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Psicologia da Saúde Reprodutiva

Código: LPSI211     Sigla: PSR

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2024/2025 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Página Web: https://psicologiasaudereprodutiva.fpce.up.pt/
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Licenciatura em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
LPSIC 66 Plano Oficial do ano letivo 2021 2 - 3 27 81

Língua de trabalho

Português
Obs.: Reproductive Health Psychology - suitable for English speakers

Objetivos

* familiarizar os estudantes com a Psicologia da Saúde Reprodutiva;
* permitir aos estudantes conhecer as diferentes áreas de intervenção do psicólogo na saúde reprodutiva;
* sensibilizar os estudantes para competências de atendimento básicas do psicólogo nos contextos de saúde reprodutiva;
* promover um olhar crítico acerca das políticas de saúde reprodutiva;
* fomentar uma atitude pro-ativa para a inclusão considerando as diferentes opções que as pessoas têm ao longo do ciclo de vida reprodutivo.

 

Resultados de aprendizagem e competências

Ao obter aprovação nesta UC o estudante será capaz de:

1.     Nomear e descrever os tópicos e problemáticas associados à Psicologia da Saúde Reprodutiva


2.     Ter uma visão multidisciplinar e global acerca da Saúde Reprodutiva no que diz respeito às áreas de promoção do conhecimento, adesão e prevenção


3.     Demonstrar conhecimento acerca da investigação e estado da arte da Psicologia da Saúde Reprodutiva, e saber avaliar criticamente as diferentes perspetivas científicas, bem como afirmações populares e dos media e rede sociais


4.     Descrever as principais teorias de Psicologia da Saúde que suportam a Intervenção Psicológica na Saúde Reprodutiva


5.     Aplicar o conhecimento obtido conceptual e empírico em questões associadas à Saúde Reprodutiva

Modo de trabalho

Presencial

Programa


  1. Saúde reprodutiva: perspectivas clínicas, social, antropológica e psicológica

  2. Principais teorias ligadas à Psicologia da Saúde Reprodutiva e validação empírica

  3. Educação sexual ao longo do ciclo vital

  4. Planeamento familiar e plano de vida reprodutivo

  5. Interrupção da gravidez e perda gestacional

  6. Gravidez e transição para a parentalidade

  7. Reprodução medicamente assistida

  8. Menopausa e andropausa

  9. Papel do psicólogo na formação de profissionais de saúde e outros

Bibliografia Obrigatória

Olga B. A. Van den Akker; Reproductive health psychology. ISBN: 978-0-470-68337-8
Martins M.V., Peterson B, Almeida V, Mesquita-Guimarães J and Costa M (2014); Dyadic dynamics of perceived social support in couples facing infertility. Human Reproduction 2014; 29:83-89. (https://www.researchgate.net/publication/258445854_Dyadic_Dynamics_of_Perceived_Social_Support_in_Couples_Facing_Infertility)
Martins, M. V., Basto-Pereira, M., Pedro, J., Peterson, B., Almeida, V., Schmidt, L., & Costa, M. E. (2016). ; Male psychological adaptation to unsuccessful medically assisted reproduction treatments: a systematic review. Human reproduction update, 22(4), 466-478. (https://www.researchgate.net/publication/299394210_Male_Psychological_Adaptation_to_Unsuccessful_Medically_Assisted_Reproduction_Treatments_A_Systematic_Review)
Pedro, J., Brandão, T., Schmidt, L., Costa, M. E., & Martins, M. V. (2018). ; What do people know about fertility? A systematic review on fertility awareness and its associated factors. Upsala journal of medical sciences, 123(2), 71-81 (https://www.researchgate.net/publication/325871761_What_do_people_know_about_fertility_A_systematic_review_on_fertility_awareness_and_its_associated_factors)
Women’s emotional adjustment to IVF: a systematic review of 25 years of research. Human Reproduction Update,13(1): p. 27-36.; Verhaak, C.M., et al.(2007)

Bibliografia Complementar

da Silva, A. D., Costa, M. E., & Martins, M. ; A vivência do luto por perda gestacional na perspectiva do casal: revisão de escopo. Revista Brasileira de Sociologia da Emoção,18(54), 77-86. (https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/124109)
Martins, M. V., Peterson, B. D., Almeida, V. M., & Costa, M. E. (2011).; Direct and indirect effects of perceived social support on women's infertility-related stress. Human Reproduction, 26(8), 2113-2121. (https://www.researchgate.net/publication/51150558_Direct_and_indirect_effects_of_perceived_social_support_on_women%27s_infertility-related_stress)
Schmidt, L. (2009); Social and psychological consequences of infertility and assisted reproduction-what are the research priorities? Human Fertility, 12(1): p. 14-20.
World Health Organization, United Nations Population Fund, & Key Centre for Women's Health in Society. (2009). ; Mental health aspects of women's reproductive health: a global review of the literature.
Greil, A. L., Slauson‐Blevins, K., & McQuillan, J. (2010); The experience of infertility: a review of recent literature. Sociology of health & illness, 32(1), 140-162.
Kirkman-Brown, J. C., & Martins, M. V. (2020). ; ‘Genes versus children’: if the goal is parenthood, are we using the optimal approach?. Human Reproduction, 35(1), 5-11. (https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/125322/2/374806.pdf)

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Sendo de vertente teórico-prática, para além da exposição oral dos temas programáticos privilegia-se a criação de oportunidades de discussão alargada a partir dos contributos do docente, de outros profissionais clínicos e dos estudantes, bem como a aquisição de soft skills através de situações de role-play e exercícios de resolução de problemas, e ainda a visualização e discussão de vídeos de avaliação e intervenção.

A metodologia de ensino na vertente prática é baseada na abordagem Problem-Based Learning. Privilegia-se a autonomia do aluno no desenvolvimento de soluções para problemas complexos, adequados ao seu nível cognitivo. Incentiva-se o trabalho em grupo e a discussão/reflexão em sessões de grupo.

 

A avaliação é contínua através da realização de:

(A) componente teórica: avaliação distribuida (40%)

(B) Trabalho prático (60%)

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Teste 40,00
Trabalho prático ou de projeto 60,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Apresentação/discussão de um trabalho científico 1,00
Elaboração de projeto 30,00
Estudo autónomo 10,00
Frequência das aulas 30,00
Trabalho de investigação 10,00
Total: 81,00

Obtenção de frequência

A obtenção de frequência envolve a participação dos alunos em 75% das aulas lecionadas. Para a obtenção de aprovação na UC, o estudante deverá obter uma classificação mínima de 10 valores na componente de projeto e 8 na componente testes.

Fórmula de cálculo da classificação final

Classificação final = (A)*0,40+(B)*0,60

Avaliação especial (TE, DA, ...)

A avaliação dos estudantes abrangidos por regimes especiais obedece ao disposto nas normas da FPCEUP (cf. art. 11). Estudantes abrangidos por estatutos especiais (e.g., Trabalhadores-Estudantes) poderão realizar as componentes prática e teórica em condições adaptadas de avaliação (realização de trabalho individualmente em vez de ser feito em grupo, exame em época normal), desde que esse formato de avaliação seja solicitado ao docente no início do semestre.

Melhoria de classificação

É possível realizar melhoria às componentes de a) projeto, sob a forma de projeto revisto e de b) testes, sob a forma de exame em época de recurso.

A classificação final da componente na unidade curricular é a mais elevada, entre aquela que havia sido obtida inicialmente e a que resultar da melhoria de classificação efetuada.

A melhoria de classificação do exame final pode ser efetuada uma única vez, até à época de recurso do ano letivo subsequente àquele em que foi obtida aprovação (nos termos do Regulamento para avaliação da UP)
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