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Lançamento do livro | 'Colónias Agrícolas. Arquitectura entre o Doméstico e o Território, 1936-1960', de Filipa Guerreiro

23 de fevereiro de 2022, 4.ª feira, 21h30, Cinema Passos Manuel

O livro 'Colónias Agrícolas. A Arquitectura entre o Doméstico e o Território, 1936-1960', de Filipa de Castro Guerreiro, professora e investigadora da FAUP, editado pela Dafne Editora, é apresentado a 23 de fevereiro, 4.ª feira, às 21h30, no Cinema Passos Manuel, no Porto, pela autora com Álvaro Domingues e Walter Rossa.

O livro decorre do trabalho desenvolvido no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da FAUP, no contexto da elaboração da tese de doutoramento 'Colónias Agrícolas Portuguesas construídas pela Junta de Colonização Interna entre 1936 e 1960: a casa, o assentamento, o território' sob orientação dos professores Sergio Fernandez, Marta Oliveira e Maria Manuel Oliveira. No âmbito do Programa de Doutoramento em Arquitectura da FAUP — PDA — opção de estudos B Arquitectura: Teoria Projecto História, a tese foi apresentada na FAUP a 23 de novembro de 2016 e arguida por Fernando Oliveira Baptista, Madalena Pinto da Silva, Sérgio Fernandez, Walter Rossa e Carlos Guimarães (presidente do Júri).
As sete colónias agrícolas, construídas em Portugal entre 1936 e 1960, tinham como objectivos fixar população e reorganizar a propriedade agrícola: emparcelar no Norte, parcelar no Sul. Através da intervenção nos baldios, grandes propriedades de sequeiro do Sul e terrenos do Estado, a ambição era aumentar a produtividade e promover a transformação dos trabalhadores agrícolas em pequenos proprietários. Neste processo, os arquitectos participaram ultrapassando o campo habitual da sua acção, contribuindo para uma construção interdisciplinar da casa, dos assentamentos e do território. Revisitar a experiência das colónias agrícolas da Junta de Colonização Interna, além de expor as suas contradições, permite pensar em aspectos fundamentais do presente, desde as relações entre paisagem, construção, agricultura e economia até à racionalidade das soluções de projecto e à economia de meios, passando pela capacidade do desenho das formas arquitectónicas para definir articulações entre as várias escalas do território e a sua organização social.

A autora escrutina esse processo, identificando e analisando os vários momentos que caracterizaram o programa, o âmbito e o potencial da actuação dos arquitectos, bem como os resultados construídos dessa actividade. Recorre aos instrumentos do projecto de arquitectura, nomeadamente o desenho, para construir um retrato de conjunto que não existia, pondo em evidência as estratégias usadas para, com uma grande economia de meios, dar legibilidade a diversas porções de território.

A edição do livro teve o apoio do Centro de Documentação de Urbanismo e Arquitectura e do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da FAUP.

Mais informações em dafne.pt

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