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Alumnus da FCUP premiado por produzir um estômago-em-chip

Daniel Ferreira trabalha como investigador no i3S



daniel-ferreira


Daniel Ferreira, licenciado em Bioquímica e Mestre em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), conquistou o prémio de melhor apresentação oral no 12.º Meeting Internacional da Sociedade Portuguesa de Células Estaminais e Terapia Celular, com o desenvolvimento de um estômago-em-chip, um sistema de microfluídica biomimético capaz de reproduzir a arquitetura e função do estômago humano. 

A inexistência de modelos gástricos in vitro, capazes de mimetizar a arquitetura e o microambiente dinâmico da mucosa gástrica, limitam o desenvolvimento de novas ferramentas de diagnóstico e terapêutica na área do cancro gástrico.

Assim, a “tecnologia de órgão-em-chip, promete revolucionar os estudos pré-clínicos, e reduzir significativamente a dependência em modelos de experimentação animal, oferecendo uma alternativa de origem humana, para tratar uma doença humana e um passo crucial para estabelecer um modelo de medicina personalizada”, explica o alumnus da FCUP, que desenvolveu o seu trabalho no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S).

Um novo “reforço” no estudo da doença gástrica

Neste trabalho, adianta, “descrevemos o processo de criação de um estômago-em-chip inspirado na fisiologia humana, capaz de reproduzir a arquitetura e função parcial da mucosa gástrica humana, bem como a sua natureza dinâmica, mimetizando movimentos peristálticos e fluxo intra-luminal. Estas características, que são essenciais para a função de barreira gástrica, são comummente perdidas num ambiente de cultura celular 2D”.

O estômago-em-chip desenvolvido, sublinha, “representa uma ferramenta com potencial aplicabilidade num contexto de medicina personalizada, enquanto ferramenta biorrelevante para estudar a doença gástrica”.

Para Daniel Ferreira, esta distinção representa “um importante reconhecimento dos resultados de um projeto ambicioso que reuniu uma equipa multidisciplinar, em torno de um problema central na área de biomedicina. É importante encontrar alternativas à experimentação animal, que repliquem a fisiologia humana e permitam uma maior taxa de sucesso na transposição de drogas e terapêuticas inovadoras para a clínica”.

O investigador trabalhou, no âmbito do seu projeto de doutoramento (BiotechHealth) nos grupos do i3S «Biofabrication», liderado por Pedro Granja, e «Expression Regulation in Cancer», liderado por Carla Oliveira, em colaboração com o grupo «Thin Film MEMS and BioMEMS», do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores – Microsistemas e Nanotecnologia (INESC-MN), em Lisboa, e o Cell Chip Group, da Universidade de Tecnologia de Viena, na Áustria.


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Renata Silva. SICC. 30-03-2022

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