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Intervenção Social e Redução de Riscos

Código: P813     Sigla: ISRR

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Psicologia

Ocorrência: 2015/2016 - 1S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Psicologia
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Psicologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIPSI 22 Plano Oficial 4 - 6 54 162
MTP 13 Plano Oficial 1 - 6 54 162

Língua de trabalho

Português

Objetivos

1. Conhecer e compreender o que é a redução de riscos (RR) e a sua importância. 2. Distinguir a intervenção social e a RR em relação a formas de intervenção próximas (intervenção comunitária, educação para a saúde, …). 3. Conhecer as áreas de intervenção e os métodos e as estratégias da redução de riscos associada ao consumo de drogas e ao trabalho sexual. 4. A partir de alguns exemplos de boas práticas identificar, caracterizar e discutir criticamente outros programas e projectos. 5. Aplicar os conhecimentos adquiridos a situações e contextos concretos.

Resultados de aprendizagem e competências

 No fim desta unidade curricular os alunos deverão ser capazes de:

 - Conhecer e compreender o que é a redução de riscos e a sua importância,

distinguindo-a de outras formas de intervenção;

- Conhecer as áreas de intervenção e os métodos e as estratégias da

redução de riscos associada ao consumo de drogas e ao trabalho sexual

- Identificar, caracterizar e discutir criticamente diversos programas

e projectos de intervenção nesta área

Modo de trabalho

Presencial

Programa

1. 1.1 Discussão crítica do conceito de risco: risco psicológico, risco social, gestão dos riscos, sociedade de risco, ... 1.2. O contexto da intervenção social e da RR: marginalidade e exclusão na cidade pós-industrial; a trajectória social do fenómeno droga e a emergência da redução de riscos. 2. Noções, programas iniciais, críticas e pressupostos da redução de riscos. A redução de riscos no conjunto das estratégias de intervenção nas drogas 3. A redução de riscos em Portugal 4. Principais características e programas: 4.1. Características: pragmatismo, proximidade, trabalho em rede, ... 4.2. Programas: consumo de drogas/toxicodependência ( a troca de seringas, a metadona de baixo limiar, a redução de riscos no contexto das drogas sintéticas, salas de consumo, trabalho de pares, ... ); trabalho sexual (as diferentes  valências: trabalho de campo e centro de atendimento; as principais áreas de intervenção: VIH/SIDA e IST, violência e exploração,  direitos humanos/civis, empoderamento; os métodos: educação de pares, materiais educativos, aconselhamento/apoio e uso da internet, ...; os alvos pessoas que fazem trabalho sexual, clientes e gestores); outros programas de redução de riscos (consumo de álcool, …)

Bibliografia Obrigatória

Grup IGIA; Contextos, sujetos y drogas: un manual sobre drogodependencias, Fundación de Ayuda contra la Drogadicción, 2000
O'Hare, P., Newcombe, R., Matthews, A., Buning, E. & Drucker, E.; La reducción de los daños relacionados con las drogas, Grup IGIA, 1995
Marlatt G. Alan co-aut.; Harm reducation. ISBN: ISBN 1-57230-397-2

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

- Método expositivo; - Discussão em grupo; - Conferências levadas a cabo por especialistas nos temas relacionados com os conteúdos da UC seguidas de debate; - Visualização de vídeos seguida de discussão; - Pesquisa e estudo de bibliografia relacionada com os temas em análise; - Estudo autónomo

Palavras Chave

Ciências Sociais > Sociologia > Sociologia urbana
Ciências Sociais > Ciências psicológicas > Psicologia

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 50,00
Trabalho de campo 50,00
Total: 100,00

Obtenção de frequência

Para obter aprovação é necessária a classificação mínima de 10 valores no somatório das notas obtidas nos diferentes componentes de avaliação. A avaliação basear-se-á na combinação entre a realização de um trabalho de grupo apresentado na aula e a nota obtida num exame final. Estes componentes de avaliação têm a ponderação relativa de 50% cada uma. A presença nas aulas é de  grande importância, mas não é obrigatória em mais de 75% das aulas.

Fórmula de cálculo da classificação final

A nota final, numa escala de 0 a 20, é obtida através do seguinte cálculo: em cada uma das componentes da avaliação, o aluno deve obter uma classificação mínima de 10 valores. Para obter aprovação na disciplina, o aluno deve conseguir uma classificação final mínima de 10 valores. O incumprimento de alguma destas tarefas implicará a reprovação.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Em casos excepcionais, previstos na lei, ou em casos devidamente justificados e aceites como válidos pelos órgãos de gestão da Faculdade competentes para o efeito, poderá ser realizada uma avaliação fora do contexto habitual e do calendário previsto, através da realização de um trabalho escrito que substitua o trabalho em grupo que os restantes alunos efectuaram para avaliação da componente prática (valendo 50% da nota final) e da realização de uma prova oral ou escrita versando sobre os conteúdos leccionados na disciplina ao longo do semestre e que substituta o trabalho individual (valendo 50% da nota final).

Melhoria de classificação

Os estudantes podem efetuar melhoria da classificação uma única vez, numas das duas épocas de exame final imediatamente subsequentes àquela em que obtiveram aprovação e em que a UC tenha exame previsto. Tal melhoria aplica-se apenas a 50% da nota relativa à componente exame final.


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