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Lavra e Obras Subterrâneas

Código: MEMG0004     Sigla: LOS

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
CNAEF Indústrias extrativas

Ocorrência: 2017/2018 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Engenharia de Minas
Curso/CE Responsável: Mestrado em Engenharia de Minas e Geo-Ambiente

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MEMG 12 Plano de estudos oficial a partir de 2008/09 1 - 6 56 162

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Alexandre Júlio Machado Leite Regente

Docência - Horas

Teórico-Práticas: 4,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teórico-Práticas Totais 1 4,00
Miguel Fernando Tato Diogo 0,30
José Cardoso Guedes 2,20
Alexandre Júlio Machado Leite 1,50
Mais informaçõesA ficha foi alterada no dia 2017-06-30.

Campos alterados: Componentes de Avaliação e Ocupação, Fórmula de cálculo da classificação final

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

Na sequência da disciplina de Desmonte de Maciços, a disciplina de Lavra e Obras Subterrâneas contituirá, em certa medida, um aprofundamento de matérias daquela UC mas agora sob a óptica da sua aplicação a trabalhos subterrâneos. Deste modo, retomam-se com substancial desenvolvimento os Métodos de Exploração de Minas (colocando a ênfase nos mais utilizados modernamente), analisa-se a problemática da mecanização das operações mineiras (determinantes do fenómeno, evolução histórica dos equipamentos, equipamentos actuais, vantagens e inconvenientes da mecanização intensiva de minas), bem como o seu impacto na selecção de métodos de exploração e na panóplia de métodos aplicaveis actualmente. Posta a tendência crescente para o recurso a Túneis como solução para inúmeros problemas de tráfego rodóviario e ferroviário, este tema (Túneis) merecerá um tratamento bastante desenvolvido, mormente no que respeita aos métodos actuais de escavação, aos equipamentos a mobilizar, ao domínio dos terrenos envolventes das escavações e à implementação das operações mineiras subsidiárias, com destaque para a Ventilação, Drenagem dos terrenos e Esgoto. Por extensão, far-se-á o estudo dos métodos e tecnologias aplicáveis à escavação de Cavernas para múltiplos fins. Ainda em estreita relação com o tema dos Métodos de Exploração, serão estudadas as tecnologias clássicas e actuais de abertura de Poços (de extração e ventilação), de Rampas e de Chaminés. A utilização de explosivos para as finalidades atrás apontadas será assunto a retomar, em virtude da especificidade das escavações em causa e dos seus reflexos na concepção e implementação dos diagramas de fogo a utilizar. Tanto quanto o consinta a economia da disciplina, serão sempre tratados com o pormenor possível os aspectos conceptuais, práticos e legais relacionados com a Organização dos trabalhos de escavação (sentido lato do tremo) e a Segurança da sua execução.

Resultados de aprendizagem e competências

Pretende-se dotar os Estudantes de conhecimentos teóricos e competencias práticas para participar em projetos de exploração subterrânea otimizada de recursos naturais, prevendo condições de segurança, bom aproveitamento dos recursos e com preocupações de caráter ambiental.

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)

n.a.

Programa

Introdução à UC
O caso da Mina de S. José - Copiapó - Chile
Conceitos de Minério /Mineral - Clark
Fases de Valorização dos Jazigos Minerais
Geometria dos Jazigos Minerais
Campos de Exploração
Organização da Exploração Mineira - Planeamento
Métodos de Exploração Subterrânea:

  • Frentes Longas
  • Câmaras e Pilares
  • Shrinkage Stoping
  • Cortes com Enchimento
  • Sublevel Stoping
  • Block Caving
  • Sublevel Caving
  • Long Hole Stoping

Diagramas de fogo em escavação de túneis
Abertura de chaminés e poços
Desmonte de massas minerais
Abertura de cavernas

Máquinas de perfuração e de carregamento de explosivos
Máquinas de remoção / Extracção
Explosivos Industriais Tipos / Aplicações Dispositivos / Técnicas

Operações de Sustimento provisório e definitivo
Instrumentação de controlo de subsidências 
Enfilagens, Pregagens e Ancoragens
Betão projetado
Operações Auxiliares - Ventilação / Iluminação / Esgoto / Ar comprimido / Topografia
Legislação sobre Higiene e Segurança em Minas Subterrâneas
Legislação - Plano de Lavra para Explorações Subterrâneas Estudos Impacte Ambiental

Bibliografia Obrigatória

Carlos López Jimeno - Emilio López Jimeno - Pilar García Bermúdez; MANUAL DE VOLADURAS EN TÚNELES, Escola de Minas de Madrid
Carlos López Jimeno - Emilio López Jimeno - Pilar García Bermúdez; Manual de Túneles y Obras Subterráneas, Escola de Minas de Madrid
Galabru, P.; ; Cimentaciones y Túneles, Editorial Reverté, S.A. Barcelona, 1970
H.Miranda; Ventilação de Túneis, 2006 (Texto manuscrito)
U. Langefors and B. Kihlstrom; Rock Blasting

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

As Aulas serão, maioritariamente, em sala de Aula e com caráter fundamentalmente expositivo.

Serão previstas Aulas para Trabalho de Equipa, com apoio dos Docentes.

Terão lugar duas Aulas de Campo, respetivamente às oficinas da empresa Atlas Copco Portugal e a obras de escavação em curso.

Palavras Chave

Ciências Tecnológicas

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Defesa pública de dissertação, de relatório de projeto ou estágio, ou de tese 20,00
Teste 40,00
Trabalho escrito 40,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Apresentação/discussão de um trabalho científico 2,00
Elaboração de relatório/dissertação/tese 12,00
Frequência das aulas 56,00
Trabalho de campo 10,00
Total: 80,00

Obtenção de frequência

75% de presença nas aulas.
A Frequência é obrigatória para acesso ao Exame de Recurso.

Fórmula de cálculo da classificação final

Componentes da Avalição Distribuída:

1 -Teste de Avaliação a realizar durante o semestre - Peso na nota Final - 40%

2 - Monografia a ser realizada em Equipas de 2 Estudantes - Peso na nota Final - 60%.

A componente 2 da Avaliação Distribuída é constituida por 2 "produtos":

Um Relatório e uma Apresentação Oral de 20 minutos

Para todos os Estudantes com Frequência e com nota da Avaliação Distribuída entre 6 e 9 valores, haverá Exame de Recurso. Neste caso, a Nota Final = 100% da Nota do Exame de Recurso.

Provas e trabalhos especiais

De acordo com o regulamento da FEUP.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

De acordo com o regulamento da FEUP.

Melhoria de classificação

No Exame de Recurso.

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