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Miguel Tamen presente nos 194 anos da FMUP

A Universidade não se esgota no exercício de uma profissão

Miguel Tamen

A Sessão Solene do Dia da FMUP 2019 foi marcada pela presença do orador convidado, Miguel Tamen, diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e um dos autores da obra “A universidade como deve ser”.

Num discurso fortemente aplaudido, o autor convidado realçou a ideia de que “a universidade não se esgota no exercício de uma profissão”. Como tal, destacou José Leite Vasconcelos, etnógrafo, etnólogo, filólogo e linguista, mas que fez a sua formação na Escola Médico Cirúrgica do Porto. “Podem existir pessoas que se formam em Medicina, e se celebrizam como outra coisa diferente”, referiu.

Na Sessão Solene discursaram ainda Altamiro da Costa Pereira (diretor da FMUP), António Oliveira e Silva (presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de São João), Sónia Magalhães (representante do pessoal técnico), Nuno de Barros Ferreira (presidente da Associação de Estudantes da FMUP) e António Sousa Pereira (reitor da U.Porto).

O diretor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto destacou o aumento da produção académica e da oferta formativa da Faculdade. "Em 1996, a FMUP licenciou 101 estudantes. Em 2018 o valor quase que triplicou, para 287", referiu.  Contudo, Altamiro da Costa Pereira lamenta que o orçamento do Estado tenha vindo a diminuir. “Na verdade, se houve um ligeiro acréscimo entre 1996 e 2008, entre 2008 e 2018 as verbas provenientes do Orçamento de Estado diminuíram quase dois milhões de euros", disse.

O diretor da FMUP explicou ainda que a subsistência da faculdade se deve às receitas das propinas que sofreram um “aumento de 70 vezes”. Apesar dos claros “sinais de esforço”, a faculdade demonstra uma “grande pujança”. Para o futuro, o diretor da FMUP pretende promover uma restruturação logística e formal da Faculdade, de forma a promover uma melhor utilização dos espaços e da articulação com o Hospital São João.

António Oliveira e Silva, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de São João, reiterou a necessidade e vontade de criação de um “Centro Académico Clinico” – uma hipótese já levantada pelo diretor da FMUP.

Sónia Magalhães, representante do pessoal técnico, apela à necessidade dos empregos se distanciarem de paradigmas burocráticos e de alienação, "elevando o pensamento crítico, o trabalho em equipa, a participação ativa e direta nas decisões institucionais".

Baseando o seu discurso no mote “Uma FMUP como dever ser”, Nuno de Barros Ferreira, presidente da Associação de Estudantes da FMUP, destacou as vantagens de pertencer à instituição. “Ser FMUP é muito melhor do que ser outra coisa qualquer”. Anunciou ainda um novo congresso, “What else”, que terá lugar em outubro e procura “explorar o tema da carreira médica menos convencional.”

A cerimónia foi encerrada por António Sousa Pereira, reitor da Universidade do Porto, que felicitou a faculdade “por quase 200 anos de história”, materializada “num ensino de maior qualidade e mais multidisciplinaridade”.

A sessão contou também com a participação da Tuna Feminina de Medicina do Porto, do Grupo de Fados da FMUP e do Coro da Faculdade, tendo encerrado com um Porto de Honra ao som da Tuna de Medicina do Porto.

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