.

Ríos, M. F. (2013). Una madre, dos madres: Las maternidades de las mujeres lesbianas. In J. M. V. Río, M. J. M. Macarro, & D. A. Rubio (Coords.), Estudios sobre diversidad sexual en Iberoamérica (pp. 355-362). Aconcagua Libros.

Salmivalli, C., & Poskiparta, E. (2012). Making bullying prevention a priority in Finnish schools: The KiVa antibullying program. New Directions for Youth Development, 2012(133), 41–53. https://doi.org/10.1002/yd.20006

Szalacha, L. A., Erkut, S., Coll, C. G., Fields, J. P., Alarcón, O., & Ceder, I. (2003). Perceived discrimination and resilience. In S. S. Luthar (Ed.), Resilience and vulnerability: Adaptation in the context of childhood adversities (pp. 414–435). New York: Cambridge University Press.

Ttofi, M. M., Bowes, L., Farrington, D. P., & Lösel, F. (2014). Protective factors interrupting the continuity from school bullying to later internalizing and externalizing problems: A systematic review of prospective longitudinal studies. Journal of School Violence, 13(1), 5–38. https://doi.org/10.1080/15388220.2013.857345

Ungar, M. (2013). Resilience, trauma, context, and culture. Trauma, Violence, & Abuse, 14(3), 255–266. https://doi.org/10.1177/1524838013487805

Bibliografia Obrigatória

Cassidy Jude 340; Handbook of attachment. ISBN: 1-57230-087-6

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Aulas expositivas sobre os modelos teóricos e a investigação empírica realizada em cada área científica à volta do tema geral das “Resiliências”.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Participação presencial 0,00
Trabalho escrito 100,00
Total: 100,00

Obtenção de frequência

Para obtenção de aproveitametno o estudante terá de participar nas 3 aulas da área científica em que o seu trabalho de doutoramento se inscrever e, pelo menos, em 6 aulas das demais áreas científicas. Recomenda-se, contudo, que o estudante assista a todas aa aulas.

Fórmula de cálculo da classificação final

A avaliação de Questões Aprofundadas de Psicologia II será efetuada com base num ensaio escrito até 10 páginas incluíndo Quadros, Tabelas e referências bibliográficas (formatação de acordo com as normas de escrita da tese de doutoramento) em que o estudante deverá explicitar o contributo de vários dos temas abordados para o estado da arte do projeto de investigação.
O ensaio escrito deve ser entregue até ao dia 9 de junho no Gabinete de Pós-Graduações.

Provas e trabalhos especiais

Não se prevêem

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os TE e outros estudantes ao abrigo de estatutos específicos equiprováveis podem beneficiar de regimes especiais de avaliação, conforme previsto na legislação em vigor, em condições a acordar com os docentes responsáveis pelos módulos.

Melhoria de classificação

Não se prevê.

Observações

As referências bibliográficas serão indicadas em cada aula.
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