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Modelos Psicanalíticos e Humanistas

Código: P303     Sigla: MPH

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2013/2014 - 1S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIPSI 146 Plano Oficial 2 - 6 54 162
Plano Oficial 2012-4 (Plano apenas para estudantes que vão inscrever-se no 5º. ano em 2013) 2 - 6 54 162
Mais informaçõesA ficha foi alterada no dia 2013-11-08.

Campos alterados: Fórmula de cálculo da classificação final, Componentes de Avaliação e Ocupação, Observações, Avaliação especial

Língua de trabalho

Português

Objetivos

6.2.1. Fichas das unidades curriculares / Curricular unit’s file 6.2.1.1. Unidade curricular / Curricular unit Modelos Psicanalíticos e Humanistas/ Psychoanalytic and humanistic intervention models 6.2.1.2. Docente responsável e respectiva carga lectiva na unidade curricular (preencher o nome completo) / Staff member Joaquim Luís Braga dos Santos Coimbra/ 3 horas/ 3 hours 6.2.1.3.Outros docentes e respectivas cargas lectivas na unidade curricular N/A 6.2.1.3. Other academic staff and lecturing load in the curricular unit N/A 6.2.1.4. Objectivos de aprendizagem (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes) máximo 1000, MIL, caracteres incluindo espaços Reconhecer, identificar e situar-se perante uma síntese das principais características teorico-metodológicos dos modelos de intervenção psicológica psicanalíticos e humanistas nos contextos culturais, políticos, epistemológicos e cientifico-psicológicos da sua emergência Identificar os seus principais pressupostos ontológicos, epistemológicos e metateóricos Diferenciar, para cada grupo de modelos, as respectivas concepções sobre: o funcionamento psicológico humano a génese da disfuncionalidade psicológica as estratégias, metodologias, recursos e instrumentos de intervenção psicológica os processos de mudança psicológica activados Mobilizar as aquisições teorico-metodológicas no sentido de iniciar uma tentativa de conceptualização de problemas de consulta psicológica a partir de leituras de Freud e Rogers Compreender e integrar conhecimentos, competências e instrumentos destes modelos de intervenção psicológica, com especial incidência nas competências de atendimento inspiradas em Rogers

Resultados de aprendizagem e competências


xxx

Modo de trabalho

Presencial

Programa

6.2.1.5. Conteúdos programáticos máx. 1000 caracteres inc. espaços O modelo psicanalítico na sua versão original (Freud) O inconsciente, objecto de estudo Conceção estrutural do sujeito: teoria geral do aparelho psíquico Articulação das 2 tópicas Conceção do ser humano: em sofrimento (dialética negativa) e envolvido na dinâmica do desejo (não da necessidade) Concepção de desenvolvimento em Freud Fases do desenvolvimento psicossexual Teoria do trauma na génese de perturbação Evocação repetição e reelaboração A transferência, arena de revivência e actualização de um vivido problemático O movimento humanista/fenomenológico Contexto histórico da sua origem A proposta de Rogers: centração no cliente e na pessoa Crença na possibilidade de realização de todas as potencialidades A noção de self Definição das condições necessárias e suficientes para a mudança construtiva A relação como contexto e estratégia de intervenção Competências relacionais especulares do psicólogo Dimensões qualitativas da relação psicólogo-cliente: aceitação positiva e incondicional, empatia e genuinidade 6.2.1.6. Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objectivos da unidade curricular máx. 1000 caracteres inc. Espaços Esta disciplina reúne 2 abordagens que partilham a sua orientação fenomenológica,mas que se diferenciam nas funções formativas a desempenhar num processo de capacitação de futuros psicólogos para a intervenção Quanto aos objectivos comuns,ambas as abordagens são consideradas referências de valor inquestionável No que respeita as distinções–postas em termos de ênfase-,a psicanálise é utilizada com objectivos de aprendizagens conceptuais,enquanto que o humanismo é aproveitado,também,para aquisições de natureza prática É neste sentido que a contextualização,os principais pressupostos,os conceitos centrais,esquemas explicativos e propostas metodológicas são objecto de exploração no sentido de promover uma estrutura de raciocínio que permita responder a 4 questões fundamentais,enunciadas como conceções sobre:funcionamento psicológico,génese da disfuncionalidade,estratégia de intervenção e processos de mudança psicológica O humanismo presta-se,além disso,à aquisição de competências gerais de atendimento

Bibliografia Obrigatória

Rogers, C. ; Tornar-se pessoa, Lisboa: Moraes Editores, 1961/1985
Rogers, C.; Psicoterapia e Consulta Psicológica, Lisboa: Moraes Editores, 1968
Freud, S.; O mal-estar na civilização , Rio de Janeiro: Imago Editora, 1969
Freud, S. ; Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, Lisboa: Livros do Brasil, 1924
Freud, S. ; Além do princípio do prazer, Rio de Janeiro: Imago Editora, 1998

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Metodologias de ensino Nas teóricas,participação em exposições do docente Discussão de obras dos autores dos 2 modelos(Freud,Rogers)enquanto modo de exploração crítica Nas aulas práticas,centradas em objectivos de aquisição de competências de atendimento,segue-se metodologia de treino de competências (modelagem, fornecimento de regra, prática assistida, feedback) Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objectivos de aprendizagem da unidade curricular Os objetivos distribuem-se por duas orientações: uma mais teórica e outra mais prática Os objetivos ‘teóricos’ prendem-se com a apropriação, por parte dos alunos, de conhecimentos das 2 perspectivas, tanto na sua dimensão formal (conceitos, noções, relações, esquemas explicativos) como substantiva. A intenção é a de que vão, progressivamente, integrando tais conhecimentos no seu modo pessoal de raciocinar sobre problemas psicológicos, não dispensando o sentido crítico e a relativização das propostas. O acréscimo de complexidade permitirá diferenciações concetuais mais subtis e maior autonomia ‘cognitiva’ Para tais objetivos concorrem metodologias usadas na disciplina As exposições permitem o acesso a sínteses de cada modelo, que, de outro modo, seriam largamente impossíveis a estudantes num 1ºcontacto com a psicanálise e humanismo. Além disso, tais sínteses funcionam como‘bússola’ para a exploração de um território desconhecido e que, à partida, tem, muitas vezes, a aparência de caótico. Finalmente, fornecem os elementos necessários à construção de uma hermenêutica específica, adaptada a cada modelo As exposições em grande grupo funcionam, também, como ponto de partida e como ‘mola’ para a exploração autónoma e trabalho independente dos alunos. Aqui, a leitura, a reflexão e a discussão são ingredientes determinantes da aprendizagem. O trabalho de apoio tutorial, individual e em pequeno grupo, desempenha papel complementar na orientação, no estímulo à reflexão e integração das actividades dos alunos Finalmente, a proposta de expressão escrita ainda se insere no processo de aprendizagem, representando o modo supremo de efectiva integração das aquisições O 2ºgrupo de objetivos,orientados para a prática, requer metodologias diferentes Trata-se de promover aquisições exteriorizáveis, assimiláveis à noção de competência/skill discreta, pelo que o treino de competências, combinado com a dinâmica de grupo, seguindo um princípio de gradualidade e realizado em situações de role playing, aparece como a opção mais adequada A modelagem (real,simbólica) protagonizada pelo docente, o fornecimento da regra abstracta de produção do comportamento, a prática repetida assistida, o feedback e o reforço constituem os seus elementos estruturantes O seu objeto compõe-se de competências gerais de atendimento, inspiradas no modelo rogeriano, incluindo as não verbais (e.g., meneios, postura corporal, encorajamentos mínimos…) e verbais (e.g., reflexões de significado, de sentimentos, de conteúdo, paráfrases, reformulações, sumarizações…) O resultado esperado não se confunde com a simples mimetização; ao contrário, pretende-se a interiorização de regras generativas, que, no limite, permitam a realização de produções comportamentais originais, eventualmente inéditas, sempre adaptadas à singularidade de cada situação Trata-se de um primeiro nível de aprendizagem de competências para a consulta psicológica – que, ainda, não inclui as competências de influência ou de desafio – e que terá a sua continuidade no 2ºciclo

Software

Não aplicável

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Teste 100,00
Total: 100,00

Obtenção de frequência

A obtenção de frequência, bem como a aprovação na disciplina depende dos seguintes pré-requisitos: . Assiduidade e qualidade da participação nas actividades do tempo de contacto (presencial) A

aprovação depende da realização de 2 actividades de aprendizagem: 1.Realização de trabalho em situação,em forma mini-ensaística,com objectivos de integração dos adquiridos ao longo do semestre e de avaliação sumativa classificativa dos estudantes Leituras para objectivos mínimosTrês ensaios…;Além do princípio…;Cinco conferências…;Psicoterapia e consulta… + reflexão crítica da obra não-metapsicológica Participação em actividades das aulas práticas A classificação final resultará do somatório das classificações ponderadas 2 componentes:1:50%;2:50%;

Fórmula de cálculo da classificação final

A classificação final resultará do somatório das classificações de cada uma das componentes de avaliação, como se segue: . Actividade de aprendizagem 1- 50% de ponderação . Actividade de aprendizagem 2- 50% de ponderação NOTA: O cumprimento da assiduidade é um pré-requisito para a aprovação na disciplina (apenas são admissíveis três faltas).

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os estudantes nesta condição (i.e., que beneficiam de dispensa de aulas), estão sujeitos ao mesmo plano de actividades, regime de avaliação dos restantes

estudantes.

Observações

Todos os documentos de apoio às actividades lectivas serão disponibilizados na página da disciplina existente no Sigarra. 6.2.1.9. Bibliografia principal / Main Bibliography máx. 1000 caracteres inc.

Espaços Freud, S. (1905/2009). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Lisboa: Relógio D’Água Editores. Freud, S. (1908/2009). Cinco conferências sobre psicanálise. Lisboa: Relógio D’Água Editores. Freud, S. (1920/2009). Para além do princípio do prazer. Lisboa: Relógio D’Água Editores. Freud, S. (1930/2008). O mal-estar na civilização. Lisboa: Relógio D’Água Editores. Freud, S. (1923/2006). O ego e o id e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago Editora. Rogers, C.R. (1942/1974). Psicoterapia e consulta psicológica. Lisboa: Moraes Editores. Rogers, C.R. (1956). The necessary and sufficient conditions of therapeutic personality change. Journal of Consulting Psychology, 21, 95–103. Laplanche, J. & Pontalis J.-B. (1967/2001). Vocabulário da psicanálise. São Paulo: Livrarias Martins Fontes, Editores. Schneider, K.J., Bugental, J.F.T. & Pierson, J. F. (2002). The handbook of humanistic psychology: Leading edges in theory, reasearch, and practice. Thousand Oakes, CA.: Sage Publications, Inc.. Coimbra, J.L. (1981). A propósito de Jacques Lacan. O Primeiro de Janeiro,

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