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Docentes FLUP integram projeto transfronteiriço sobre "Os mais antigos habitantes do Baixo Minho"

Projeto Miño-Minho teve início em 2016.

Investigadores portugueses e espanhóis terminaram, neste Verão, a segunda campanha de escavações arqueológicas no âmbito do projeto de investigação transfronteiriço sobre o Paleolítico Inferior do rio Minho, intitulado "Miño-Minho: Os mais antigos habitantes do Baixo Minho".

Os trabalhos desenvolvidos centraram-se, tal como em 2016, nos concelhos de Monção e Melgaço, permitindo recolher inúmeros dados sobre as ocupações plistocénicas da região.

Com o objetivo de divulgar os resultados desta investigação, nomeadamente junto das populações locais e das escolas, bem como agradecer todo o apoio facultado pelos Municípios de Monção e de Melgaço, e pelas Juntas de Freguesia de Valadares, Remoães e Penso, realizaram-se conferências enquadradas no Reditus – I Jornadas sobre Património Cultural de Melgaço.

O projeto Miño-Minho, iniciado em 2016, reúne investigadores da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Alberto Gomes e Sérgio Rodrigues), da Faculdade de Letras da Universidades de Lisboa (João Pedro Cunha Ribeiro), da Universidade do Minho (José Meireles Batista) e do Centro Nacional de Investigación sobre la Evolución Humana de Burgos - CENIEH (Alfredo Pérez-González, Eduardo Mendez e Manuel Santonja).  Conta com a aprovação e apoio da Direção Geral do Património Cultural (Ministério da Cultura, Portugal) e do CENIEH (Burgos, Espanha), organismo de referência mundial nos domínios da arqueologia paleolítica e da evolução do Homem.

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[Remoães, 2017]
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