Embaixadores


Tony Martins
Chefe executivo DOURO PALACE RESORT & SPA


Rui Martins
Chefe executivo restaurantes Grupo Pestana

Chef Mistério
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Tony Martins

Na sua opinião, como é que a ciência pode ajudar um chefe profissional a atingir um nível elevado de desempenho e reconhecimento?
No mercado Gastronómico atual, a Ciência é e será cada vez mais essencial para os profissionais de cozinha. É cada vez mais importante conhecer melhor os produtos, as reações, as técnicas, e os próprios consumidores, e só o avanço das ciências e das tecnologias nos vai permitir criar as ferramentas de trabalho para a melhor eficácia do trabalho do dia a dia. Não é necessário saber o que se pode ou não fazer, mas perceber, na sua essência, o porquê e as razões para o que podemos ou não fazer, só a ciência nos consegue "explicar" isso.

Quais as suas expectativas em relação a uma formação avançada em Ciências Gastronómicas?
Espero uma formação bem organizada, muito informativa no que a inovação e novas tendências diz respeito. Com um lote de grandes profissionais, de cozinha com CV muito avançado, mas também de área de biologia, agronomia, nutrição e outras ciências, rigorosos e comunicativos a transmitir todos os seus conhecimentos experiências adquiridas ao longo dos anos.

Março 2019



Chef Tony Martins

Terminou a sua formação em Cozinha em 2005 e mais tarde o C.E.T. em Técnicas e Gestão hoteleira, em 2011. Depois de experiências diversificadas em várias zonas do País e alguns estágios na Alemanha e na Letónia, teve o seu próprio restaurante em Vagos (Mercado velho). Anos depois abdicou do Restaurante e assumiu a chefia do CASINO DA FIGUEIRA e, 3 anos depois, a Chefia Executiva da IGUARIAS SÁBIAS CATERING, na altura, líder do mercado de catering da zona centro.
Participou na abertura duma Start Up em Lisboa, a EAT TASTY, uma Grande Platafoma on-line de refeições ao Domicilio até aceitar o desafio da JASE para chefiar uma das unidades hoteleiras, o DOURO PALACE RESORT & SPA. Mais tarde, com o crescimento do grupo, assumiu a posição que ocupa agora.

Rui Martins

Na sua opinião, como é que a ciência pode ajudar um chefe profissional a atingir um nível elevado de desempenho e reconhecimento?
A inovação e a criação constante, a procura por algo melhor todos os dias, através de inovações tecnológicas, ajudam a encontrar e a definir uma nova abordagem no nosso receituário de cozinha tradicional.
Os limites das criações são as nossas experiências, pois, cabe-nos experimentar, ousar, criar e inovar. Quem nunca arriscou não sabe o que é o risco. A versatilidade de um produto é inerente à imaginação de um cozinheiro.

Quais as suas expectativas em relação a uma formação avançada em Ciências Gastronómicas?
Um objetivo contínuo para trabalhar arduamente, para evoluir, crescer e tentar fazer mais e cada vez melhor, criando uma experiência gastronómica cada vez mais interessante, com a componente científica.

Março 2019



Rui Martins

Chefe Executivo de vários restaurantes do Grupo Pestana. Estas lideranças têm permitido dar continuidade à cozinha tradicional portuguesa, mas com toques de modernidade.