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História da Arquitectura Paisagista

Código: AP321     Sigla: AP321

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Arquitetura Paisagista

Ocorrência: 2015/2016 - 2S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Geociências, Ambiente e Ordenamento do Território
Curso/CE Responsável: Licenciatura em Arquitectura Paisagista

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
L:AP 22 Planos de estudos a partir 2009 3 - 2,5 28 67,5

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Teresa Dulce Portela Marques Regente

Docência - Horas

Teórica: 2,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teórica Totais 1 2,00
Teresa Dulce Portela Marques 2,00

Língua de trabalho

Português

Objetivos

Com esta unidade curricular pretende-se dar a conhecer e debater os momentos fundamentais da evolução do desenho do espaço exterior de amenidade em relação com as épocas históricas e com os diferentes contextos geográficos e culturais. Para além do seu interesse para o entendimento da história da profissão, é objetivo desta UC constituir uma base fundamental do conhecimento necessário para o desenvolvimento futuro de competências para a crítica da paisagem e para a recuperação efetiva de paisagens de valor histórico.

Pretende-se que os estudantes sejam capazes de conhecer e identificar as diferentes etapas da história da Arquitetura Paisagista, protagonistas e obras paradigmáticas; reconhecer as tipologias formais da Arte Paisagista nos diferentes períodos da História e saber identificar o contexto geográfico, social, económico e artístico-cultural que está na base dessas formas, nomeando as eventuais influências que recebeu de períodos passados e as que veio a produzir posteriormente.

Resultados de aprendizagem e competências

Conhecer e identificar as diferentes etapas da história da Arquitectura Paisagista, protagonistas e obras paradigmáticas. Reconhecer as tipologias formais da Arte Paisagista nos diferentes períodos da história e saber identificar o contexto geográfico, social, económico e artístico-cultural que está na base dessas formas, identificando as eventuais influências que recebeu de períodos passados e as que veio a produzir posteriormente.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

Arquitetura Paisagista - arte e profissão. Relação do Homem com a Natureza ao longo dos tempos e em diferentes geografias e civilizações. Jardim e primeiras expressões artísticas do homem na paisagem. A arte paisagista na Mesopotâmia. Os jardins persa e islâmico - do Ocidente à Índia Mogol. Paisagem e jardins no Egipto Antigo. Antiguidade Clássica: paisagem natural, espaço público e jardim doméstico. Idade Média: jardim laico e cercas conventuais - produção, recolhimento e recreio. Idade Moderna e o renascimento dos ideais humanistas. Avanços científicos e uma nova concepção cosmológica. Jardins botânicos. Do jardim renascentista ao barroco. O século XVII em França - aplicação de princípios científicos e matemáticos à Natureza. A reação ao jardim formal: o Jardim Paisagista Inglês. O século XIX na Europa. Do pitoresco ao jardim ecléctico e a reapreciação de modelos formais do passado. O Jardim Público. A implantação da arquitetura paisagista como profissão e arte social.

Bibliografia Obrigatória

Andresen, Teresa; Portela Marques, Teresa; Jardins Históricos do Porto, Inapa, 2001
Araújo Ilídio Alves de; Arte paisagista e arte dos jardins em Portugal
Araújo, Ilídio Alves de; Quintas de recreio: breve introdução ao seu estudo, com especial consideração das que em Portugal foram ordenadas durante o século XVIII, in ‘A Arte em Portugal no Século XVIII. Congresso Internacional de Estudos em Homenagem a André Soares, Sep. Bracara Augusta, Vol. 27, Fasc. 63 (75), Braga: Câmara Municipal, 1974, 15 p., 1974
Araújo, Ilídio Alves de; Jardins, Parques e Quintas de Recreio no aro do Porto, Comunicação no colóquio ‘O Porto na época moderna’, Sep. Revista de História, Vol. II, Porto: FLUP, 1979, 17 p.
Cabral Francisco Caldeira; Fundamentos da arquitectura paisagista. ISBN: 978-972-775-123-5
El Faïz, M., Anuarbe, M. Gomez, Marques, T. Portela; Jardins du Maroc, d’ Espagne et du Portugal - Un art de vivre partagé’, Malika Ediciones, 2003
Hunt John Dixon; A world of gardens. ISBN: 9781861898807
Jellicoe Geoffrey; The landscape of man. ISBN: 978-0-500-27819-2

Bibliografia Complementar

Carita, Helder; Cardoso, Homem ; Tratado da Grandeza dos Jardins em Portugal, Ed. Autores, 1987 (Para consulta de planos e cortes de jardins em Portugal)
Pinto Coelho, Clara; Castel-Branco, Cristina ; Os Quatro Rios do Paraíso, Ed. D. Quixote, 1995
Hobhouse, Penelope; Plants in Garden History, Pavilion Books Ltd., 1992
Ribeiro Orlando; Portugal, o mediterrâneo e o Atlântico. ISBN: 972-9230-39-0
Goode Patrick 340; The Oxford companion to gardens. ISBN: 978-0-19-860440-2
Gothein, Marie-Luise ; History of Garden Art, 1928
Newton, Norman T. ; Design on the Land - the Development of Landscape Architecture, The Belknap Press of Harvard University Press, 1971
Turner Tom; European Gardens History, Philosophy and Design, Routedge Taylor and Francis, 2011. ISBN: 978-0-415-49684-1
Pregill, P., Volkman, N.; Landscapes in History: design and planning in the Eastern and Western traditions, John Wiley & Sons, 1999

Observações Bibliográficas

tese

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

A UC é lecionada através de aulas de carácter expositivo, com ampla apresentação de imagens, particularmente através de meios audiovisuais, podendo recorrer-se a visitas de estudo. Contudo, os estudantes são chamados a intervir e a participar activamente no debate sobre as ideias e formas das paisagens.


Tipo de avaliação

Avaliação por exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 100,00
Total: 100,00

Obtenção de frequência

Assitência a um mínimo de 75% das aulas.

Fórmula de cálculo da classificação final

 

Nota mínima no exame para aprovação na disciplina - 10 valores em 20.

Provas e trabalhos especiais

Os estudantes que, no exame final, obtenham classificação entre 8 e 9,5 valores poderão requerer, junto do docente, realização de prova oral.

Melhoria de classificação

O aluno poderá repetir o exame dentro das épocas previstas.

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