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Dia da Graduação: dos afetos à ''paixão'' pela Medicina

Em tempo de pandemia, a Faculdade de Medicina celebrou, na presença do Presidente da República, a formação médica e a investigação em saúde dos novos graduados

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Perante uma audiência distribuída por quatro salas emblemáticas e muitas centenas a assistir virtualmente, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) celebrou ontem o “Dia da Graduação”, um momento repleto de simbolismo para os jovens médicos e os académicos que se dedicam à investigação na área da saúde.

Na Aula Magna, o Presidente da República “graduou” os mais recentes 267 novos médicos da FMUP, aos quais se juntaram também estudantes premiados, novos mestres, doutorados e académicos que obtiveram o título de agregado, num gesto emblemático da sua pertença à academia e do seu compromisso com a sociedade, em tempos especialmente desafiantes.

No discurso que tinha planeado, mas que preferiu deixar de parte e dizer o que lhe ia “na alma”, Marcelo Rebelo de Sousa congratulou todos os distinguidos na cerimónia por terem ultrapassado dois últimos anos letivos “exigentes, rigorosos e sacrificados”, mas que permitiram “demonstrar a qualidade do ensino de medicina e da ciência em Portugal”.

Nas palavras proferidas pelo Chefe de Estado, o sentimento de “paixão” foi por diversas vezes mencionado. “Ninguém tem uma carreira científica e académica e muito menos uma carreira no domínio da medicina sem paixão”, afirmou o Presidente da República.

“Aquilo que eu formulo como voto é que nunca a paixão vos abandone. Os obstáculos serão constantes - falta de meios materiais, falta de recursos financeiros, falta de condições sociais, problemas de toda a ordem vos perseguirão - mas tudo isso é, apesar de tudo, ultrapassável na base da vossa paixão.”

E se as palavras de Marcelo Rebelo de Sousa podem ser interpretadas como uma exaltação à resiliência dos profissionais ligados à área da saúde, o discurso do diretor da FMUP recordou que “é pela ciência e as artes médicas, pela dignidade da vida e a compaixão pelos doentes, pelo desenvolvimento social e cultural da sociedade onde está inserida” que a FMUP se tem empenhado, desde a sua fundação, em 1825, na época sob a designação de Real Escola Cirúrgica do Porto.

Altamiro da Costa Pereira aproveitou a ocasião para lembrar “todas as inúmeras instituições e entidades, públicas e privadas, de ensino, de investigação, empresariais, nacionais e estrangeiras que connosco têm partilhado ideias e concretizado projetos”.

Além do Presidente da República e do diretor da FMUP, a cerimónia contou também com as intervenções do reitor da Universidade do Porto, António Sousa Pereira, do representante das entidades parceiras da FMUP e presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de São João, Fernando Araújo, e do presidente da Associação de Estudantes da FMUP, Henrique Moreira.

Realizado em condições especiais para cumprir todas as normas de higiene e segurança, o “Dia da Graduação” da FMUP contou ainda com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, do Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, e do Bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães.

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