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Linguagens de Anotação e Processamento de Documentos

Código: EIC0107     Sigla: LAPD

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Sistemas de Informação

Ocorrência: 2013/2014 - 2S (de 10-02-2014 a 06-06-2014) Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Página Web: http://paginas.fe.up.pt/~jlopes/doku.php/teach/lapd/index
Página e-learning: https://moodle.fe.up.pt/
Unidade Responsável: Departamento de Engenharia Informática
Curso/CE Responsável: Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MIEIC 21 Plano de estudos a partir de 2009/10 4 - 6 56 162

Docência - Horas

Teórico-Práticas: 3,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teórico-Práticas Totais 1 3,00
Maria Cristina de Carvalho Alves Ribeiro 1,50
João António Correia Lopes 1,50

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

ENQUADRAMENTO

A unidade curricular "Linguagens de Anotação e Processamento de Documentos" tem como contexto o uso generalizado de linguagens de anotação para a representação de informação semi-estruturada e a existência de ferramentas normalizadas para o seu tratamento.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Esta unidade curricular foca-se na obtenção de linguagens de anotação para um dado domínio e na realização de aplicações baseadas em linguagens de anotação e tem por objetivos:

1. Sensibilizar os estudantes para as múltiplas aplicações não triviais das linguagens de anotação;
2. Familiarizar os estudantes com as tecnologias de processamento e armazenamento de informação semi-estruturada;
3.Aplicar as tecnologias de anotação na definição de uma linguagem e na resolução de um problema com recurso ao desenvolvimento de uma aplicação.

Resultados de aprendizagem e competências

No final desta unidade curricular o estudante deverá ser capaz de:
- Identificar os usos das linguagens de anotação em documentos, em repositórios de dados e no suporte a aplicações;
- Criar modelos para documentos XML;
- Distinguir as linguagens normalizadas para domínios de aplicação e os usos ad-hoc da anotação;
- Desenhar uma linguagem de anotação para servir de base a um tipo de documentos ou aos dados de uma aplicação;
- Interpretar os resultados do processamento de documentos com as tecnologias baseadas em XML;
- Avaliar comparativamente soluções baseadas em XML e outras para suporte à troca de informação entre aplicações;
- Desenhar folhas de estilo XSL para transformar documentos;
- Usar uma base de dados com armazenamento nativo de XML e tirar partido das suas funções de interrogação;
- Comparar a organização de dados em modelo de anotação com o modelo relacional e traduzir dados entre modelos;
- Produzir um modelo de anotação para dados de um domínio de aplicação, armazenar um conjunto de dados e interrogá-los;
- Comparar as linguagens de anotação e outras representações de documentos e de dados do ponto de vista da preservação ao longo das mudanças tecnológicas;
- Desenvolver um protótipo de aplicação baseada em XML envolvendo o uso de um dialeto e processamento de documentos.

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)

Os estudantes devem ter competências básicas em linguagens e tecnologias de anotação.

Programa

- Desenho de linguagens de anotação. Análise de linguagens existentes em vários domínios.
- Interrogação de documentos XML. A linguagem XPath. A linguagem XQuery.
- Transformações de documentos XML com XSLT. Apresentação de documentos XML com XSL-FO.
- Processamento de XML em aplicações. As interfaces DOM e SAX.
- Armazenamento de XML: bases de dados XML nativas; armazenamento de XML em bases de dados objeto-relacional.

Bibliografia Obrigatória

Moller, Anders; An introduction to XML and web technologies. ISBN: 0-321-26966-7

Bibliografia Complementar

Bradley, Neil; The XML companion. ISBN: 0-201-77059-8
José Carlos Ramalho, Pedro Henriques; XML & XSL. ISBN: 972-722-347-8
Harold, Elliotte Rusty; XML in a nutshell. ISBN: 0-596-00292-0

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Os tempos letivos são usadas para exposição de matéria teórica, com referência à bibliografia relevante, e desenvolvimento de exemplos relacionados. Nas sessões práticas os tópicos de investigação propostos são discutidos com os estudantes e o trabalho prático é reportado.

Software

eXist
oXygen
XML Spy

Palavras Chave

Ciências Físicas > Ciência de computadores > Informática

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Teste 30,00
Trabalho laboratorial 70,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Elaboração de projeto 120,00
Frequência das aulas 42,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

n/a

Fórmula de cálculo da classificação final

A nota final será calculada usando a fórmula: NOTA = 70% Trabalho + 30% Questionários, sendo: Trabalho = 20% E1 + 30% E2 + 50% E3.

O trabalho prático será avaliado através da documentação apresentada até às respetivas datas-limite, da participação nas apresentações e da aplicação desenvolvida.

Os conceitos teóricos são avaliados através da resposta individual a 4 questionários de 20 minutos a realizar no intervalo entre a exposição teórica e o trabalho prático.

A aprovação na unidade curricular está condicionada à obtenção de 50% em cada uma das entregas e apresentações da avaliação prática (E1 a E3) e de 40% na média dos questionários relacionados com a matéria teórica Q1 a Q4).

Esta unidade curricular, dada a sua natureza, não é passível de avaliação em momento único, pelo que não poderá ser substituída por exame de recurso.

Provas e trabalhos especiais

Não há provas nem trabalhos especiais.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os trabalhos práticos, realizados durante o semestre de funcionamento da unidade curricular, são exigidos a todos os estudantes, independentemente do regime de inscrição e da eventual dispensa de frequência. Os estudantes que não frequentam regularmente fazem as entregas dos trabalhos e apresentações nas épocas previstas.

Melhoria de classificação

A nota final pode ser melhorada apenas através da frequência de numa nova edição da unidade curricular.

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