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Sexologia Clínica

Código: PCS15     Sigla: SC

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
CNAEF Psicologia

Ocorrência: 2021/2022 - 1S

Ativa? Não
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MPSIC 0 Plano Oficial do ano letivo 2021 1 - 6 54 162

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

A Unidade Curricular em Terapia Sexual visa promover o conhecimento na área dos problemas e dificuldades sexuais e desenvolver competências de avaliação, diagnóstico e intervenção nas diversas perturbações sexuais. Trata-se de uma área de conhecimento e intervenção de relevância central para a saúde biopsicossocial, tendo em conta, não só a prevalência de dificuldades sexuais na população (estudos epidemiológicos indicam valores significativas), como sobretudo as suas consequências para o bem-estar psicológico daqueles que delas sofrem. 

Resultados de aprendizagem e competências

Como resultados de aprendizagem e competências os alunos deverão:

-Identificar e caracterizar as diversas perturbações sexuais de acordo com os principais sistemas de classificação e diagnóstico (e.g., DSM, ICD) e atribuir diagnóstico clínico multiaxial de acordo com os critérios da DSM-5

-Conhecer os principais dados relativos à epidemiologia, comorbilidade e preditores sócio-demográficos das perturbações sexuais

-Identificar os objectivos, o processo e os diversos métodos de avaliação das perturbações sexuais

-Conhecer os principais factores etiológicos e modelos de conceptualização bio-psico-social das perturbações sexuais

-Conhecer as principais estratégias de intervenção terapêutica das perturbações sexuais

-Conhecer os estudos relativos à eficácia terapêutica das terapias sexuais

-Desenvolver competências de avaliação e intervenção

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)


NA

Programa

 

I – PERTURBAÇÕES SEXUAIS: DEFINIÇÃO, SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO, EPIDEMIOLOGIA E COMORBILIDADE

  1.       História e evolução dos sistemas de classificação das perturbações sexuais
  2.       Descrição clínica e critérios de diagnóstico das disfunções sexuais segundo o DSM
  3.       Questões controversas no diagnóstico das perturbações sexuais e proposta de sistemas de classificação alternativos
  4.       Epidemiologia e comorbilidade das perturbações sexuais

II - AVALIAÇÃO DAS DISFUNÇÕES SEXUAIS                                          

  1.       Objectivos da avaliação                                                                                   
  2.       O processo de avaliação                                                                                    
  3.       O contexto da avaliação                                                                                    
  4.       Métodos de avaliação                                                                                       

4.1. Entrevista clínica                                                                                  

4.2. Questionários de auto-resposta                                                            

4.3. Avaliação médica                                                                                             

4.4. Avaliação fisiológica                                                                            

5. Integração dos dados da avaliação

6. Leitura e discussão de casos clínicos                                                                  

III – MODELOS DE CONCEPTUALIZAÇÃO E INTERVENÇÃO BIO-MÉDICA DAS PERTURBAÇÕES SEXUAIS

  1.       Etiologia

1.1.  Doenças do sistema neurológico, endócrino e cardiovascular

1.2.  Medicação e consumo de substâncias

  1.       Intervenção

2.1.  Terapias vasoactivas

2.2.  Terapia hormonal

2.3.  Cirurgia vascular e implante peniano

IV – MODELOS DE CONCEPTUALIZAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA

  1.       Modelos conceptuais

1.1.Masters e Johnson e o modelo psicofisiológico

1.2.Barlow e o modelo cognitivo-afectivo

1.3.Baker e o modelo cognitivo-comportamental                                       

1.4.Nobre & Pinto-Gouveia e o modelo cognitivo-emocional                    

  1.       A terapia sexual clássica

2.1.O protocolo de Masters e Johnson

2.2. O modelo de Kaplan

  1.       Os modelos de intervenção cognitivo-comportamental                                                

3.1. Hawton e as atitudes e pensamentos negativos                                               

3.2. Carey, Wincze e Meisler e a reestruturação cognitiva                                      

3.3. Rosen, Leiblum e Spector e as distorções cognitivas

3.4. Nobre e a intervenção cognitivo-emocional      

  1.       Estudos relativos à eficácia terapêutica das terapias sexuais
  2.       Leitura e discussão de casos clínicos

V – O FUTURO DA TERAPIA SEXUAL: MODELOS DE INTERVENÇÃO EMPIRICAMENTE VALIDADOS

  1.       A crise da sexologia no limiar do séc. XXI e a emergência de um novo paradigma
  2.       A validação empírica dos modelos terapêuticos

Bibliografia Obrigatória

Hall & Binik (Eds); Principles and practice of sex therapy (6th Edition), Guilford Press., 2020, Guilford Press, 2020
Nobre P. J.; Nobre P. J. (2006). Disfunções Sexuais: Teoria, investigação e tratamento. Lisboa: Climepsi
Nobre, P. J.; Nobre, P. J. (in press). Male Sexual Dysfunctions. In Stefan Hoffman (Ed.) CBT: A Complete Reference Guide. Wiley-Blackwell
Soares, C., & Nobre, P. J. ; (2013). Sexual Problems and psychotherapy in Portugal. In Kathryn Hall and Cynthia Graham (Eds.) The Cultural Context of Sexual Pleasure and Problems: Psychotherapy with Diverse Clients. (pp. 278-306). Routledge
Fonseca, L., Soares, C., & Vaz, M. ; Fonseca, L., Soares, C., & Vaz, M. (2003), A sexologia: Perspectiva multidisciplinar. Coimbra: Quarteto Editora.
Leiblum, S. R., & Rosen, R. C. ; (2000). Principles and practice of sex therapy (3th ed., pp. 276-304). New York: Guilford Press.
Wincze, J. P., & Carey, M. P. ; (2001). Sexual dysfunction: A guide for assessment and treatment (2ª ed.). New York: Guilford Press.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

 

A componente teórica da unidade curricular é orientada maioritariamente para a exposição das principais temáticas que constituem o programa. De entre os métodos de ensino prático, salientam-se: 1) leitura e discussão de casos clínicos para desenvolvimento de competências de avaliação e intervenção, 2) discussão e debate de temas no espaço-turma, 3) pesquisa de material bibliográfico usando bases de dados científicas (b-on, PsychInfo, EBSCO, Google Scholar, etc.), 4) leitura e discussão crítica da literatura científica na área, 5) Realização e apresentação de trabalhos em sala de aula.

Palavras Chave

Ciências Sociais > Ciências psicológicas > Psicologia

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Teste 60,00
Trabalho escrito 40,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Apresentação/discussão de um trabalho científico 8,00
Estudo autónomo 30,00
Frequência das aulas 54,00
Trabalho de investigação 30,00
Trabalho escrito 40,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

 

A avaliação incluirá uma componente prática (CP) e uma componente teórica (CT).

 

A componente prática (CP) valerá 40% da nota final na UC e será avaliada através da realização de trabalhos práticos  realizados ao longo do semestre

 

A componente teórica (CT) valerá 60% da nota final na UC e será avaliada através de uma prova escrita.

 

Para obter aprovação à disciplina, os alunos deverão respeitar cada um dos seguintes critérios:

 

1. Obter uma nota final igual ou superior a 9,5 valores;

 

2. Obter as seguintes notas mínimas em cada componente de avaliação:

 

a. Nota mínima de 8 valores na componente prática

 

b. Nota mínima de 8 valores no teste final escrito

 

3. Realizar todos os componentes de avaliação propostos.

 

Fórmula de cálculo da classificação final

 

NOTA FINAL = (Componente Prática * 0.40) + (Componente Teórica * 0.60)

 

Provas e trabalhos especiais


NA

Trabalho de estágio/projeto


NA

Avaliação especial (TE, DA, ...)


NA

Melhoria de classificação

Nos termos do Regulamento para avaliação da UP, a melhoria de classificação do exame final pode ser efetuada uma única vez, até à época de recurso do ano letivo subsequente àquele em que foi obtida aprovação (Art.º 17º, número 1 do Regulamento).

Os estudantes podem melhorar a classificação final da componente teórica da avaliação distribuída. Neste caso a classificação final corresponderá a 60% da nota de exame e 40% do trabalho.




Observações

 
Considerando as recomendações operacionais de manutenção das atividades letivas e não letivas em regime presencial, mas na impossibilidade de garantir o funcionamento presencial da totalidade das atividades letivas do 1º semestre de 2020/2021 no atual contexto pandémico, por falta de instalações físicas capazes de acomodar com segurança o número de estudantes deste ciclo de estudos, a componente TP desta UC decorrerá parcialmente à distância, com momentos síncronos, fazendo uso de meios telemáticos.



Bibliografia específica

Manuais Clássicos

 

Bancroft, J. (2008). Human sexuality and its problems (3ª ed.). Edinburgh, Scotland: Churchill Livingstone.

 

Gomes, F. A., Albuquerque, A., & Nunes, S. (1987). Sexologia em Portugal. Vol 1. Lisboa:      Sociedade editora e distribuidora de livros Lda.

 

Gomes, F. A., Albuquerque, A., & Nunes, S. (1987). Sexologia em Portugal. Vol 2, Lisboa:      Sociedade editora e distribuidora de livros Lda.

 

Kaplan, H. S. (1974). The new sex therapy. New York: Brunner/Mazel.

 

Kaplan, H. S. (1979). Disorders of sexual desire. New York: Brunner/Mazel.

 

Kinsey, A. C., Pomeroy, W. B., & Martin, C. E. (1948). Sexual behavior in the human male. Philadelphia: Saunders

 

Kinsey, A. C., Pomeroy, W. B., Martin, C. E., & Gebhard, P. H. (1953). Sexual behavior in the human female. Philadelphia: Saunders

 

Leiblum, S. R., & Rosen, R. C. (2000). Principles and practice of sex therapy (3th ed., pp. 276-304). New York: Guilford Press.

 

Masters, W. H., & Johnson, V. E. (1966). Human sexual response. Boston: Little, Brown.

 

Masters, W. H., & Johnson, V. E. (1970). Human sexual inadequacy. Boston: Little, Brown.

 

Rosen, R. C., & Leiblum, S. R. (1992). Erectile disorders: Assessment and treatment. New York: Guilford Press.

 

Rosen, R. C., & Leiblum, S. R. (1995). Case studies in sex therapy. New York: Guilford Press.

 

Wincze, J. P., & Carey, M. P. (2001). Sexual dysfunction: A guide for assessment and treatment (2ª ed.). New York: Guilford Press.

 

Zilbergeld, B. (1999). The new male sexuality:  (rev. ed.). New York: Bantam.

 

Perturbações Sexuais: Definição e Sistemas de Classificação

           

American Psychiatric Association. (2000). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (4th ed., Text Revision).Washington, DC: Author.

 

Basson, R. (2000). The female sexual response: A different model. Journal of Sex and Marital Therapy. 26, 51-65.

 

Basson, R., Berman, J., Burnett, A., Derogatis, L., Ferguson, D., Fourcroy, J., et al. (2001). Report of the international consensus development conference on female sexual dysfunction: Definitions and classifications, Journal of Sex and Marital Therapy, 27, 83-94.

 

World Health Organization (1992). The ICD-10 Classification of Mental and Behavioural Disorders: Clinical descriptions and diagnostic guidelines. Geneve: Author.

 

Segraves, R. T. (2001). Historical and international context of nosology of female sexual disorders. Journal of Sex and Marital Therapy. 27, 205-207.

 

Epidemiologia, Comorbilidade e Preditores Sócio-Demográficos das Perturbações Sexuais

 

Laumann, E. O., Paik, A., & Rosen, R. C. (1999). Sexual dysfunction in the United States. Journal of the American Medical Association, 281, 537-544.

 

Gomes, F. A., Fonseca, L., & Gomes, A. A. (1997). Comorbilidade psiquiátrica nas disfunções sexuais. Acta Portuguesa de Sexologia, (2), 1, 17-20.

 

Rosen, R. C., Taylor, J., Leiblum, S. R., & Bachmann, G. (1993). Prevalence of sexual dysfunction in women: Results of a survey study in 329 women in a outpatient gynecological clinic. Journal of Sex and Marital Therapy, 19, 171-188.

 

Spector, I. P., & Carey, M. P. (1990). Incidence and prevalence of the sexual dysfunction: A critical review of the empirical literature. Archives of Sexual Behavior, 19, 389-408.

 

Avaliação das Perturbações Sexuais                                            

                       

Buvat, J., Buvat-Herbaut, M., Lemaire, A., Marcolin, G., Quittelier, E. (1990). Recent developments in the clinical assessment and diagnosis of erectile dysfunction. Annual Review of Sex Research, 1, 265-308.

 

Derogatis, L. R., & Melisaratos, N. (1979). The DSFI: A multidimensional measure of sexual functioning. Journal of Sex and Marital Therapy, 5, 244-281.

 

Nobre, P. J. & Pinto-Gouveia (2010). Sexual dysfunctional beliefs questionnaire. In Terry Fisher, Clive Davis, William Yarber, and Sandra Davis (Eds.) Handbook of Sexuality-Related Measures (3nd ed.) (pp 102-106). Taylor & Francis

 

Nobre, P. J. & Pinto-Gouveia (2010). Sexual modes questionnaire. In Terry Fisher, Clive Davis, William Yarber, and Sandra Davis (Eds.) Handbook of Sexuality-Related Measures (3nd ed.) (pp. 106-110).. Taylor & Francis

 

Nobre, P. J. & Pinto-Gouveia (2010). Questionnaire of cognitive schema activation in sexual context. In Terry Fisher, Clive Davis, William Yarber, and Sandra Davis (Eds.) Handbook of Sexuality-Related Measures (3nd ed.) (pp. 614-617). Taylor & Francis

 

Rosen, R. C., Brown, C., Heiman, J., Leiblum, S., Meston, C., Shabsig, R., et al. (2000). The Female Sexual Function Index (FSFI): A multidimensional self-report instrument for the assessment of female sexual function. Journal of Sex and Marital Therapy, 26, 191-208.

 

Rosen, R. C., Riley, A., Wagner, G., Osterloh, I.H., Kirkpatrck, J., & Mishra, A. (1997). The International Index of Erectile Function (IIEF): A multidimensional scale for assessment of erectile dysfunction. Urology, 49, 822-830.

 

Sbrocco, T., Weisberg, R. B., & Barlow, D. H. (1992). Sexual Dysfunction Inventory (SDI). Unpublished semistructured interview, Center for Stress and Anxiety Disorders, Albany, NY.

 

Etiologia das Disfunções Sexuais

 

Baker, C. D. & de Silva, P. (1988). The relationship between male sexual dysfunction and belief in Zilbergeld’s myths: An empirical investigation. Sexual and Marital Therapy, 3, 229-238.

 

Barlow, D. H. (1986). Causes of sexual dysfunction: The role of anxiety and cognitive interference. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 54, 140-148.

 

de Silva, P. (1998). Sexual problems: Dysfunction. In A. Bellack & M. Hersen (Series Eds.), & P. Salkovskis (Vol. Ed.), Comprehensive clinical psychology: Vol. 6. Adults: clinical formulation & treatment (pp. 604-621). Amsterdam: Elsevier Science Publishers.

 

McCabe, M. P., & Cobain, M. J. (1998). The impact of individual and relationship factors on sexual dysfunction among males and females. Sexual and Marital Therapy, 13, 131-143.

 

Modelos de Conceptualização Psicológica das Disfunções Sexuais

 

Baker, C. D. (1993). A cognitive-behavioural model for the formulation and treatment of sexual dysfunction. In J. M. Ussher and C. D. Baker (Eds.), Psychological perspectives on sexual problems (pp. 110-128). London: Routledge.

 

Cranston-Cuebas, M. A., & Barlow, D. H. (1990). Cognitive and affective contributions to sexual functioning. Annual Review of Sex Research, 1, 119-161.

 

Nobre, P. J., & Pinto-Gouveia, J. (2000). Erectile dysfunction: an empirical approach based on Beck’s cognitive theory. Sexual and Relationship Therapy, 15, 351-366.

 

Sbrocco, T., & Barlow, D. H. (1996). Conceptualizing the cognitive component of sexual arousal: Implications for sexuality research and treatment. In P. M. Salkovskis (Ed.), Frontiers of cognitive therapy (pp. 419-449). New York: Guilford Press.

 

Modelos de Intervenção Terapêutica Empiricamente Validados

 

Althof, S. E. (2000). Erectile dysfunction: Psychotherapy with men and couples. In S. R. Leiblum & R. C. Rosen (Eds.), Principles and practice of sex therapy (3th ed., pp. 242-275). New York: Guilford Press.

 

Bach, A. K., Wincze, J. P., & Barlow, D. H. (2001). Sexual dysfunction. In D. H. Barlow (Ed.), Clinical Handbook of Psychological Disorders: A step by step treatment manual (3ª ed., pp. 562-608). New York: Guilford Press.

 

Carey, M. P., Wincze, J. P., & Meisler, A. W. (1993). Sexual dysfunction: Male erectile disorder. In D. H. Barlow (Ed.), Clinical Handbook of Psychological Disorders: A step by step treatment manual (2ª ed., pp. 442-480). New York: Guilford Press.

 

Hawton, K. (1985). Sex therapy: A pratical guide. Northvale, NJ: Aronson

 

Heiman, J. R., & Meston, C. M. (1997). Empirically validated treatment for sexual dysfunction. Annual Review of Sex Research, 8, 148-194.

 

McCabe, M. P. (2001). Evaluation of a cognitive behavior therapy program for people with sexual dysfunction. Journal of Sex and Marital Therapy, 27, 259-271.

 

Nobre, P. J. (no prelo). Male Sexual Dysfunctions. In Stefan Hoffman (Ed.) CBT: A Complete Reference Guide.Wiley-Blackwell

 

Rosen, R. C. (2000). Medical and psychological interventions for erectile dysfunction: Toward a combined treatment approach. In S. R. Leiblum & R. C. Rosen (Eds.), Principles and practice of sex therapy (3th ed., pp. 276-304). New York: Guilford Press.

 

Rosen, R. C., Leiblum, S. R., & Spector, I. (1994). Psychologically based treatment for male erectile disorder: A cognitive-interpersonal model. Journal of Sex and Marital Therapy, 20, 67-85.

 

Wincze, J. P., & Barlow, D. H. (1997). Enhancing sexuality: A problem solving approach (therapist guide). Albany, NY: Graywind.

 

Livros de Auto-ajuda

 

Heiman, J. R., & LoPiccolo, J. (1988). Becoming orgasmic: A sexual and personal growth program for women (rev. ed.). New York: Prentice-Hall.

 

Rodrigues, O. M. (2001), Aprimorando a saúde sexual: Manual de técnicas de terapia sexual. São Paulo: Summus Editorial.

 

O Futuro da Sexologia

 

Bancroft, J. (1999). Sexual science in the 21st century: Where are we going? A personal note. The Journal of Sex Research, 36, 226-229.

 

Gomes, F. A. (2002). Sexualidade, sexologia e medicina. Psiquiatria Clínica, 23, 7-16.

 

Hawton, K. (1992). Sex therapy research: As it withered in the vine? Annual Review of Sex Research, 3, 49-72.

 

Leiblum, S. R., & Rosen, R. C. (2000). Introduction: Sex therapy in the age of viagra. In S. R. Leiblum & R. C. Rosen (Eds.), Principles and practice of sex therapy (3th ed., pp. 1-13). New York: Guilford Press.

 

Tiefer, L. (1994). The three crises facing sexology. Archives of Sexual Behavior, 23, 361-374.

 

Tiefer, L. (1996). The medicalization of sexuality: Conceptual, normative, and professional issues. Annual Review of Sex Research, 7, 252-282.

 

 

 

 

 

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