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Provas Públicas de Doutoramento da Mestre Mariana Martins de Carvalho
'Desenhar a Ruína: registo, interpretação e comunicação. O exemplo da cidade romana de Ebora'

22 de junho de 2022, 4.ª feira, 15h00, Auditório Fernando Távora


Área sacra do forum romano de Ebora com reconstituição do templo e envolvente. Desenho de Mariana Carvalho

As Provas Públicas de Doutoramento da Mestre Mariana Martins de Carvalho realizam-se no dia 22 de junho, 4.ª feira, às 15h00, no Auditório Fernando Távora.


A Tese em apreciação intitula-se 'Desenhar a Ruína: registo, interpretação e comunicação. O exemplo da cidade romana de Ebora'.

Júri:

Doutor João Pedro Sampaio Xavier
Professor Catedrático e Diretor da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Doutora Maria Manuel Lobo Pinto de Oliveira
Professora Associada com Agregação da Escola de Arquitetura, Arte e Design, da Universidade do Minho

Doutor João Gabriel Candeias Dias Soares
Professor Associado do Departamento de Arquitectura da Escola de Artes, da Universidade de Évora

Doutora Lídia Maria Marques Fernandes
Coordenadora do Museu de Lisboa - Teatro Romano

Doutora Ana Sofia Pereira da Silva
Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Doutora Maria Pilar Miguel dos Reis
Investigadora externa no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (orientadora)


Resumo:

A presente investigação pretende ensaiar uma metodologia de desenho, que explora diferentes tipos de representação, a partir do vestígio arqueológico, desde o registo, passando pela interpretação até à comunicação. Para suportar este ensaio recorre-se à estrutura arqueológica associada a um conjunto monumental: o forum romano da antiga civitas Liberalitas Julia Ebora (Évora), situado na província ocidental do Império Romano, no Conventus Pacensis (Portugal).
A partir deste laboratório de desenho procurou-se objetivar a reconstituição de um fragmento de cidade, segundo uma leitura transversal do vestígio. Pretendeu-se demonstrar um processo para chegar à hipótese. Ou seja, um processo que passa pelo desenho rigoroso das estruturas, a partir do registo arqueológico e arquitectónico, pela valorização do estudo histórico do edifício e do espaço urbano onde estas estruturas estão implantadas e pelo arriscar de uma hipótese baseada em modelos clássicos, provenientes das províncias que partilham uma cultura e condições similares. Este poderá ser o contributo da arquitectura para a arqueologia, no sentido de incrementar o conhecimento da cidade romana, sendo o desenho o meio singular de aproximação ao fragmento, pois permite a sua evocação e materialização.

― 
Mariana Martins de Carvalho


Orientadora: Maria Pilar Miguel dos Reis
Coorientadora: Marta Oliveira

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