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Investigadoras da FMUP premiadas pela Fundação Grünenthal

Os trabalhos liderados pelas investigadoras Isabel Martins e Joana Barroso foram distinguidos na edição 2020 do Prémio Grünenthal Dor

prémio

As investigadoras da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP)Isabel Martins e Joana Barroso, foram recentemente distinguidas com os prémios Grünenthal Dor 2020 de Investigação Básica e de Investigação Clínica, atribuídos pela Fundação Grünenthal a projetos realizados na área da dor.

No valor de 7.500 euros, o prémio de Investigação Básica reconheceu o artigo intitulado "Neuropathic Pain Induced Alterations in the Opioidergic Modulation of a Descending Pain Facilitatory Area of the Brain".

Este trabalho, da autoria dos investigadores Ana Rita Costa, Paulina Carvalho, Gunnar Flik, Steven P. Wilson, Carlos Reguenga Isabel Martins e Isaura Tavares, foi desenvolvido com o objetivo de estudar a forma como os opióides atuam numa área do cérebro envolvida na manutenção da dor, num modelo de dor neuropática.

Como explicam os autores, "os resultados sugerem que as alterações no recetor que medeia os efeitos dos opióides contribuem para a redução da eficácia dos mesmos no tratamento da dor neuropática". Os dados apontam então para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas que previnam estas alterações.

Já o prémio de Investigação Clínica, de igual valor monetário, distinguiu o artigo "Brain grey matter abnormalities in osteoarthritis pain: a cross-sectional evaluation", que tem como primeira autora Joana Barroso.

"Neste projeto, o nosso objetivo era caracterizar, na maior base de dados até então conhecida, quais as alterações associadas à dor da osteoartrose no sistema nervoso central, mais precisamente no nosso cérebro", explica a investigadora da FMUP.

Nas palavras dos investigadores, trata-se do "primeiro passo para melhor compreender a influência da osteoartrose no cérebro e a influência das propriedades do sistema nervoso central na dor da osteoartrose".

A par de Joana Barroso, o artigo científico contou com a colaboração de Andrew Vigotsky, Paulo Branco, Ana Mafalda Reis, Thomas J Schnitzer, Vasco Galhardo e Apkar Vania Apkarian.

Instituído em 1999, o Prémio Grünenthal Dor premeia anualmente os melhores trabalhos da autoria de médicos e outros profissionais da área da saúde sobre temas de investigação básica ou clínica relacionados com a dor. Contempla um valor pecuniário total de 15 mil euros, tratando-se do galardão de mais alto valor anualmente distribuído em Portugal nesta área.

A entrega de prémios decorreu durante o colóquio organizado pela Grünenthal, este ano realizado em formato online.

O encontro foi dedicado ao tema "Cognição e Dor", dirigido por Vasco Galhardo, professor da FMUP, e moderado por Walter Osswald, presidente da Fundação Grünenthal e professor jubilado da FMUP.

A Fundação Grünenthal é uma entidade sem fins lucrativos, que tem por fim primordial a investigação e a cultura científica na área das ciências médicas, com particular dedicação ao âmbito da dor e respetivo tratamento.

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