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FMUP deu posse a 12 novos Professores Catedráticos

«Júbilo» e «orgulho» marcaram cerimónia oficial na Aula Magna

Catedráticos 2021

Os 12 novos Professores Catedráticos da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) tomaram posse, oficialmente, numa cerimónia que decorreu no passado dia 8 de outubro, na Aula Magna desta Faculdade.

“Estou extremamente feliz e orgulhoso por ser no meu mandato que a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto dá mais este salto”, afirmou o Diretor da FMUP, Altamiro da Costa Pereira, na abertura da cerimónia, que contou com a presença do Reitor da Universidade do Porto, António Sousa Pereira, e do Vice-Reitor, José Castro Lopes.

A cerimónia foi o corolário de dois concursos distintos: um concurso de promoção para dez Professores Catedráticos - um “concurso longo e difícil, mas “bem-sucedido” - e um concurso de provimento iniciado há quase duas décadas e que só agora chegou “a bom porto”.

As primeiras palavras do diretor da FMUP foram para os Professores que não ficaram colocados no concurso de promoção, alguns dos quais quiseram, ainda assim, associar-se a este momento festivo. “Não foi fácil escolher porque todos os candidatos tinham mérito para serem promovidos. Acredito piamente que haverá outras oportunidades e sobretudo espero que a Faculdade de Medicina do Porto consiga abrir mais vagas de provimento”, afirmou, recordando que este assunto tem sido motivo de controvérsia com a Reitoria.

Aos Professores Catedráticos empossados, Altamiro da Costa Pereira deixou palavras de manifesto “júbilo”. “A FMUP revê-se, com muito orgulho, no vosso mérito e, sobretudo, nas expetativas do vosso trabalho futuro. O maior objetivo de um Professor Catedrático deve ser uma boa e próspera descendência”, exortou.

Nesta cerimónia, os primeiros a assinar o respetivo contrato e a discursar foram Fernando Falcão Reis e Francisco Cruz. “Este é um dia especial, único e irrepetível, que vai ficar nos anais da FMUP. E o nome que a ele ficará ligado é o do Professor Altamiro da Costa Pereira”, disse Fernando Falcão Reis.

Este seria, de resto, o tom dos vários discursos que se seguiram e aos quais foi transversal o sentido reconhecimento do papel do atual diretor da FMUP em todo este processo. 

Para Francisco Cruz, este foi “um momento irrepetível”. O também subdiretor da FMUP referiu-se à decisão judicial que lhe deu razão, ao fim de 18 anos, como uma “marca”, esperando que os concursos na Universidade sejam encarados “de uma forma muito rigorosa”.

De entre os novos Catedráticos resultantes do outro concurso, que tomaram posse por ordem alfabética, o primeiro a assinar o respetivo contrato foi Acácio Rodrigues, que recordou momentos altos da sua vida na FMUP, “casa” que serve desde os 23 anos, e evocou os seus principais mestres.

Fernando Schmitt, atual coordenador do Laboratório Associado RISE (que tem a FMUP na sua génese), considerou que este foi “um dia muito feliz” e “o culminar de uma carreira universitária”, mas longe de ser o fim. Reconhecendo o empenho do diretor para que este concurso acontecesse, prometeu continuar a dar o seu melhor.

Também Isaura Tavares sublinhou que este concurso é “uma prova da tenacidade do diretor da FMUP”, a sua “faculdade de coração”, onde garante que irá manter a sua dedicação de sempre.

Na mesma linha, João Tiago Guimarães realçou que este momento “não é um ponto final, mas o assumir de um novo compromisso e de uma nova responsabilidade”, tendo aproveitado para homenagear os seus grandes mestres, entre os quais Hipólito-Reis, ali presente.

Jorge Polónia, que percorre os espaços da FMUP há 51 anos, com a sua bata, expressou “felicidade” e “muita gratidão” aos mestres, colaboradores, alunos e doentes”. Próximo da jubilação, “uma terrível imposição legal”, promete continuar com “a mesma tenacidade e alegria”.

José Silva Cardoso encarou esta tomada de posse como “uma hora de balanço” e “uma hora de viragem” que, no entanto, obriga a olhar para o futuro, imbuído dos valores e do espírito de equipa que o têm norteado até aqui.

“Uma honra e um privilégio.” Foi desta forma que José Carlos Machado encarou a sua posse como Professor Catedrático da FMUP, esperando contribuir para que continue no seu “caminho de excelência”.

“Satisfação e honra” foram os sentimentos expressos por Luís Delgado, para quem este momento é também o culminar de um longo percurso académico e clínico. “A posição que agora alcanço reflete o mérito dos meus mentores e colaboradores”, afirmou.

Para José Paulo Andrade, esta é “uma nova etapa” que assumiu “com total entusiasmo e empenho”.

Finalmente, foi a vez de Fátima Martel assumir a sua nova posição na FMUP, que, tal como Isaura Tavares, disse sentir como a sua “faculdade do coração” e à qual promete dedicar o seu melhor.

Coube ao Reitor da Universidade do Porto encerrar a sessão com uma nota de esperança aos que não foram promovidos neste concurso, sinalizando a abertura de novos concursos quer para Professores Catedráticos, quer para Professores Associados, ainda este ano ou no próximo.

“Certamente que estarei ao lado da direção da FMUP, às vezes com discordâncias, mas casa não ralhada não é bem governada e nós lá nos vamos entendendo para levar o barco em frente”, concluiu. 

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