Psicologia da Linguagem e Cognição
| Áreas Científicas |
| Classificação |
Área Científica |
| OFICIAL |
Psicologia |
Ocorrência: 2006/2007 - A
Ciclos de Estudo/Cursos
Objetivos
. Introduzir ao estudo da psicologia da linguagem e dos processos cognitivos ligados ao pensamento, em particular a resolução de problemas e a tomada de decisão;
. Sensibilizar para a investigação nestes temas;
. Exercitar a escrita científica sob a forma de manuscrito, de acordo com as convenções da American Psychological Association.
Os trabalhos práticos visam, em particular:
. Familiarizar, através de demonstrações de índole experimental, com efeitos conhecidos de percepção e produção de fala;
. Permitir a participação num estudo empírico e/ou experimental, em uma ou várias das suas fases (planeamento, preparação de material, recolha de dados, análise dos resultados, e redacção de manuscrito).
Programa
Linguagem, comunicação e cognição.
Linguagem falada
. Produção e percepção de fala.
. Desenvolvimento da linguagem e aquisição da língua materna.
. Os vários períodos de aquisição; teorias explicativas.
. Bases biológicas da linguagem e perturbações de linguagem.
Linguagem escrita
. Escritas logográficas, silábicas e alfabéticas.
. Processos cognitivos envolvidos na leitura hábil.
. A aprendizagem da leitura e suas dificuldades. Dislexias.
Resolução de problemas
. Métodos gerais. Resolução em domínios específicos.
. Diferenças entre principiantes e peritos. A expertise.
Raciocínio e tomada de decisão
. Pensamento, raciocínio e intuição.
. Escolha entre alternativas. Riscos e incertezas.
. Julgamento em condições de incerteza. Heurísticas.
Bibliografia Principal
Anderson, J. R. (2005). Cognitive psychology and its implications: Sixth edition. New York: Worth Publishing.
Castro, S. L. (2004, online). Elementos de estudo em psicologia da linguagem e da cognição. (Laboratório de Fala, FPCE-UP. Primeira edição em papel de 1997).
Castro, S. L., & Gomes, I. (2000). Dificuldades de aprendizagem da língua materna. Lisboa: Universidade Aberta. Ref.: 372.800.71-CAS/DIF
Harley, T. A. (2001). The psychology of language. From data to theory (2nd ed.). Hove: Psychology Press. Ref.: 159.946.3-HAR/PSY
Sternberg, R. J. (2003). Cognitive psychology. Third Edition. USA: Wadsworth, Thomson Learning. Pp. 405-432. Ref.: 159.95-STE/COG
Wilson, R. A., & Keil, F. C. (Eds.). (1999). The MIT encyclopedia of the cognitive sciences. Cambridge, MA.: The MIT Press. Ref.: 159.95-KEI/MIT
Bibliografia Complementar
Serão indicadas nos sumários das aulas e/ou nos materiais do curso online (ver ligação web no início, e/ou abaixo, Métodos de Ensino).
Métodos de ensino e atividades de aprendizagem
Aulas expositivas, trabalhos práticos, e curso online.
Se existirem problemas no acesso ao curso online por favor contactar: gatiup@iric.up.pt
Software
Programas de edição de som.
Tipo de avaliação
Obtenção de frequência
As aulas práticas estão sujeitas à verificação da assiduidade. Os estudantes que faltarem a mais de 25% das aulas previstas não obterão frequência.
Fórmula de cálculo da classificação final
A classificação final resulta do somatório das classificações parciais obtidas nas componentes de avaliação acima referidas:
(a) Aulas expositivas: As frequências ou exame final contribuem com uma ponderação de 75% na avaliação final da disciplina;
(b) Trabalhos Práticos: A avaliação dos trabalhos práticos contribui com 25% para a avaliação final da disciplina, e requer uma pontuação mínima de 40% em 100% (equivalente a 8 em 20) nas frequências e/ou exame final. A avaliação é feita tendo em conta os conhecimentos e as competências académicas adquiridas pelo/a estudante, concretizados na preparação de um manuscrito (normas da APA); é também tida em conta a sua participação nas aulas. Situações especiais serão discutidas com os docentes e/ou responsável da disciplina.
As classificações em cada uma das componentes e a classificação final serão comunicadas aos estudantes na escala de 0 a 20 valores. A classificação mínima em cada uma das componentes é de 8 valores. A falta numa componente de avaliação implica a atribuição do valor 0 nessa componente e impede a realização da disciplina.
Avaliação especial (TE, DA, ...)
Os trabalhadores-estudantes não estão obrigados ao cumprimento da assiduidade. Na sua avaliação serão apreciadas as mesmas componentes de avaliação dos demais estudantes.
Melhoria de classificação
A melhoria da classificação final é possível mediante a realização de um novo exame para melhoria de nota. Em algumas situações, havendo acordo do docente, será possível proceder à reformulação do manuscrito científico sobre o trabalho de investigação desenvolvido no âmbito dos Trabalhos Práticos.