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Laboratório de Semiótica da Comunicação

Código: MECC010     Sigla: LSC

Ocorrência: 2012/2013 - 2S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Jornalismo e Ciências da Comunicação
Curso/CE Responsável: Mestrado em Ciências da Comunicação

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MECC 22 (PLANO ANTIGO - não escolher) Plano Oficial Mestrado em Ciências da Comunicação 1 - 10 6 6

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
António José Machuco Pacheco Rosa Regente

Docência - Horas

Teorico-Prática: 3,00
Orientação Tutorial: 1,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teorico-Prática Totais 1 3,00
António José Machuco Pacheco Rosa 3,00
Orientação Tutorial Totais 1 1,00
António José Machuco Pacheco Rosa 1,00

Língua de trabalho

Português

Objetivos

O programa tem como objectivo começar por facultar aos estudantes o domínio, a um nível relativamente avançado, alguns das principais teorias e conceitos que delimitam a área disciplinar da semiótica. De seguida, escolheu-se, neste anos lectivo, focar a atenção em algumas aplicações específicas da Semiótica. Nomeadamente, foram escolhidas as áreas da publicidade, da interacção homem-máquina e da estética. Julgou-se ainda útil mostrar como certos modelos elementar da comunicação estão hoje a ser reformulados devido à presença das novas tecnologias. Os estudantes poderão assim ganhar competências sobre as forma como a Semiótica se aplica a campos específicos. Será igualmente promovido o sentido crítico relativamente aos estudantes face às temáticas abordadas, contribuindo assim para o desenvolvimento da pesquisa autónoma na esfera dos conteúdos ministrados nesta disciplina.

Programa

Programa
I. Teorias semióticas
1. Elementos de história da semiótica
2. A semiótica de Charles S. Peirce
2.1. Os antecedentes históricos
2.2. A teoria das categorias
2.3. A definição de signo
2.4. Os principais tipos de signos
3. O modelo semiológico ou linguístico
3.1. A teoria semiológica de F. de Saussure
3.1.1. Paradigma versus sintagma
3.1.2. Diacronia versus sincronia
3.1.3. A língua enquanto estrutura de sistemas diferenciais
3.2. Conceito de código e de modelo de Hjelmslev
3.2.1. Plano de expressão versus plano do conteúdo
3.2.2. Diversos tipos de códigos
4. O estruturalismo e a natureza do simbólico
4.1. A perda do referente
5. As origens do simbólico e da comunicação
5.1. Teoria de René Girard
5.2. O fundamento do signo
5.2. Antropologia filogenética do simbólico

II Aplicações
1. Semiótica da publicidade e da moda
1.1. Origem e trajectória do conceito de luxo
1.2 Socidade antiga versus sociedade dos indivíduos
1.2.1 A igualdade de condições em Tocqueville
1.2.2. O modelo de Veblen
2. O conceito de marca: da diferenciação à indiferenciação
3. Modelos económicos do consumo: utilidade decrescente versus utilidade crescente
4. A trajectória da publicidade
4.1. A publicidade na primeira metade do século XX
4.2. A fase USP
4.3. A diferenciação da contra-cultura
4.4. A fase do life-style
4.5. Exemplos recentes de mensagens publicitárias
5. A publicidade e a estrutura triádica do desejo e do signo
6 Semiótica da moda
6.1. O modelo de George Simmel

III Outras aplicações

1. Difusão de informação em redes

2. A semiótica e a interacção homem-máquina
2.1. Os ambientes gráficos baseados na metáfora do desktop
3. Semiótica da Estética
3.1. Do Laocoonte de Lessing e Gothe ao estruturalismo moderno

Bibliografia principal

De saussure, F. (1978). Curso de Linguística Geral. Lisboa: Don Quixote.
Dumouchel, P. & Dupuy, J-Pierre. (1978). L'enfer des choses – Rene Girard et la logique de l'économie. Paris: Seuil.
Eco, U. (1997) O Signo, Lisboa: Presença.
Fidalgo, A. (1997). Semiótica: a Lógica da Comunicação. Covilhã: Universidade da Beira Interior.
Frank. T., (1997) The Conquest of Cool: Business Culture, Counterculture, and the Rise of Hip Consumerism. Chicago: University of Chicago Press.
Girard, R. (1978). Des Choses Cachées Depuis la Fondation du Monde, Paris: Grasset.
Jhally, S. (1995). Os Códigos da Publicidade. Lisboa: Asa.
Lipovetsky G. (1987). L'Empire De L'Ephemere. Paris: Gallimard.
Machuco Rosa, A. (2008). Comunicação e o Fim das Instituições: Das Origens da Imprensa aos Novos Media. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas.
Peirce, C. S. (1998). C. S. Peirce, Antologia Filosófica. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda.
Peirce, C. S. (1931-1958). Collected Papers of Charles Sanders Peirce. Cambridge: Harvard University Press.
Petitot, Jean, Morphologie et Esthétique, Paris, Maisonneuve et Larose, 2004.
Sicard, M-Claude. (2010). Luxe, mensonges et marketing. Paris : Pearson

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

A parte Teórica-prática consistirá na combinação do método expositivo a cargo do docente com a participação e aplicação prática de conhecimentos adquiridos por parte dos discentes, nomeadamente na apresentação de trabalhos no âmbito do programa da disciplina. As sessões de orientação tutorial visam o desenvolvimento de actividades relacionadas com os trabalhos individuais e de grupo que os discentes deverão apresentar ao longo do semestre

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Peso (%) Data Conclusão
Participação presencial (estimativa) Participação presencial 92,00
Exame Final Exame 2,00
Elaboração de Trabalhos Trabalho escrito 130,00
Total: - 0,00

Componentes de Ocupação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Data Conclusão
Preparação das matérias leccionadas Estudo autónomo 46
Total: 46,00

Obtenção de frequência

Presença obrigatória em 75% das aulas, excepto nos casos previstos na lei geral e nos regulamentos da FLUP.

Fórmula de cálculo da classificação final

Cálculo da Classificação Final
Participação oral - 10 %
Trabalho - 40 %
Exame final - 40 %
-Alunos trabalhadores-estudantes - caso não frequentem 75 % das aulas / alunos repetentes
Trabalho - 50%
Exame final - 50%

Avaliação especial (TE, DA, ...)

De acordo com o Regulamento de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto
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