| Código: | 232 | Sigla: | 232 |
| Ativa? | Sim |
| Curso/CE Responsável: | Ciências do Desporto |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Anos Curriculares | Créditos UCN | Créditos ECTS | Horas de Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| LCD | 216 | Licenciatura em Ciências do Desporto (2011/2012) | 2 | - | 3 | - |
Objectivos:
Aprofundar os conhecimentos de fisiologia do exercício, utilizando-os na formulação, resolução e discussão de problemas na área de formação e intervenção dos alunos.
Competências:
Os alunos com aprovação à disciplina deverão evidenciar as seguintes competências: i) compreender as diferentes adaptações orgânicas agudas e crónicas induzidas, respectivamente, pelo exercício e pelo treino físico; ii) entender as diversas limitações motivadas pelas características dos indivíduos, iii) perceber a ténue fronteira existente entre o aumento de funcionalidade e a patologia orgânica induzida pelo exercício,
I. FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO – PASSADO, PRESENTE E FUTURO
1. Influência da Europa
2. Harvard Fatigue Laboratory
3. Da Educação Física às Ciências do Desporto
4. Fisiologia do Exercício e Fisiologia do Desporto
II. MÚSCULO ESQUELÉTICO: ESTRUTURA, FUNÇÃO E ADAPTAÇÃO AO EXERCÍCIO
1. Estrutura do músculo esquelético
2. Junção neuromuscular
3. Contracção muscular
4. Tipos de fibras
5. Alterações dos tipos de fibras com o treino
6. Velocidade de contracção e relaxamento
7. Regulação da força
8. Relação força/velocidade
9. Efeitos fisiológicos do treino de força
9.1. Aumento da força
9.1.1. Factores neurais
9.1.2. Crescimento muscular
9.1.3. Treino de força e treino de resistência
III. RESPOSTAS HORMONAIS AO EXERCÍCIO
1. Neuroendocrinologia
2. Hormonas: regulação e acção
2.1. Hipótalamo e hipófise
2.2. Tiróide
2.3. Paratiróide
2.4. Adrenais
2.5. Pâncreas
2.6. Testículos e ovários
3. Regulação hormonal no exercício
Aulas Práticas
I . AVALIAÇÃO FÍSICA E FISIOLÓGICA
1. Avaliação física vs. avaliação fisiológica
II . AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR
1. Formas de manifestação da força
2. Objectivos da avaliação da força
3. Métodos de avaliação
4. 3.1.Levantamento de pesos (repetições máximas, RM)
5. Cíclo estiramento-encurtamento
6. Importância da força no rendimento
7. Importância da força na prevenção de lesões
8. Desenho de protocolos específicos de avaliação da força
III. AVALIAÇÃO DA FLEXIBILIDADE
1. Formas de manifestação da flexibilidade
2. 2.Objectivos da avaliação da flexibilidade
3. Métodos de avaliação
4. 3.1. Métodos directos
5. 3.2. Métodos indirectos
6. Importância da flexibilidade no rendimento
7. Importância da flexibilidade na prevenção de lesões
8. Desenho de protocolos específicos de avaliação da flexibilidade
Aulas magistrais, para o ensino teórico.
Seminários e práticas laboratoriais, para o ensino prático.
| Designação | Peso (%) |
|---|---|
| Exame | 100,00 |
| Total: | 100,00 |
| Designação | Tempo (Horas) |
|---|---|
| Estudo autónomo | 51,00 |
| Frequência das aulas | 30,00 |
| Total: | 81,00 |
Os alunos serão sujeitos a um exame final abrangendo a matéria leccionada. A nota máxima possível será de vinte valores e a nota mínima será de zero valores. A aprovação na disciplina será conseguida com a nota do exame final igual ou superior a 9,5 valores.
A nota à Unidade Curricular corresponde à classificação obtida no exame final
Não se consideram alternativas ou complemento ao exame final;
Realização de um exame de acordo com a marcação do Conselho Pedagógico
A melhoria de nota será feita de acordo com o Regulamente Geral de Avaliação da U.Porto