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Fiscalização de Obras

Código: EC0061     Sigla: FOBR

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Construções

Ocorrência: 2018/2019 - 1S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Secção de Construções Civis
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Engenharia Civil

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIEC 23 Plano de estudos oficial a partir de 2006/07 5 - 5 45 133

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Rui Manuel Gonçalves Calejo Rodrigues Regente

Docência - Horas

Teóricas: 1,50
Teórico-Práticas: 1,50
Tipo Docente Turmas Horas
Teóricas Totais 1 1,50
Rui Manuel Gonçalves Calejo Rodrigues 1,50
Teórico-Práticas Totais 2 3,00
Rui Manuel Gonçalves Calejo Rodrigues 3,00

Língua de trabalho

Português

Objetivos

JUSTIFICAÇÃO:
A “Engenharia de Serviços” não assumiu ainda no nosso país uma posição individualizada que a permita destacar do desempenho generalizado da Engenharia Civil. Não obstante os engenheiros civis na sua prática profissional são correntemente envolvidos em prestações cujo cariz tem cabal definição como engenharia de serviços. Tem particular significado a prática de serviços de “fiscalização de obras” nas quais os engenheiros civis têm um papel preponderante. A Legislação Nacional (Regime Jurídico de Obras Públicas) atribui à “fiscalização” um conjunto de competências cuja concretização prática carece de metodologias de aplicação geralmente ignoradas. Quem tiver uma visão alargada da prática profissional neste domínio pode facilmente constatar uma clara falta de preparação académica para este tipo de prestações; efetivam-se serviços sem que para tal tenha sido esquematizada uma prestação funcional e interpreta-se fiscalizar e/ou coordenar por “policiar”, “controlar”, “garantir qualidade”, “assistência técnica”, “direção técnica”, etc. O lapso mais corrente é contudo assumir a prestação de fiscalização/coordenação como sendo a de “projetista de alternativo” para situações “in loco”. Este tipo de atividade, pela sua proximidade e abrangência do processo construtivo, cativa a prestação de profissionais em início de carreira os quais buscam (em vão) na sua formação académica conhecimentos que lhes permitam vencer esses primeiros desafios profissionais. O Engenheiro Civil, quer pela sua preparação para as diferentes fases de projeto, quer para a fase de produção, encontra-se pois , como se disse, em posição privilegiada para assumir um papel importante no domínio da fiscalização/coordenação da construção de uma edificação sem que para tal tenha uma preparação específica.

OBJETIVOS:
Desenvolver aptidões profissionais no domínio da prestação de serviços de fiscalização/coordenação para as quais o Engenheiro Civil, quer pela sua preparação para as diferentes fases de projeto, quer para a fase de produção, se encontra em posição privilegiada para assumir um papel importante. Individualização de um conceito novo no domínio da engenharia que é a Engenharia de Serviços.

Resultados de aprendizagem e competências

COMPETÊNCIAS E RESULTADOS DE APRENDIZAGEM:
Pretende-se lecionar a metodologia e os procedimentos específicos da fiscalização/coordenação que sustentam essa atividade de prestação de serviços. De uma forma sistemática poderão enumerar-se os seguintes campos de intervenção ao nível das diferentes fases do empreendimento: - Em fase de contratação: - Organização do Processo de Concurso - Procura e Contratação - Em fase de construção: - Implementação da prestação de serviços nas seguintes áreas funcionais - Conformidade - Economia - Planeamento - Informação/Projeto - Licenciamento/Contrato - Segurança - Qualidade - Em fase de garantia: - Receção Provisória - Inventário de anomalias - Receção Definitiva Complementa-se com uma temática relacionada com a perspetiva empresarial deste tipo de prestação de serviços sendo lecionada uma abordagem à contratação/concurso e organização das equipas de fiscalização.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

Introdução à Engenharia de Serviços. Organização da Contratação - Organização e Revisão de Projeto. Organização da Contratação - Organização do Concurso, Seleção e Contrato. Fiscalização da Empreitada - Noções Gerais. Fiscalização da Empreitada - Área Funcional Conformidade. Fiscalização da Empreitada - Área Funcional Custos. Fiscalização da Empreitada - Área Funcional Planeamento. Fiscalização da Empreitada - Área Funcional Informação/Projeto. Fiscalização da Empreitada - Área Funcional Licenciamento/Contrato. Fiscalização da Empreitada - Área Funcional Segurança. Fiscalização da Empreitada - Área Funcional Qualidade. Coordenação da Garantia da Obra. Noções sobre Gestão da Fiscalização.

Conteúdo Científico – 25% Conteúdo Tecnológico – 75%

DEMONSTRAÇÃO DA COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS COM OS OBJETIVOS DA UNIDADE CURRICULAR:
A “Engenharia de Serviços” não assumiu ainda no nosso país uma posição individualizada que a permita destacar do desempenho generalizado da Engenharia Civil. Não obstante os engenheiros civis na sua prática profissional são correntemente envolvidos em prestações cujo cariz tem cabal definição como engenharia de serviços. Tem particular significado a prática de serviços de “fiscalização de obras” nas quais os engenheiros civis têm um papel preponderante. A Legislação Nacional (Regime Jurídico de Obras Públicas) atribui à “fiscalização” um conjunto de competências cuja concretização prática carece de metodologias de aplicação geralmente ignoradas.

Bibliografia Obrigatória

Calejo Rodrigues, Rui; Metodologia da Fiscalização de Obras - v4.0, 2013 (disponível em "CONTEÚDOS")

Bibliografia Complementar

Lousinha, André Gonçalo Veiga; Metodologia da fiscalização de obras
Peixoto, Maria Pereira; Metodologia da fiscalização de obras
Borges, Ana Sofia da Silva; Metodologia da fiscalização em obras - planos de controlo de conformidade
Carvalho, José Fernando Moreira de; Coordenação e fiscalização de obras

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Serão lecionadas sessões de apresentação sistemática de materiais recorrendo sempre que possível a uma metodologia de diálogo e discussão dos temas. Complementarmente serão apresentados e debatidos "casos" destinados a ilustrar os temas teóricos. As aulas práticas serão destinadas ao acompanhamento pedagógico, resolução e análise por parte dos alunos de casos práticos individuais.

DEMONSTRAÇÃO DA COERÊNCIA DAS METODOLOGIAS DE ENSINO COM OS OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DA UNIDADE CURRICULAR:
Quem tiver uma visão alargada da prática profissional neste domínio pode facilmente constatar uma clara falta de preparação académica para este tipo de prestações; efectivam-se serviços sem que para tal tenha sido esquematizada uma prestação funcional e interpreta-se fiscalizar e/ou coordenar por “policiar”, “controlar”, “garantir qualidade”, “assistência técnica”, “direcção técnica”, etc. O lapso mais corrente é contudo assumir a prestação de fiscalização/coordenação como sendo a de “projetista de alternativo” para situações “in loco”. Este tipo de actividade, pela sua proximidade e abrangência do processo construtivo, cativa a prestação de profissionais em início de carreira os quais buscam (em vão) na sua formação académica conhecimentos que lhes permitam vencer esses primeiros desafios profissionais. O Engenheiro Civil, quer pela sua preparação para as diferentes fases de projeto, quer para a fase de produção, encontra-se pois, como se disse, em posição privilegiada para assumir um papel importante no domínio da fiscalização/coordenação da construção de uma edificação sem que para tal tenha uma preparação específica.

Palavras Chave

Ciências Tecnológicas > Tecnologia > Tecnologia da construção > Construção civil

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 60,00
Trabalho escrito 40,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Elaboração de relatório/dissertação/tese 8,00
Frequência das aulas 36,00
Total: 44,00

Obtenção de frequência

A obtenção de classificação final exige o cumprimento de assiduidade à unidade curricular, conforme estabelecido nas regras de avaliação do MIEC. Considerase que um estudante cumpre a assiduidade a uma unidade curricular se, tendo estado regularmente inscrito, não exceder o número limite de faltas correspondente a 25% de cada um dos tipos de aulas previstos.

Fórmula de cálculo da classificação final

A classificação final é definida com base numa avaliação distribuída, que consiste em (uma) prova a realizar durante o período de aulas (trabalho), e num exame final. (A avaliação distribuída tem carácter opcional). Todas as componentes de avaliação são expressas na escala de 0 a 20 valores.

A classificação final, CF, resulta da seguinte fórmula de cálculo:

CF = CT xPA + EFxPE

Onde,

CT = Classificação do Trabalho [0 a 20]
EF – classificação do exame final a realizar nas Épocas Normal e/ou de Recurso.
PA = (40%)
PF = (60%)

NOTA 1: O Trabalho é opcional. Caso o estudante não o realize, o respetivo peso será adicionado a PF.

NOTA 2: Todos os estudantes inscritos na unidade curricular são classificados de acordo com este método.
NOTA 3: Os estudantes que frequentaram a unidade curricular no ano letivo anterior poderão manter a classificação da componente distribuída de avaliação, mantendo-se, neste caso, os pesos previstos nesse ano letivo.

Observações

Tempo de trabalho estimado fora das aulas: 3 horas além de 8 para o trabalho

CONHECIMENTOS PRÉVIOS: Sob o ponto de vista cognitivo FO depende directamente das seguintes unidades curriculares: - Gestão de Projetos (4º Ano - 1º Sem) - Gestão de Obras e Segurança (4º ano – 2º Sem) Complementam o processo cognitivo as seguintes unidades curriculares do Ramo de Construções Civis: - Direcção de Obras (5º Ano - 1º Sem - Opção Construções) - Qualidade da Construção (5º Ano - 1º Sem - Opção Construções)

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