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Formação regular da Biblioteca |fevereiro a maio
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Gestão de Operações II

Código: EMM0039     Sigla: GOPE2

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Gestão

Ocorrência: 2018/2019 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Página Web: https://sites.google.com/g.uporto.pt/io-or
Unidade Responsável: Departamento de Engenharia e Gestão Industrial
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIEMM 18 Plano de estudos oficial a partir de 2006/07 5 - 6 56 162

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Luís Filipe Ribeiro dos Santos Guimarães Regente

Docência - Horas

Teórico-Práticas: 4,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teórico-Práticas Totais 1 4,00
Luís Filipe Ribeiro dos Santos Guimarães 4,00

Língua de trabalho

Português

Objetivos

CONTEXTO

Esta unidade curricular está centrada na aplicação de métodos analíticos para tomar melhores decisões e fornece aos estudantes ferramentas de modelação e de otimização que serão de grande utilidade na abordagem e resolução de problemas das organizações (indústria e serviços).

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

O objectivo principal desta unidade curricular é, através da criação de modelos, desenvolver competências para análise de um conjunto vasto de situações reais. Essas competências baseiam-se na capacidade de reconhecer o problema-chave numa situação não estruturada, na capacidade de desenvolver uma estrutura para analisar a tratar o problema e na aplicação de métodos analíticos na sua resolução.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Dotar os alunos com competências para: 

  • identificar e abordar de forma hábil e estruturada problemas de decisão; 
  • construir modelos de problemas de decisão; 
  • identificar e recorrer a métodos analíticos para obtenção de soluções para os modelos construídos, como suporte para decisões fundamentadas; 
  • usar folhas de cálculo para análise e obtenção de soluções para os modelos construídos; 
  • extrair informação dos modelos e utilizá-la para comunicar e motivar mudanças organizacionais.

Resultados de aprendizagem e competências

Esta unidade curricular contribuirá para a aquisição, por parte dos estudantes, das seguintes competências, de acordo com a nomenclatura CDIO: 

1. Conhecimento Técnico e Raciocínio 

1.1. Adquirir com a necessária proficiência conhecimentos de ciências básicas e ser capaz de os utilizar na formulação, resolução e discussão de problemas da sua área de formação; 

Os conteúdos da unidade curricular constroem diretamente sobre conhecimentos de Álgebra, Análise Matemática e Probabilidades e Estatística, organizando-os, desenvolvendo-os e aplicando-os num contexto de apoio à resolução de problemas de decisão. Por natureza estes conhecimentos são transversais a todas as áreas de Engenharia e pertencem às suas ciências básicas. Por outro lado, durante as aulas há a preocupação de usar exemplos e casos da área científica do curso onde os estudantes estão envolvidos, fazendo a ponte entre as ciências básicas e a área de formação específica do curso. 

Todos os elementos de avaliação usados na unidade curricular endereçam a avaliação destas competências. 

2. Capacidades e Atitudes Pessoais e Profissionais 

2.1. Raciocínio em engenharia e resolução de problemas 
2.1.1 identificação e formulação de problemas 
2.1.2 modelização 
2.1.3 estimação e análise qualitativa 
2.1.4 análise com incerteza 
2.1.5 solução e recomendação 

A metodologia de ensino e os seus conteúdos podem ser descritos precisamente por estes pontos. Assim, a formulação de problemas de acordo com cada um dos modelos estudados ao longo da unidade curricular, a sua modelização e resolução são uma atividade permanente ao longo da aprendizagem. A análise qualitativa é particularmente tratada na análise de sensibilidade, enquanto a incerteza é abordada em Teoria da Decisão e em Planeamento e Controlo de Projetos. 

Todos os elementos de avaliação usados na unidade curricular endereçam a avaliação destas competências. 

2.2 Experimentação e descoberta do conhecimento 
2.2.1 formulação de hipóteses 
2.2.2 pesquisa de literatura 
2.2.3 inquérito experimental 
2.2.4 teste de hipóteses e defesa 

2.3 Pensamento sistémico 
2.3.1 pensamento holístico 
2.3.2 emergência e interação entre sistemas 
2.3.3 priorização e focagem 
2.3.4 trade-offs, julgamento e balanceamento na resolução 

O endereçamento destas competências é de algum modo indireto, podendo ser mais diretamente descritas como:

(1) competências de análise, enquanto capacidade de formular conceptualizar e resolver problemas não familiares;
(2) competências de projeto, enquanto solução com criatividade de problemas não familiares, complexos e com incerteza técnica;
(3) competências de investigação, enquanto capacidade de modelação e investigação de aplicabilidade de técnicas emergentes (descrição de acordo com os critérios EURO-ACE). 

A formulação e modelização de problemas, que implica a identificação da família de modelos aplicável, o desenvolvimento de modelos originais e a sua avaliação, contribui claramente para estas competências. Novamente os tópicos relacionados com análise de sensibilidade contribuem para o entendimento de conceitos relacionados com "trade-offs" e balanceamento. 

Todos os elementos de avaliação usados na unidade curricular endereçam a avaliação destas competências. 

Os objetivos de aprendizagem estão relacionados com as competências (saberes, competências e atitudes que os estudantes devem possuir) e exprimem-se como declarações sobre as coisas que os estudantes que frequentam com sucesso a unidade curricular devem ser capazes de fazer, explicar, calcular, deduzir, projetar, etc... 

Para todos os tópicos programáticos, junto aos materiais pedagógicos de apoio à aprendizagem, estão disponíveis objetivos de aprendizagem muito detalhados.

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)

Cursos básicos de álgebra, estatística e teoria das probabilidades.

Programa


  • Modelação de problemas de programação linear com variáveis contínuas.

  • Programação Linear (resolução gráfica e análise de sensibilidade).

  • Resolução de problemas de programação linear com variáveis contínuas (Algoritmo Simplex; solver do Excel; relatórios de sensibilidade).

  • Modelação de problemas em redes com modelos de programação linear.

  • Modelação de problemas de programação linear com variáveis inteiras e binárias.

  • Resolução de problemas de programação linear com variáveis inteiras e binárias.

  • Planeamento e controlo de projetos: CPM, PERT.

  • Filas de espera.

  • Teoria da Decisão.

Bibliografia Obrigatória

Docentes de IO | DEGI | FEUP; Documentação de apoio a Investigação Operacional (Disponível a partir da página web da unidade curricular)

Bibliografia Complementar

Hillier, Frederick S.; Introduction to operations research. ISBN: 0-07-118163-6
Hamdy A. Taha; Operations research. ISBN: 0-13-281172-3 (brochada)

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Exposição dos temas programáticos, sempre que possível com recurso a métodos de aprendizagem ativa. A exposição será sempre ilustrada por casos, exemplos e problemas. Esclarecimento de dúvidas sobre a resolução dos problemas propostos.

Software

Excel Solver

Palavras Chave

Ciências Sociais > Economia > Estudos de gestão > Gestão industrial
Ciências Físicas > Matemática > Matemática aplicada > Investigação operacional

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 30,00
Teste 70,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Estudo autónomo 110,00
Frequência das aulas 52,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

Conforme o disposto nas normas gerais de avaliação.

Fórmula de cálculo da classificação final

AVALIAÇÃO DISTRIBUÍDA

Exercícios a realizar na aula (sem consulta) (0 a 10 valores)
Soma das 9 melhores classificações de cada estudante nos 11 exercícios de avaliação propostos para resolução no fim de cada aula.
Cada exercício será classificado numa escala de 0 a 100%.

Mini-teste (sem consulta) (0 a 4 valores)

Classificação da avaliação distribuída entre 0 e 14 valores.

EXAME (com consulta) (0 e 6 valores).

Provas e trabalhos especiais

Os estudantes inscritos em REGIME ORDINÁRIO

Deverão resolver no fim de cada aula, sem consulta, 11 exercícios, que serão corrigidos e classificados numa escala de 0 a 100%.
A resolução desses exercícios será discutida individualmente com cada estudante na aula seguinte.

Deverão realizar um mini-teste, sem consulta, que será corrigido e classificado numa escala de 0 a 4 valores.
A resolução do mini-teste será discutida com os estudantes.

Os estudantes que não tenham obrigatoriedade de frequência e que não tenham realizado a componente de avaliação distribuída e que se inscrevam no exame de 1ª chamada ou no recurso farão um exame com três componentes:

  1. AVALIAÇÃO DISTRIBUÍDA - exercícios;
  2. AVALIAÇÃO DISTRIBUÍDA - teste;
  3. EXAME.

As componentes AVALIAÇÃO DISTRIBUÍDA serão avaliadas através de provas sem consulta.
A componente EXAME será avaliada através de uma prova com consulta.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

As avaliações em época especial serão feitas por uma prova sem consulta.

Melhoria de classificação

ÉPOCA DE RECURSO

Os estudantes poderão optar entre a melhoria de classificação de qualquer uma, ou várias, das três componentes:

  1. A componente AVALIAÇÃO DISTRIBUÍDA - exercícios - será avaliada através de uma prova sem consulta (classificação de 0 a 10 valores).
  2. A componente AVALIAÇÃO DISTRIBUÍDA - teste - será avaliada através de uma prova sem consulta (classificação de 0 a 4 valores).
  3. A componente EXAME será avaliada através de uma prova com consulta (classificação de 0 a 6 valores).
Em todos os casos o cálculo da classificação final será feito da forma indicada no ponto "Cálculo da Classificação Final", considerando a melhor avaliação obtida pelo estudante, consideradas a época normal e época de recurso em cada uma das componentes.

Aos estudantes que vão à época de recurso para obter aprovação aplicam-se as mesmas regras relativamente à opção pelas componentes de avaliação a realizar e ao cálculo da classificação final.

 

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