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Multiliteracias, Aprendizagem e Comunicação Multimodal

Código: OP212     Sigla: MACM

Ocorrência: 2014/2015 - 2S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Ciências da Educação
Curso/CE Responsável: Mestrado em Ciências da Educação

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MCED 26 Plano Oficial 1 - 6 49 162

Língua de trabalho

Português

Objetivos

A Unidade Curricular de “Multiliteracias, Aprendizagem e Comunicação Multimodal”, integrada no plano de estudos do mestrado em Ciências da Educação, procura abordar alguns conceitos e ferramentas de trabalho susceptíveis de serem mobilizados em contexto de formação e de trabalho formativo. A discussão dos conceitos que dão nome à unidade curricular não se subordinam assim a uma mera adequação de novos recursos tecnológicos de informação e comunicação (TIC) a situações (supostamente) antigas, antes procuram problematizar a ideia que subjaz a essa adequação na sua articulação com o contexto de trabalho aqui privilegiado – o contexto de aprendizagem – bem como com o público-alvo que dele é objecto – um público em contexto de escolarização.
A pretensa inevitabilidade da “inovação” nada nos diz sobre o que é inovado, colocando-se num papel de exterioridade face aos fenómenos. De que inovação falamos quando falamos de inovação em contexto formativo? Das temáticas trabalhadas? Dos dispositivos de trabalho postos em prática? Dos recursos mobilizados para esse fim? Por último, em que medida está o sujeito aberto à inovação, não no estrito sentido do que lhe é externo, mas da mobilização da sua interioridade, da sua criatividade, da procura do seu significativo?
A estrutura da UC apresenta-se assim segundo uma configuração que procura integrar a problemática da inovação nos contextos onde a mesma se operacionaliza – neste caso, o campo da formação – assumindo este compromisso entre a exterioridade dos processos e a interioridade dos sujeitos objecto dos referidos processos.

A UC elenca os seguintes objectivos:
- Compreender a noção de construção de significados na estruturação de dinâmicas formativas
- Explorar a articulação de diferentes modalidades de comunicação no processo formativo tendo em vista a diversidade de públicos-alvo, bem como de temáticas/problemáticas a abordar
- Acentuar a relevância das tecnologias de informação e comunicação enquanto literacia contemporânea
- Identificar as especificidades de uma formação dirigida a públicos adultos
- Identificar a relevância do trabalho colaborativo nos processos formativos, mas igualmente nos contextos sociais portadores de criatividade e inovação


Resultados de aprendizagem e competências

São resultados esperados da aprendizagem:

- a capacidade de elaborar dispositivos de formação com recurso a novas tecnologias da informação e da comunicação
- a capacidade de analisar, a partir do contexto como do público-alvo em formação, as diversas opções e modalidades de trabalho formativo de forma a procurar adaptar a cada situação o mais adequado
- a capacidade de mobilizar os saberes constantes da unidade curricular em situações de trabalho formativo, nomeadamente com públicos à procura de profissionalização na área da formação

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)

x

Programa

I – Inovação: abordagem da temática em contexto formativo.
I.I - A noção de “aprendizagem significativa” (mapas conceptuais)
I.II – A noção de “multimodalidade” (abordagem sociosemiótica)
I.III – Multiliteracias: ler, escrever, contar e…
I.IV – O trabalho formativo com adultos: correntes e dinâmicas
I.V – O trabalho colaborativo ou o “génio do grupo”

II – Inovando: produção do sujeito em contexto formativo.
II.I – Os percursos do sujeito e a identificação do “elemento” (produção individual)
II.II – Os percursos do grupo em formação e o “génio do grupo” (produção em grupo)

Bibliografia Obrigatória

Alarcão Isabel 570; Escola reflexiva e nova racionalidade. ISBN: 978-85-7307-861-8
Ausubel David P.; Psicologia educacional. ISBN: 85-201-0084-8
Benavente Ana 570; A^literacia em Portugal. ISBN: 972-31-0713-9
Bernard Charlot; Da Relação com o Saber. Elementos para uma teoria, Artes Médicas, 2000
Freire Paulo; Pedagogia da autonomia. ISBN: 85-219-0243-3
Novak Joseph D.; Apreender criar e utilizar o conhecimento. ISBN: ISBN 972-707-279-8
Malglaive Gerard; Ensinar adultos. ISBN: 2-13-045168-3
Mary Kalantzis & Bill Cope; Multiliteracies. Literacy Learning and the Design of Social Futures, Routledge, 2000
Gunther Kress; Multimodality. A social semiotic approach to contemporary communication, Routledge, 2010
Saussure Ferdinand de; Cours de linguistique générale. ISBN: 978-2-228-88942-1
Sawyer Keith; Group Genius. The Creative Power of Collaboration, Basic Books, 2007
Theo Van Leeuwen; Introducing Social Semiotics, Routledge, 2005

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

O número relativamente pequeno de estudantes bem como os modos de abordagem da temática da UC sugerem o recurso a um trabalho participado por todos, daí se justificando a adopção do formato “círculo de estudos”. O trabalho de produção individual que é solicitado aos formandos irá sendo objecto de apresentação ao longo das sessões, sendo as mesmas subordinadas, complementarmente, à estrutura de conteúdos mais teóricos que delineiam a UC. Um conjunto de duas a três sessões finais será dedicado à elaboração do trabalho prático, realizado pela totalidade da turma.

Palavras Chave

Ciências Sociais
Ciências Tecnológicas

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Trabalho de campo 35,00
Trabalho escrito 65,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Estudo autónomo 32,00
Frequência das aulas 49,00
Trabalho de campo 36,00
Trabalho de investigação 45,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

Nos termos do Regulamento de Avaliação, os estudantes obtém frequência quando participarem em 3/4 das sessões efectivamente realizadas. Exceptuam-se aqueles estudantes que, por lei estão dispensados da presença nas aulas, o que não os dispensa, contudo, das componentes de avaliação constantes da disciplina.

Fórmula de cálculo da classificação final

A classificação final será o resultado de uma ponderação entre o trabalho individual e o trabalho prático, realizado pela totalidade da turma, correspondendo o primeiro a 65% da classificação final e o segundo a 35% da mesma.

Provas e trabalhos especiais

Não aplicável.

Trabalho de estágio/projeto

x

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Não se prevê a impossibilidade de frequência por parte dos estudantes, dado tratar-se de um plano de estudos destinado a estudantes deslocados para esse fim. Em todo o caso, a excepcionalidade dessa situação pressupõe a realização, nos mesmos moldes da solicitação efectuada aos restantes estudantes, de um trabalho em suporte digital sobre “inovação” no campo da formação, o qual combine os requisitos do trabalho individual e, em articulação, os requisitos do trabalho prático.

Melhoria de classificação

O estudante pode propor-se a melhoria de classificação estritamente da componente de trabalho individual, devendo para o efeito comunicá-lo ao docente, após conhecimento da avaliação na época normal, dispondo para tanto da época de recurso.

Observações

A falta de qualquer das componentes de avaliação inibe o estudante da conclusão da unidade curricular. A conclusão da unidade curricular implica sempre a realização dos dois suportes de avaliação e, no caso de não conclusão destes, o docente pode assegurar o "congelamento" da avaliação distribuída até ao máximo de dois semestres após a mesma, período a seguir ao qual o estudante é de novo obrigado a realizar a integralidade da avaliação.
Como previsto na "melhoria de classificação", a melhoria de classificação quando reportada a um trabalho colectivo não tem aqui aplicação.
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