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Provas de Doutoramento da Arquiteta Ana Neiva:
'Exhibiting Portuguese Architecture.
Twentieth-century Curatorial Strategies'

27 de maio de 2020, 4.ª feira, 15h00


As Provas Públicas de Doutoramento da Arquiteta Ana Neiva realizam-se no dia 27 de maio, 4.ª feira, às 15h00, por videoconferência (Zoom)*.

A Tese em apreciação intitula-se 'Exhibiting Portuguese Architecture. Twentieth-century Curatorial Strategies'.

Júri:

Doutor Rui Jorge Garcia Ramos (Presidente)
Professor Catedrático e Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Doutor Bruno Marchand
Professor Catedrático da École Polytechnique Lausanne

Doutor Ricardo Manuel Pereira Finuras de Carvalho
Professor Associado da Universidade Autónoma de Lisboa

Doutora Marta Rocha Moreira
Professora Auxiliar da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Doutor Carlos Alberto Esteves Guimarães
Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Resumo:

A relevância contemporânea da curadoria de arquitetura, em Portugal, está manifestamente comprovada pelo significativo número de exposições promovidas, nacional e internacionalmente, pela fundação e intensa atividade de instituições dedicadas à arquitetura e pela recente oferta formativa em curadoria. Esta investigação tem como objetivo identificar a origem das atuais práticas curatoriais e discutir a sua relevância no campo da arquitetura.
Apesar do reconhecimento de relevante investigação concentrada em curtos períodos específicos da história da arquitetura portuguesa, onde algumas das exposições marcantes no panorama arquitetónico português são integradas como sintomas ou efeitos colaterais de determinadas questões políticas ou arquitetónicas, não existe ainda um escrutínio das relações estabelecidas entre si nem uma narrativa construída a partir desse panorama alargado.
As exposições de arquitetura portuguesa não são particularmente específicas nem correspondem a momentos pioneiros no quadro global da história das exposições, no entanto constituem um conjunto complexo e extenso de abordagens curatoriais que justificam um exame dedicado da exposição enquanto entidade autónoma.
Nesse sentido, a investigação parte das origens da participação ativa da arquitetura em contexto expositivo, manifestada pela presença da arquitetura nos salões de belas‑artes, até ao reconhecimento do seu valor enquanto produto cultural altamente mediatizado, no início do século XXI.
Através da identificação de aproximadamente trezentos eventos, entre 1867 e 2004, foi possível reconhecer a correspondência entre exposições particularmente relevantes e momentos de charneira histórica, política ou arquitetónica, comprovando o seu papel enquanto instrumento de comunicação, plataforma de discussão e dispositivo de produção de conhecimento.
A afirmação internacional da arquitetura portuguesa, assim como momentos fundamentais relacionados com o debate identitário ou movimentos de afirmação geracional, estão intensamente interligados com a evolução das estratégias curatoriais. Enquanto que as exposições de arquitetura representaram oportunidades extraordinárias para a inscrição da produção nacional num panorama alargado, o contato direto com um amplo campo de práticas curatoriais estimulou o desenvolvimento dos processos de produção de exposições e a consideração do espaço expositivo enquanto produtor ativo de experiências.
A investigação pretende ser um contributo para a construção da história de exposições de arquitetura, em Portugal, enquanto procura a sua inscrição num quadro internacional de referência.
― Ana Neiva


Orientador: Carlos Alberto Esteves Guimarães
Coorientadores: Manuel Joaquim Soeiro Moreno, Andres Lepik [Technical University of Munich]


*No seguimento do despacho Reitoral N.º GR.06/03/2020 'COVID-19 - Medidas excecionais e temporárias no âmbito das Reuniões dos órgãos colegiais e de prestação de provas públicas', a prova pública de Doutoramento, agendada para 27 de maio de 2020, às 15h00, irá realizar-se por videoconferência, assegurada a sua transmissão em direto (streaming).

Não é permitido filmar ou gravar a sessão.

A assistência das provas públicas deve manter o microfone e o vídeo desligados durante toda a sessão e não é permitida a utilização do sistema de 'mensagens instantâneas'.

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