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Educação Multimédia

Código: MM0040     Sigla: EDM

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Educação

Ocorrência: 2017/2018 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Engenharia Informática
Curso/CE Responsável: Mestrado em Multimédia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MM 10 Plano de estudos oficial 1 - 6 45 162
2

Docência - Horas

Teórico-Práticas: 3,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teórico-Práticas Totais 1 3,00
Luciano José Santos Reis Moreira 2,00
João Carlos de Matos Paiva 1,00

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos


  1. Formar profissionais e investigadores críticos e reflexivos no domínio da multimédia em educação.

  2. Promover, de uma forma geral, o uso de tecnologias de informação e comunicação para fins educativos.

  3. Melhorar e adquirir novas competências de manuseamento de plataformas digitais de aprendizagem e de ferramentas “web 2.0”.

  4. Ampliar o leque de valências de colaboratividade.

  5. Incrementar a capacidade de apresentar ideias oralmente, com clareza e rigor.

Resultados de aprendizagem e competências

  1. Compreensão interdisciplinar dos debates teóricos relevantes para o desenvolvimento do conceito de multimédia aplicado à educação.
  2. Autonomia e iniciativa na aquisição e integração de conhecimentos na área das tecnologias multimédia aplicadas à educação.
  3. Capacidade de trabalhar em equipas multidisciplinares no desenvolvimento e aplicação de projetos multimédia no ensino.
  4. Avaliar de forma crítica a prática ao nível do multimédia na educação.
  5. Capacidade de utilização de meios de comunicação para a dinamização de comunidades de aprendizagem.
  6. Desenvolvimento de aptidões transferíveis importantes para a vida profissional dos alunos.

 

Modo de trabalho

Presencial

Programa

1- GENERALIDADES SOBRE O TRIÂNGULO SOCIEDADE-EDUCAÇÃO-TECNOLOGIAS

1.1– (Re)Pensar a escola com as TIC: a nova sociedade, os novos alunos e os novos desafios da educação
1.2– Modalidades de utilização do computador no ensino
1.3– Importantes teorias de aprendizagem: do behaviorismo ao conectivismo
1.4– Panorama atual da utilização das TIC no ensino: perspetivas nacionais e internacionais

2- A MATRIZ MULTIMÉDIA E OS SEUS ASPECTOS EDUCACIONAIS

2.1– Imagem e Animação
2.2– Áudio e Vídeo
2.3– Texto e Gráficos
2.4– Interface e Realidade virtual

3- EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS EM CONTEXTOS FORMAIS E NÃO FORMAIS

3.1 – Web 2.0 e os novos espaços de aprendizagem (Learning Spaces)
3.2 – Aprendizagem informal e colaborativa (em rede) e aprendizagem auto -regulada
3.3 – A escola e as tecnologias móveis
3.4 – Edutainment ou “education” + “entertainment”

Bibliografia Obrigatória

Banerji, A., & Ghosh, A.; Multimedia Technologies, New Delhi: Tata McGraw Hill, 2010

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

- Exposição teórica.
- Testagem prática de software educativo
 - Desenvolvimento de trabalho individual e em grupo.
 - Apresentação oral de trabalhos.

Alguns pedaços das aulas terão um estilo assumidamente “magistral” (no bom sentido do termo) embora se encoraje a participação dos alunos. Serão usadas apresentações PowerPoint, como linha orientadora para os alunos, mas recorre-se com grande frequência à mostra de simulações, jogos digitais, figuras dinâmicas e outras ferramentas de ambiente virtual.
Todos os textos, simulações e materiais associados à disciplina são disponibilizados aos alunos na plataforma de e-learning associada. Esta área virtual potencia e “estende” a sala de aula, no espaço e no tempo: fóruns continuam conversas, textos prolongam leituras, simulações podem ser revisitadas, documentos dos alunos podem ser partilhados.
Uma lista de bibliografia, acessível em papel mas também, na maioria dos casos, disponível digitalmente, é oferecida aos alunos. As aulas serão muito pró-ativas, fomentando-se a participação dos alunos, e, em alguns casos constituindo-se pequenos grupos de trabalho. Os alunos terão pequenos projetos e tarefas a seu cargo, que desenvolverão ora individualmente ora em pequenos grupos. Estes trabalhos serão submetidos por upload em plataforma digital da disciplina e, alguns deles, apresentados oralmente. Versões papel serão tendencialmente não usadas.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Participação presencial 5,00
Teste 20,00
Trabalho escrito 75,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Elaboração de projeto 80,00
Estudo autónomo 37,00
Frequência das aulas 45,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

2/3 das presenças. Algumas ausências presenciais podem ser compensadas com participações virtuais.

Fórmula de cálculo da classificação final

A avaliação terá componentes formativas e contínuas, conjugando parâmetros flexíveis com outros mais “convencionais”, como um teste. Haverá momentos de auto e heteroavaliação nas apresentações das tarefas desenvolvidas. As avaliações das tarefas práticas de aula dependem do trabalho em si e da apresentação. As tarefas de participação em fóruns serão alvo de avaliação crítica dos docentes, com um olhar estatístico da frequência de posts (fornecido pelos bastidores da plataforma) e com uma avaliação da qualidade de todos os inputs. Em todos os casos, as atividades dos alunos são tipicamente balizadas por quatro critérios:

a) Rigor científico.
b) Criatividade/originalidade.
c) Clareza.
d) Empenho/apresentação.

Além das tarefas haverá um teste teórico relativamente curto, com um grupo de questões abertas (o aluno escolhe duas de um conjunto de três). Numa escala de 0 a 20, a nota final terá o seguinte perfil:
A- Avaliação formativa continuada.
B- Avaliação da execução e apresentação das tarefas realizadas.
C- Teste escrito final.

Ponderação:
A- 5%
B- 75% (25%, por tarefas de cada unidade)
C- 20%

A nota final de cada aluno será: 0,05 x A + 0,75 x B + 0,2 x C

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os descritos na FEUP. Exceções a ponderar em cada caso.

Melhoria de classificação

Sem exame final. A nota apenas pode ser melhorada por frequência em ano letivo seguinte.

Observações

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