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Representações, Desenhos e Imagens do Território

Código: RDIT01     Sigla: RDIT

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
CNAEF Humanidades

Ocorrência: 2018/2019 - 2S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Desenho
Curso/CE Responsável: Representações, Desenhos e Imagens do Território

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
RDIT 8 Plano de Estudos 1 - 6 42 162

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Vasco Manuel Baptista da Silva Pinto Cardoso Regente

Docência - Horas

Outras: 3,00
Tipo Docente Turmas Horas
Outras Totais 1 3,00
Mário Gonçalves Fernandes 1,00
Carlos Manuel Rodrigues 1,00
Vasco Manuel Baptista da Silva Pinto Cardoso 1,00

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

São quatro os objetivos gerais estruturantes:

- identificar e valorizar o campo comum às três áreas de saber envolvidas, numa perspetiva culturalista e mediadas maioritariamente pelo Desenho;

- conhecer a morfologia de diferentes territórios a partir de diferentes representações e pelas práticas do Desenho, valorizando a relação do corpo com a forma e o espaço, com lastro em Alberto Carneiro;

- refletir a posição do corpo no território, quer em registos a produzir, quer em representações lidas, atendendo aos contextos percetivos próprios dessas representações;

- articular frutuosamente a relação entre diferentes tipologias de registos gráficos, como método, mas também como processo de aprendizagem per si.

 

Resultados de aprendizagem e competências

Será através do cumprimento de duas tarefas essenciais, definidas pelos objetivos gerais listados, que os estudantes poderão alcançar as competências e conhecimentos a que a UC se propõe facultar. São aquelas:

- desenvolver um projeto de representação e expressão gráfica de um território, projeto esse que consiga abordar de modo integrado e sob uma perspetiva culturalista as áreas científica, artística e tecnológica, revelando o Desenho como a área transversal do saber promotora dessas conexões;

- inscrever, no projeto a desenvolver, contribuições dos oradores convidados a abordar representações do território a partir do seu próprio prisma de atividade.

Pelo cumprimento das tarefas estabelecidas para a consecução dos objetivos gerais, deverão os estudantes conseguir alcançar os seguintes conhecimentos e competências específicos:

- conhecer e valorizar diferentes representações do território provenientes de diferentes dimensões da atividade e do conhecimento humanos;

- ler e interpretar diferentes representações de territórios e lugares - sem esquecer que esse ato é ele próprio uma representação - privilegiando o Desenho como mediador;

- reconhecer e descrever lugares e territórios a diferentes escalas e em diferentes tempos, utilizando vários modos do Desenho;

- dominar a dimensão da escala do território, na sua estreita relação com diferentes modos de abordar as suas perceção e representação gráfica, ao longo de intervalos de tempo selecionados;

- construir e operacionalizar estratégias de identificação e controlo dos diferentes tipos de desvios resultantes do confronto entre realidade e representação.

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)

Uma base de conhecimentos e competências adquiridas pelos estudantes de um curso de graduação de 1.º ciclo, ou a posse de um percurso que transpareça como futuro beneficiário do conhecimento promovido pela UC.

Programa

- Morfologia dos territórios: O sujeito das representações

- Das utopias às distopias: Representações dos territórios (oradores convidados por área do saber)

- Da perspetiva, pelas vistas panorâmicas, até à fotogrametria e os SIG: A escala, o tempo e a toma das representações

- Perspetivistas, paisagistas, topógrafos e cartógrafos: Representações científicas e representações fantasiosas

- Cartografia histórica urbana: Representações da cidade ao longo do tempo

- Do caderno de campo à depuração racional: os modos do Desenho

- Dos desenhos às fotografias: A interpolação de representações, desenhos e imagens

Bibliografia Obrigatória

Cabezas Lino 340; Dibujo y territorio. ISBN: 978-84-376-3385-5
Obrist Hans Ulrich 340; Mapping it out. ISBN: 978-0-500-23918-6
SLOCUM, Terry A. et. al ; Thematic cartography and geovisualization, Upper Saddle River, 1998. ISBN: ISBN 978-0-13-229834-6
THROWER, Norman J. W. ; Maps and civilization: cartography in culture and society. , University of Chicago Press, 1996. ISBN: ISBN 978-0-22-679974-2

Bibliografia Complementar

DOMINGUES, Álvaro; TRAVASSO, Nuno ; Território: Casa Comum, FAUP, 2015. ISBN: ISBN 978-989-8527-07-3
HARMON, Katharine; The Map as Art: Contemporary Artists Explore Cartography, Princeton Architectural Press, 2010. ISBN: ISBN 978-1-56898-972-3
Harmon Katharine; You are here. ISBN: 978-1-56898-430-8

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Com a UC pretende-se colaborar na formação de cidadãos responsáveis, ativos, críticos e construtores de soluções, cidadãos que estejam preparados para uma vida ativa de constante aprendizagem. Para tal, o método de projeto será o escolhido, por promover pedagogias ativas e propiciadoras de uma robustez da autonomia investigativa dos estudantes convocados. No percurso seguido pelo projeto de cada estudante – e no do próprio estudante pela construção do conhecimento –, serão inscritas contribuições atinentes, dos docentes, dos oradores convidados, das visitas de estudo e das leituras recomendadas, sempre que oportuno. Acresce o valor dos debates crítico e avaliativo que serão incentivados regularmente, conseguindo-se, assim, momentos centrais de aferição e reorientação.

Sob este desígnio, organizam-se, do modo abaixo proposto, a distribuição da atividade, entre Horas de Contacto e Horas de Trabalho Autónomo.

As Horas de Contato destinar-se-ão a aulas com um caráter teórico-prático, compostas por diferentes momentos e atividades, determinados pelas necessidades do desenvolvimento do projeto de representação de território, em cujo desenvolvimento e crítica se investe a maior fatia deste período. Os momentos referidos poderão ser da seguinte forma listados:

- apresentação de comunicações de oradores convidados, abertas à cidade, para abordarem as representações do território produzidas no âmbito da atividade e/ou grupo profissional, ou outro, do convidado; estas seções serão seguidas por debate aberto;

- saídas de campo – a acontecer durante as aulas de desenvolvimento do projeto de representação ou em tempos extra, se adequado e conveniente para o reforço do projeto;

- tempos de sustentação teórica de enquadramento;

- debate avaliativo – a acontecer periodicamente, mantendo o estudante, o grupo turma e os docentes sempre a par da evolução do processo de ensino-aprendizagem e da satisfação de todos os envolvidos, podendo ser, a todo o tempo, equacionadas todas as necessárias consolidações e/ou reorientações.

As Horas de Trabalho Autónomo serão reservadas ao:

- desenvolvimento e consolidação autónoma dos conhecimentos adquiridos, materialização de um projeto de representação do território, promovendo-se trabalho em parceria e o debate, e sempre contando com a disponibilidade dos tempos de apoio ao discente.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída sem exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Participação presencial 40,00
Trabalho prático ou de projeto 60,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Elaboração de projeto 75,00
Frequência das aulas 25,00
Total: 100,00

Obtenção de frequência

Os estudantes serão incentivados a definir, à partida, um corpo genérico de princípios de avaliação face aos desafios que a Unidade curricular lhes apresentará. Acresce que, perante os perfis dos estudantes e/ou profissionais, conseguirá a docência melhor alinhar o perfil da avaliação aos estudantes. Importa referir que, no decorrer do tempo, os parâmetros de avaliação irão sendo alvo de discussão e adequação ao perfil dos conteúdos e do trabalho desenvolvido, sob estritos critérios de qualidade do conhecimento a ser produzido.

Os estudantes serão também incentivados a participar na sua própria avaliação, bem como na dos colegas, de acordo com os parâmetros de avaliação construídos e sob orientação docente.

Por fim, prevê-se que no final do semestre letivo haja um tempo para que todos os estudantes possam refletir de modo crítico, individualmente e em grupo-turma, sobre a produção de conhecimento alcançado.

Assim colocado, o estudante deverá participar em 75% das aulas, participar no acompanhamento dos projetos e realizar, apresentar e defender os seus projeto de representação.

Fórmula de cálculo da classificação final

 

A avaliação será distribuída e incidirá (100%) sobre projetos de representação do território, que os estudantes definirão e conduzirão.

Contudo, ficará definido à partida que dessa globalidade, 40% advirão do que se retirar do acompanhamento do trabalho de projeto e da participação nas aulas, por parte de cada estudante. Esse acompanhamento revelará, de modo dinâmico e contínuo, da inscrição que cada estudante fez, e como o fez, dos tributos recolhidos dos momentos de pendor mais expositivo, da bibliografia e das sessões críticas dinamizadas, oportunamente, em grupo-turma. Por outro lado, aqueles momentos de acompanhamento permitirão que o estudante vá tendo conhecimento do progresso da sua aprendizagem e dos rumos a experimentar e/ou consolidar.

Consequentemente, também terá de ficar definido o campo de incidência dos restantes 60%. Assim, estabelece-se que esses considerarão o produto final previsto: o projeto de representação do território. Atentarão na qualidade da execução das tarefas propostas para que, cumprindo os objetivos definidos, permitam alcançar a aquisição dos conhecimentos e competências esperados.

Observações

Na UC Representações, Desenhos e Imagens do Território o estudante pertencerá a um grupo de investigação, por tal, contar-se-á com a sua autonomia, por um lado, e pela sua capacidade de trabalho em grupo, por outro. Assim, o estudante exercerá o seu poder de decisor sobre o seu crescimento no conhecimento.

O método de ensino proposto assentará na investigação individual e coletiva, como que se a UC fosse um laboratório. O sistema de avaliação será de perspetiva integrada, com vistas sobre todo o processo e implicará a participação responsável de todos, quer na definição dos critérios, quer na sua aplicação – sob orientação docente. Com estes dois esteios se suportará um processo de construção do conhecimento ativo, crítico, participado e promotor da autonomia.

Aponta-se o trabalho investigativo como impulsionador de um desenvolvimento harmónico e sincronizado, quer individualmente, quer enquanto grupo. Assim, e atentos a parcerias e redes de conhecimento, poder-se-á atingir os conhecimentos e competências específicas, delineados como um corpo que se procurou coeso e significativo.

Pela outra vertente, a modalidade de avaliação seguida promove uma responsabilização individual e coletiva que reforça um conhecimento transversal e a diferentes tempos – por tal, adequado ao desenvolvimento do corpo de conhecimentos e de competências referido.

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