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Epistemologia da Criminologia

Código: C304     Acronym: EPISTC

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Criminologia

Ocorrência: 2008/2009 - 1S

Ativa? Sim
Curso/CE Responsável: Criminologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Acronym No. of students Plano de Estudos Anos Curriculares Credits UCN Credits ECTS Horas de Contacto Horas Totais
C 28 Plano Oficial LCRI 3 - 6 -

Língua de trabalho

Português

Objectives

- Reflectir sobre a posição da criminologia, perspectivada enquanto campo de teorias e de práticas, no campo do conhecimento, a partir da análise das suas relações com outras disciplinas do saber, em particular com as ciências sociais e humanas.

- Situar a evolução do pensamento criminológico no seio das transformações dos sistemas de pensamento.

- Conhecer as grandes tradições epistemológicas e ser capaz de desenvolver grelhas de análise epistemológica e de as aplicar na abordagem das perspectivas sobre o fenómeno criminal.

- Desenvolver uma perspectiva epistemológica sobre o pensamento criminológico.

- Perspectivar os métodos de investigação e as práticas de intervenção em Criminologia em termos epistemológicos e adquirir os conhecimentos e competências necessárias à fundamentação epistemológica de orientações e opções metodológicas e práticas.

Programa

I. Características gerais do pensamento científico;
II. Divisão e organização das ciências; o lugar da criminologia no concerto das ciências e o seu estatuto científico.
III. Positivismo, racionalismo e construtivismo na criminologia.
IV. Descrição, explicação, compreensão e interpretação no pensamento criminológico Agra, 1º volume da colecção “Droga e Crime”
V. O Funcionalismo , o estruturalismo e o historicismo criminológico;
VI. A "epistèmé" contemporânea e a criminologia;
VII. A epistemologia na sua relação com os métodos de investigação e as práticas de intervenção

Estrutura
I. Questões Gerais de Epistemologia
II. Esboços da Epistemologia da Criminologia
III. Quando a ideologia se disfarça de epistemologia
IV. Metodologias
V. Comunidade e práticas científicas

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Aulas teóricas e sessões de seminário. Nestas últimas, para além da análise e discussão dos conteúdos expostos, pretende-se que cada estudante desenvolva um trabalho sobre um dos tópicos do programa, culminando num epistemodrama.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Eligibility for exams

Nos termos dos regulamentos aplicáveis

Calculation formula of final grade

Nos termos dos regulamentos aplicáveis

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Nos termos dos regulamentos aplicáveis

Observações

Bibliografia
- Agra, C. d. (1986). Science, maladie mentale et dispositifs de l'enfance. Du paradigme
biologique au paradigme systemique. Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica.

- Agra, C. d. (1995). Sujet autopoiétique et transgression. In Colectivo (Ed.), Acteur social et
délinquance. Une grille de lecture du système de justice pénale. En hommage au Prof. Christian
Debuyst (pp. 415-425). Bruxelles: Pierre Mardaga.

- Agra, C. d. (1997). Droga-Crime, estudos interdisciplinares. A experiência portuguesa:
programa de estudos e resultados (Vol. 1). Lisboa: Gabinete de planeamento e de coordenação
do combate à droga, Ministério da Justiça.

- Agra, C. d. (2001). Elementos para uma epistemologia da Criminologia. In Colectivo (Ed.),
Estudos em comemoração dos cinco anos (1995-2000) da FDUP (pp. 63-95): Coimbra Editora.

- Agra, C. d., e Matos, A. P. (1997). Droga-Crime, estudos interdisciplinares. Trajectórias
Desviantes (Vol. 11). Lisboa: Gabinete de planeamento e de coordenação do combate à droga,
Ministério da Justiça.

- Bachelard, G. (1987). A filosofia do não: filosofia do novo espírito científico. Lisboa: Presenlça

- Brandão da Luz, J. L. (2002). Introdução à epistemologia. Conhecimento, verdade e história. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda

- Brodeur, J.P. (1993). La pensée postmoderne et la criminologie. Criminologie, 26(1), 73-121

- Canguilhem, G. (2006). Le normal et le pathologique. Paris: PUF (10ª ed.)

- Debuyst, C. (1985). Modèle éthologique et criminologie . Bruxelas : Pierre Mardaga

- Foucault, M. (2005). A arqueologia do saber. Coimbra: Almedina

- Garland, D. e Sparks, R. (2000). Criminology, social theory and the challenge of our times. British Journal of Criminology, 40(2), 189-204

- Khun, T. (2000). A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva

- Pires, A. P. (1993). La criminologie et ses objets paradoxaux: réflexions épistémologiques sur un nouveau paradigme. Déviance et Société, 17(2), 129-161

- Popper: A lógica da descoberta científica (1972). São Pualo: Cultrix

- Teubner, G. (1993). O direito como sistema autopoiético. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

- Van Outrive (1977). Interaccionisme et neo-marxisme. Une analyse critique. Déviance et société, 1(3), 253-289
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