| Código: | P400 | Sigla: | PL |
| Áreas Científicas | |
|---|---|
| Classificação | Área Científica |
| OFICIAL | Psicologia |
| Ativa? | Sim |
| Página Web: | https://moodle.up.pt/course/view.php?id=882 |
| Unidade Responsável: | Psicologia |
| Curso/CE Responsável: | Mestrado Integrado em Psicologia |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Anos Curriculares | Créditos UCN | Créditos ECTS | Horas de Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| MIPSI | 199 | Plano Oficial | 2 | - | 6 | 54 | 162 |
1. Conhecer, a nível introdutório, os principais conceitos, problemas e métodos da psicologia da linguagem, enquanto pilar de formação básica em psicologia cognitiva.
2. Conhecer as principais fases da realização de um estudo experimental em resultado de participar enquanto sujeito em investigações em curso no Laboratório de Fala, e ser capaz de sobre essa participação exercer reflexão avaliativa.
3. Conhecer e ser capaz de explicar ou produzir demonstrações de efeitos psicológicos selecionados relativos à linguagem (e.g., integracão audio visual, perceção categorial, os problemas da segmentação e falta de invariância).
4. Ser capaz de interpretar, analisar e sintetizar textos específicos no domínio, de nível de especialização inicial ou intermédia, e de estabelecer relações entre os conhecimentos adquiridos e situações da vida corrente em que a sua aplicação possa ser relevante.
5. Conhecer as principais convenções da escrita científica em psicologia e ser capaz de as utilizar, no todo ou em parte.
Os objectivos foram definidos operacionalmente e por isso são equivalentes aos resultados da aprendizagem.
Introdução à linguagem
A trilogia linguagem, comunicação e cognição.
Traços estruturais da linguagem. A linguagem enquanto sistema.
Fundamentos de produção de voz e de fala
Componentes glótica, subglótica e supraglótica. Diversidade dos fones.
Coarticulação e variabilidades articulatórias.
Introdução à percepção de fala
A ciência da fala. Percepção categorial.
Integração audiovisual. Teoria motora e teorias auditivas.
Léxico mental e compreensão
Reconhecimento de palavras. Efeito de restauração fonémica.
Parsing e compreensão de frases. Compreensão de discurso/texto.
Aquisição de linguagem
Fases principais. Desenvolvimento fonológico, léxico-semântico, e morfo-sintáctico.
Leitura e escrita
Escritas morfo-silábicas, silábicas e alfabéticas. Modelos de leitura hábil. Aprendizagem da leitura pela criança.
Dislexias e afasias
Perturbações adquiridas de linguagem e sua base biológica.
Dislexias adquiridas. Afasias e modelos neurocognitivos de linguagem.
Castro, S.L. (2004). Elementos de estudo em psicologia da linguagem e da cognição, Edição Revista. Laboratório de Fala, FPCE-UP. (Primeira edição em papel de 1997). Disponível no curso PL Online.
Denes, G. (2011). Talking heads. The neuroscience of language. New York: Psychology Press.
Eysenck, M. W., & Keane, M. T. (2015). Cognitive Psychology. A student's handbook, 7th edition. London: Psychology Press.
Harley, T. A. (2013). The psychology of language. From data to theory (4th ed.). Hove: Psychology Press.
Aulas expositivas semanais em grande grupo (circa 150 estudantes), práticas laboratoriais semanais em subgrupo (circa 30 cada) e quando possível participação individual enquanto sujeito em investigações em curso no Laboratório de Fala, preferencialmente ligada a projectos financiados.
Componente online no sistema Moodle da UP, onde são disponibilizados materiais relevantes, incluindo guiões das sessões presenciais, leituras recomendadas e outros meios úteis: http://moodle.up.pt/. Acesso como visitante com senha “ visitaPL “.
Possibilidade de efectuar uma recensão de artigos recomendados pela sua pertinência para o estudo das matérias do curso.
| Designação | Peso (%) |
|---|---|
| Exame | 70,00 |
| Participação presencial | 10,00 |
| Trabalho laboratorial | 20,00 |
| Total: | 100,00 |
| Designação | Tempo (Horas) |
|---|---|
| Apresentação/discussão de um trabalho científico | 4,00 |
| Elaboração de relatório/dissertação/tese | 4,00 |
| Estudo autónomo | 98,00 |
| Frequência das aulas | 54,00 |
| Trabalho laboratorial | 2,00 |
| Total: | 162,00 |
A participação em pelo menos 75% das aulas é recomendada nas aulas presenciais de grande grupo (expositivas, ditas teóricas), e obrigatória nos trabalhos laboratoriais (práticas).
A classificação final é atribuída tendo em conta (1) a classificação no exame final, (2) a classificação do trabalho prático quando aplicável (por exemplo, os estudantes a frequentar a unidade curricular pela primeira vez) e, no caso de ter participado numa experiência em PL, (3) os créditos atribuídos a essa participação. São exigidos mínimos de 35% no exame e no trabalho prático, não compensáveis entre si.
Condições específicas são definidas anualmente. Salvo indicação em contrário a explicitar até pelo menos um mês antes da época de avaliação, o esquema geral obedecerá à tipologia que se segue.
No caso de um estudante que tenha feito o trabalho prático no ano académico em curso ou no ano imediatamente anterior, e que tenha obtido créditos no ano em curso, a ponderação será respectivamente de 70% + 20% +10% (2 valores). Um estudante que apenas tenha feito trabalho prático: 80% + 20%. Um estudante dispensado de práticas, e sem nota prática válida*, que tenha obtido créditos: 90% + 10% (2 valores). Um estudante dispensado de práticas, e sem nota prática válida*, que não tenha obtido créditos: 100%.
O exame final é realizado através do Moodle (em computador) e consiste em grande parte por perguntas de escolha múltipla.
*Uma nota prática é válida no ano em que é obtida e no ano imediatamente a seguir. Após esse prazo, deixa de poder ser usada para o cálculo da classificação final.
É esperada a participação do estudante em investigações em curso, na qualidade de sujeito.
É recomendado o uso regular regular da disciplina online, muito especialmente a componente de auto-avaliação (questões de escolha múltipla).
É recomendada também a frequência regular das aulas expositivas de grande grupo.
A participação nas aulas expositivas em grande grupo tem implícita a adopção de um código de conduta adequado, nomeadamente manter o silêncio excepto para intervenções dirigidas ao professor e colegas em geral, e abster-se de comentários privados.
Situações especiais serão discutidas com o professor e avaliadas caso a caso.
A melhoria de nota é possível através da repetição do exame de acordo com o determinado no Regulamento de Avaliação Discente da UP, e requer registo prévio na Secretaria. Tratando-se de exames por turnos através do Moodle, os estudantes deverão também informar o professor da sua intenção de realizar exame de melhoria.
Nos termos do Regulamento para avaliação da UP, a melhoria pode ser efetuada uma única vez, até à época de recurso do ano letivo imediatamente subsequente àquele em que foi obtida aprovação e em que esta unidade curricular tenha exame (cf. Art.º 10º, ponto 1).