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Respostas e Adaptações ao Stress

Código: BIOL4004     Sigla: BIOL4004

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Biologia

Ocorrência: 2022/2023 - 1S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Biologia
Curso/CE Responsável: Mestrado em Biologia Funcional e Biotecnologia de Plantas

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
M:BFBP 10 Plano de Estudos M:BFBP_2015_2016 1 - 3 21 81

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Maria Fernanda da Silva Fidalgo Ferro de Beça Regente

Docência - Horas

Teorico-Prática: 1,50
Tipo Docente Turmas Horas
Teorico-Prática Totais 1 1,50
Maria Fernanda da Silva Fidalgo Ferro de Beça 1,07
Paula Maria Vieira de Melo Gomes 0,43

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

Objetivos - aquisição de conhecimentos sobre os processos fisiológicos e bioquímicos subjacentes aos danos causados por stresses abióticos e bióticos e sobre as respostas de aclimatação e de adaptação das plantas; identificar estratégias para aumentar a tolerância das plantas a diferentes tipos de stress.
Após conclusão da UC, o estudante deverá ser capaz de:

- compreender aspetos da fisiologia das plantas envolvidos nas interações planta-meio

- reconhecer a influência do clima e solo nas plantas

 - explicar como fatores ambientais podem ser responsáveis por graves situações de stress

- reconhecer as principais respostas e adaptações das plantas a diferentes situações de stress

- conhecer os principais mecanismos fisiológicos e bioquímicos que protegem as plantas contra stresses

- compreender a importância da UC para a resolução de problemas ambientais no atual contexto de alterações climáticas

Resultados de aprendizagem e competências

Nesta UC salienta-se como as plantas respondem e interagem com condições ambientais adversas ao seu crescimento e desenvolvimento. O programa da UC inicia-se com o realçar da importância dos fatores ambientais no crescimento e desenvolvimento das plantas e como se podem tornar em fatores de stress e as implicações que essas condições adversas podem ter no crescimento e produtividade vegetal, no sentido de que o estudante compreenda a importância do seu estudo. Deste modo, os estudantes estudam o impacto dos stresses na fisiologia das plantas bem como as respostas e estratégias fisiológicas e de desenvolvimento das plantas a essas situações adversas.  

A compreensão dos mecanismos de resposta das plantas a poluentes orgânicos, desde a sua absorção à sua destoxificação, bem como dos processos que permitem uma melhoria da eficiência dessa resposta, permitirá aos estudantes a aquisição de competências para reconhecerem estratégias de fitorremediação ambiental.

O conteúdo programático incorpora o conhecimento científico mais atual sobre o tema, que se integra também na área de investigação desenvolvida pelos docentes, refletindo a experiência e o saber pedagógico e científico dos docentes envolvidos na lecionação da UC. Os conteúdos programáticos conferem ao estudante um conjunto de conhecimentos e competências que, em interligação com outras UCs, proporcionam um sólido conhecimento teórico sobre a área da fisiologia do stress, assim como conhecimento prático de técnicas e métodos adequados para o seu estudo.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

Stress em plantas: conceito. Mecanismos de resposta das plantas a alterações no ambiente: adaptação e aclimatação. Ambiente abiótico e impacto biológico nas plantas. Alterações nos fatores abióticos e efeitos primários e secundários nas plantas.  
Perturbações fisiológicas e bioquímicas causadas pela secura, salinidade, alagamento, compactação do solo e excesso de luz. Perturbações fisiológicas e bioquímicas causadas por temperaturas extremas e por excesso de luz. Ozono e luz ultravioleta como fatores de stress.

Mecanismos fisiológicos e de desenvolvimento que protegem as plantas contra situações ambientais extremas. Complexidade da resposta das plantas aos stresses abióticos e mecanismos de deteção do stresse. Combinação de stresses.

Exposição das plantas a stresses e alteração da homeostasia redox da célula. Espécies reativas de oxigénio (ROS) e stress oxidativo. Produção de ROS em diferentes organelos. Condições que levam à sua formação e consequências a nível celular. ROS como moléculas sinal.
Sistema de defesa antioxidante: componente enzimática e não enzimática. Rede antioxidante. 

Xenobióticos, caracterização, mecanismos de absorção e perceção. Mecanismos de destoxificação.

Interações bióticas e mecanismos de respostas das plantas: Patogénese (Pattern-triggered Immunity (PTI) e  Effector-triggered Immunity (ETI), papel das fitohormonas na resistência das plantas a agentes patogénicos; Ataque por herbívoros; Alelopatia





Bibliografia Obrigatória

M. A. Jenks & P. M. Hasegawa; Plant Abiotic Stress, Wiley Blackwell, 2014. ISBN: 978-1-1184-1217-6
Lincoln Taiz; Plant physiology and development. ISBN: 978-1-60535-255-8
Bob B. Buchanan; Biochemistry & molecular biology of plants. ISBN: 978-0-470-71421-8
Peter Schröder; Christopher D Collins; Organic xenobiotics and plants. From mode of action to ecophysiology, Springer Science + Business Media, 2011. ISBN: 978-90-481-9851-1

Observações Bibliográficas

A bibliografia aconselhada encontra-se disponível na biblioteca Central da FCUP (ed. FC1). Serão ainda disponibilizados elementos complementares de estudo pelos docentes da unidade curricular.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Aulas serão TP, sendo apresentados de forma interativa os temas a abordar nesta UC, sendo incentivada a participação dos estudantes através de uma componente de discussão. Aulas práticas de índole laboratorial, proporcionando a aquisição de competências específicas, designadamente as que resultam da execução de trabalhos práticos experimentais.

Condições de Frequência: aulas teórico-práticas obrigatórias.

Tipo de Avaliação: Avaliação distribuída com exame final.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 75,00
Trabalho escrito 25,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Apresentação/discussão de um trabalho científico 3,00
Estudo autónomo 57,00
Frequência das aulas 21,00
Total: 81,00

Obtenção de frequência

Um estudante obtém frequência se:

1. Tendo estado regularmente inscrito, não exceder o número limite de faltas correspondente a 25% das aulas previstas.

2. Integrando um grupo de trabalho, fazer a apresentação orla de um artigo científico.

Fórmula de cálculo da classificação final

Tipo de avaliação : Contínua com exame final. Os estudantes serão avaliados através de um exame escrito (75%) e da apresentação e discussão de um artigo científico (25%). 

Nota mínima no exame escrito: 6 valores

Nota final =(Nota exame*0,75)+(Nota apresentação*0,25)

Melhoria de classificação

Os estudantes poderão fazer melhoria de nota do exame escrito (75%).

Observações

Professor Coordenador -  Fernanda Fidalgo
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