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Meet the Staff: Samuel Lopes

Departamento de Matemática


Samuel Lopes
, 47 anos, é um matemático apaixonado pela literatura, pelas artes e pela criatividade. 

samuellopes

Departamento 

Matemática 

 

Há quanto tempo trabalha na FCUP?

Fui monitor em 1997 e depois assistente estagiário até ir fazer o doutoramento nos EUA. Sou Professor Auxiliar desde que regressei à casa, em 2004.
 

Como é o seu dia-a-dia na FCUP?

Com a pandemia esse dia-a-dia foi alvo de várias mutações. Tipicamente começo o dia a ver as novidades que vão surgindo no mundo da investigação, com a divulgação de novas pré-publicações de Matemática. Isso dá-me algum alento e substância antes de me entregar a tarefas de gestão e organização, que muitas vezes me levam ao sub-mundo da burocracia. Quando não fico emaranhado nas suas longas fitas vermelhas, lá emerjo em busca da claridade.
 
Gosto de dedicar tempo para comunicar com estudantes de mestrado ou doutoramento e de pensar continuamente no que quero ensinar e em formas diferentes de o fazer. Não sou nada dogmático ou preso a formas e padrões e estou sempre a questionar o que faço. Muitas vezes, os exercícios de reflexão que faço sobre o ensino (aqui refiro-me especialmente aos conteúdos e não tanto a metodologias) influenciam e alimentam a minha investigação. Tenho também muito gosto por literatura e artes e pressinto nessas atividades humanas muitas afinidades com a investigação. Por isso, dou também muito valor à divulgação da matemática usando várias perspetivas que incluam as artes e as humanidades.
 
Não faço investigação diariamente porque tenho necessidade de saber que tenho pelo menos uma manhã ou uma tarde livres para lhe dedicar. Aí, passo bastante tempo sentado numa cadeira muito confortável a olhar para o espaço e frequentemente a fazer gestos no ar. Vou alternando esses momentos mais abstratos com o uso de papel, quer seja para rabiscar, ler ou escrever. Esses dias são especiais e absolutamente tonificantes a todos os níveis e há poucas coisas que se comparem à sensação de beleza, descoberta e, acima de tudo, liberdade, que se pode alcançar. 

Quais são os maiores desafios no seu trabalho?

Um dos desafios é manter-me a par das novas ideias, avanços e desenvolvimentos da matemática em geral, e em particular na minha área. E tentar relacionar ideias de áreas diferentes e perceber como é que a minha área pode contribuir para o desenvolvimento de outras, dentro e fora da matemática, e vice-versa. É também fundamental manter ativos contactos com colaboradores e procurar novas colaborações. Tudo isto requer tempo, dedicação e disciplina.
 
Em termos de gestão de ciência, um dos principais desafios é encontrar o trilho mais seguro entre objetivos e resultados, sujeito a todos os constrangimentos e armadilhas legais e orçamentais. Mais não posso dizer!

De que mais gosta na nossa faculdade? 

Gosto da alegria e cordialidade de todos os colegas de trabalho (funcionários, docentes e investigadores) e do empenho que têm em dar o seu melhor. Ao nível da estrutura hierárquica, gosto do facto de esta não ser excessivamente vincada e da liberdade de que usufruo a vários níveis. Acho que temos umas excelentes instalações e agrada-me pensar que estamos sempre a pensar em formas de melhorar a qualidade de trabalho de todos, incluindo dos nossos estudantes. 
 

O que o inspira no seu dia-a-dia?

Inspira-me aprender todos os dias, tentar dar o meu melhor e ser útil, interagir e aprender com os que são diferentes de mim, fazer coisas novas e originais, ser criativo, ter liberdade para pensar e fazer, aspirar a inspirar, tentar fazer a diferença, abraçar a diversidade, ser desafiado.

 

Uma mensagem para a comunidade FCUP: 


Somos isso mesmo, uma comunidade; devemos funcionar como tal, trabalhando para o bem de todos sem nos encerrarmos nas nossas caixas, esbatendo fronteiras e sendo criativos; dialogando e promovendo o sucesso de todos.

 

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